As alternativas dos alternativos: o estado do debate em Portugal

Luís Aguiar-Conraria na Destreza das Dúvidas

Lembro-me de em 2012, num debate no Prós e Contras, o Fernando Alexandre ter-se queixado que nunca lhe tinham mostrado alternativas. O seu opositor de debate, um syrizico de que não me lembro o nome retorquiu-lhe que “havia alternativas, mas que não estavam sistematizadas”. E andamos nisto há anos.
E, nestes anos, houve muita gente que esteve sistematicamente errada. Assinaram manifestos inoportunos e levianos. Alguns, como Nicolau Santos, até figura de palhaço fizeram. Um deputado do PS defendeu que as pernas dos alemães tremeriam se ameaçássemos não pagar. Viu-se como tremem as pernas.
É natural que quem tantos disparates disse continue a aparecer no debate público. Nem eu desejaria o contrário. Mas, para ganhar credibilidade, seria bom que reconhecesse as tontices que defendeu e dar graças a Deus por ninguém o ter ouvido.

4 pensamentos sobre “As alternativas dos alternativos: o estado do debate em Portugal

  1. Zarco

    Com tanta asneira e com tanto disparate dos costistas o que treme é a dentadura dos marretas do Largo do Rato

  2. Pingback: As alternativas dos alternativos: o estado do debate em Portugal (2) | O Insurgente

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