Interesse público no Económico

Hoje num registo mais direto no DE. Não resta paciência para os políticos empresários Lusitanos.

O PS quer a maioria absoluta e quer continuar a mandar na TAP.

Com as contas da TAP como estão não poderá fazer “negócios estratégicos para Portugal” como a compra da Portugália por mais de 100 milhões ou a brasileira VEM por mais de 400 milhões.

Revertendo esta privatização pode abrir caminho para outros negócios. Talvez possa fazer como na PT. Uma “fusão estratégica” com uma empresa amiga, com prejuízos mais tarde para os portugueses em geral e para os trabalhadores em particular.

Só em Portugal é que um partido que se prepara para ir para o governo se pode dar ao luxo de, apesar de ter contribuído para a destruição de uma das maiores e mais importantes empresas nacionais, anunciar que vai reverter um processo legal para poder continuar a ter influência nas suas decisões estratégicas.

Fazem muita falta partidos que não pertencendo ao grupo que geriu o país durante os últimos 40 anos, defenda uma linha de saída do Estado da economia concorrencial. Que coloque o dedo na ferida. Os únicos interesses que são defendidos nestas empresas que continuam na esfera pública são os dos partidos e dos políticos que nelas ainda mandam.”

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