16 pensamentos sobre “Então e os “austeritários”, pá?!

  1. PG

    Acho que agora é claro, AC anda a gozar com a cara de todos os portugueses.
    Ainda acredito que esta candidatura é parte de uma “social experiment” (que andam muito na moda agora) para ver/analisar as reacções das pessoas.

  2. Eles são auteritários mas também prometem facilidades, eles aumentam impostos mas tambem os diminuem, eles aumentam as promessas mas também as diminuem, e por aí fora… uma filão de conversa fiada para quem já tem os miolos queimados… carrega costa!

  3. tina

    O que eu suspeito é que a abstenção vai ser muito grande, pois muitos que não querem voltar em PPC, também não estão preparados para votar nesta avestruz.

  4. Charlie

    O mais engraçado é que no blog de campanha, as baratas acusam o actual Governo porque “a dívida atingiu 130,3% do PIB”.

    Na verdade não devem estar muito preocupados com isso porque olhando para o programa do PS (que mais parece uma sondagem de ideias a ver se dá votas), vemos uma autentica colecção de medidas que a serem implementadas vão causar um aumento brutal da despesa, aliás não se vislumbra uma medida que promova sequer o aumento da capacidade produtiva do pais.

    E só por curiosidade, eu gostava de saber qual seria o valor da relação divida/PIB caso o PS tivesse estado no Governo nos últimos 4 anos.

  5. Charlie,

    «E só por curiosidade, eu gostava de saber qual seria o valor da relação divida/PIB caso o PS tivesse estado no Governo nos últimos 4 anos.»

    É simples: números redondos, 0% do PIB. Já tínhamos falido de vez e os desfuncionais (grafia intencional!) impúdicos teriam sido já reduzidos a um número que um país sem crédito pode pagar.

    Começo a pensar que isso não seria assim tão mau.

  6. Vasco

    Francisco, seria muito mau… Eu percebo o que quer dizer. Como dizia um MP alemão, mais vale um fim com horror do que um horror sem fim. Mas isso era ele a falar dos outros.

  7. JP-A

    Nota-se perfeitamente que o Costa Concórdia não foi bafejado pela natureza com as capacidades ilusionistas e oratórias do proto-filósofo mestre nº44 de Évora. Nem para lá caminha. Tenho até a impressão que quando se lhe coloca uma câmara de TV à frente o deslumbre com ele mesmo é tal que acaba por se sair com uma tiradas tão infantis que daqui a pouco até os velhinhos das camionetas de Cabeceiras de Basto reorientadas a partir de Fátima começam a desconfiar da viagem por onde ele os quer levar.

  8. JP-A

    «O mais engraçado é que no blog de campanha, as baratas acusam o actual Governo porque “a dívida atingiu 130,3% do PIB”.»

    Os idiotas achavam que deixavam os cofres vazios em 2011, pediam 80.000 milhões para pagar salários e pouco mais, e a dívida baixava logo a seguir, ainda por cima com o país deficitário. Ora isto leva-nos não só à incompetência, como ao alarme social, que só não existe porque há uma parte importante da sociedades que julga que o homem é uma barra. Portanto, eles achavam que Portugal deveria ter amortizado mais dívida? Portanto, mais austeridade? Será isto? Ou vem a treta de que se poderia ter produzido mais?

    nota: quando a MFL fazia avisos dobre o endividamente na AR, era quase insultada, tratada como uma anormal e o PS batia palmas extasiado, após sócrates fugir artisticamente às perguntas no seu tom agressivo e chico-esperto.

  9. Nuno

    Eis que temos então uma espécie de Governo de Schrodinger, simultaneamente austeritário e populista

  10. Ora bem, em 2011 tínhamos 111% do PIB de dívida (corrigida com a que estava extra-orçamento). Pedimos 78 mil milhões, grosso modo 40% do PIB. Tivémos de pagar 3 mil milhões de euros por ano em compromissos PeiÉsse, grosso modo 8% do PIB nos quatro anos desta legislatura. Fizémos um pé de meia de 11\% do PIB mais ou menos para termos alguma flexibilidade perante outra credit crunch. 111+8+11 = 130%. Muito próximo dos 130% actuais.

    A dívida externa líquida anda a 104% do PIB. Abaixo dos 111% sem reservas que tínhamos em 2011. A série do Bando de Portugal (grafia intencional!) ainda não foi corrigida, ao que vejo.

    Parabéns a Vítor Gaspar e a Maria Luís Albuquerque. Já agora, retirem o Pires de Lima, levem-no para trás do celeiro e dêem-lhe um tiro de misericórdia e voltem a chamar o Álvaro.

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