O que poderá acontecer em caso de Grexit

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Uma infografia muito interessante e esclarecedora.

9 pensamentos sobre “O que poderá acontecer em caso de Grexit

  1. k.

    A questão da saida da Grécia do Euro é interessante – tecnicamente não há mecanismos legais para expulsar o Governador do Banco Central Grego de Frankfurt, por exemplo.

    O problema é que se o Estado Grego rejeita o pagamento da dívida, esta deixa de poder ser utilizada como colateral pelo sistema financeiro Grego – pelo que o ELA para, e o sistema financeiro Grego implode no dia a seguir.

    Cinicamente, poderia dizer que isto é o que o Governo Grego quer; Afinal os Gregos já tiraram as suas poupanças dos bancos.
    É claro, tendo em conta a receita fiscal Grega (que cai), depois não o Governo não teria dinheiro à mesma… a não ser que um “amigo Russo” empreste algum, até que a situação económica estabilize.

  2. PPorto

    O cenário “Grexit” do banco:
    para a Grécia: “devaluation drives recovery…”.
    para a URSE: “… financial markets recover”

    Até um dos Bancos envolvidos na prisão financeira da Grécia já percebeu que o melhor é pôr o preso em liberdade.

  3. Baptista da Silva

    Essas crianças do Syriza não passam de aprendizes. Marx, Engels e Lenine deveriam ser a grande matriz deste país.Deste e não só.De todos os países em que o Sol amanhã brilhará! Onde a Voz do Povo será una e indivisa.Onde o proletariado controlará o seu destino,sem interferências do capital explorador,onde todas as fronteiras serão derrubadas e todas as classes abolidas! Epá,tenho que me pirar.Vem lá a ambulância com aqueles senhores que trazem uma camisa com umas mangas muito compridas! Fui!

  4. João Vasco

    Falta um cenário: a perda de prestigio de uma moeda que quer ser uma divisa internacional. Por exemplo a Alemanha continua leal aos Estados Unidos e a negociar em dólar. Só nós é continuamos a olhar para a FORD Volkzwagen como empresa exclusivamente alemã.

  5. JS

    Sim mas clarifiquemos as origens de este “estado da arte” na ex-Europa para o poder corrigir
    e evitar recaídas.

    As Nação tendem a ter mecanismos + ou – eficientes para cuidar de si, dos seus.
    De forma melhor ou pior há uma operante consciência nacional, que o voto eleitoral é suposto corrobar.

    Claro que esta, repito esta, “união europeia” não tem nem poderá vir a ter, como se constata e previa, esse dom. Pelo contrário
    ….
    Obviamente que quem realmente mexe os cordelinhs é a alta finança, sem face, (obviamente) global.

    Prova cabal é a rotineira inoperância dos mandaretes dessa alta finança (BCE, Comissão Europeia, IMF bem como os demais subservientes governos dos ex-Países na ex-Europa, os cobradores de fraque, perante um minúsculo povo que (apenas) percebeu que ou recuperar a sua soberania … ou não. (Os ilheus, e os transmontanos, sabem muito bem o que são os centralismos.)

    Soberania que perdeu num misto de ingenuidade de uns e calculado interesse de outros. Sabemos quem.

    Ainda ontem a impotente Sra. Merckel dizia que ia “reunir-se” com os seus pares(?), mas que só tomava decisões com os acordos que lhe colocasssem nas mãos …

    O “parlamento europeu” é apenas um dispendioso ramalhete.

  6. “forced bank holidays” – check
    “capital controls” – check

    mas ainda não estamos no grexit-grexit e o ‘short term panic’ foi mesmo, mesmo ‘short term’

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