Notícias frescas da revolução

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“Chávez nosso que estás no céu, na terra, no mar e em nós, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu legado para o levarmos aos povos. Dá-nos hoje a tua luz para que nos guie todos os dias, não nos deixes cair em tentação do capitalismo e livrai-nos da maldade da oligarquía, do crime do contrabando porque nossa é a pátria, a paz e a vida.”

A revolução venezuelana encontra-se numa fase de velocidade de cruzeiro que exige cada vez mais formação nos valores do Messias Chávez no combate diário nas ruas, lojas, mercados, criando, construindo e fazendo a revolução.

Sin alimentos, ni medicinas

Caracas: once horas para comprar carne

Para el cierre de 2015 la inflación en el país latinoamericano podría llegar a 200%

El sueldo mínimo en la patria de Nicolás Maduro ronda los 7.200 bolívares (1.072 euros)

La mayoría de la comida la importa el Gobierno, pues casi no hay producción nacional

Los productos que escasean en Venezuela solo pueden comprarse una vez a la semana

Las colas para comprar comida y las peleas entre los clientes afectan a los comerciantes

 

7 pensamentos sobre “Notícias frescas da revolução

  1. EMS

    “El sueldo mínimo en la patria de Nicolás Maduro ronda los 7.200 bolívares (1.072 euros)”

    Uau! Salário mínimo mensal de um euro e tal por mês.
    A taxa de desemprego venezuelana deve ser baixíssima.

  2. Kubo

    Mas para tudo existe uma segunda opinião…

    O responsável do Instituto Estatístico da Venuzuela explica do alto da sua Cátedra:

    . “Na Venezuela falta papel higiénico porque o povo anda a comer muito” …

    Como se sabe também a culpa da bancarrota grega e fuga de capitais não é da catedratice varoufakisante e syrizante; é dos que não quiseram ter a ‘solidariedade’ de se enterrar cada vez mais…

  3. Nuno

    EMS, o ponto depois do um é dos milhares, ou seja, mil e setenta e dois euros…
    É claro que isso é o que o Governo decreta; já o que a realidade dita é bem diferente, pois o bem-estar não aparece por decreto, como as pessoas de bom senso (e os venezuelanos, já agora) sabem.

  4. EMS,

    São mesmo mil e setenta e dois euros. Mas é no Câmbio oficial, a que ninguém pode trocar. Na prática é o mesmo que fazer seguros contra inundações no âmago do Sahel. Pelo que realmente paga, um quilo de carne custa 600 bolívares, ou oitenta e muitos euros.

    No mercado paralelo, os tais mil e setenta e dois euros em moeda monopolística valem menos de dez. Quase cem vezes menos.

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