Não, não e não

Se a coligação, ou mais especificamente Pedro Passos Coelho, insistir em usar isto para caçar votos deixará de ser, para mim, o mal menor nas próximas eleições. Há linhas vermelhas verdadeiramente irrevogáveis em política. Esta é uma delas.

12 pensamentos sobre “Não, não e não

  1. Luís Lavoura

    Ele não usa isso. Aparece como uma referência no livro, nada mais. Em público ele não fala do assunto.

  2. mggomes

    Que o PSD é o mal menor nas próximas eleições… estou de acordo.
    Só não sei é se esse mal será suficientemente pequeno para ter, ainda assim, o meu voto…

    Quanto a isto, não creio – e assim espero – que vá ser usado.
    A sê-lo, será de mau gosto, Apenas isso.

    A linha vermelha talvez tenha sido pisada quando se perde a vergonha e se lança encómios a certa escumalha.
    Isso sim, incomoda-me muito, muito mais.

    Já agora, essa linha vermelha é “irrevogável à la Portas”… ou é mesmo a sério? 🙂

  3. Revoltado

    A esposa tem um problema oncológico grave. Era possível omitir um facto dessa dimensão da sua biografia pessoal?

  4. Carlos Guimarães Pinto

    É evidente que a biografia (e respectivo conteúdo) não é um instrumento de campanha. Ter sido publicada nesta altura é apenas uma coincidência.

  5. Luís Lavoura

    Eu acho que dificilmente passará pela cabeça de alguém votar numa pessoa por o cônjuge dela estar com cancro.
    Uma doença dessas é suposta desgastar emocionalmente uma pessoa e não lhe deixar a maior clarividência para governar.
    Pelo que, um facto destes mais depressa seria razão para não se votar em Passos Coelho do que para votar nele.

  6. Revoltado

    Claro que a biografia no seu todo se trata dum instrumento de campanha. Mas não se pode criticar PPC por usar todos os instrumentos legais ao seu alcance para ganhar as eleições. Afinal é esse o objectivo dele ao concorrer, não? (claro, desde que não mande os amigos comprar cópias por ele). E não tenhamos dúvidas. O PS que hoje concorre a eleições não se renovou e é o mesmo partido que levou o país à situação actual (talvez até esteja ainda pior). Qualquer alternativa será sempre um mal menor.

  7. maria

    Nunca votarei Paulo Portas, mas isso não me impede de reconhecer que é um tipo esperto, lutador e que tudo faz para salvar o país. Onde quer que vá traz negócios para Portugal.
    Além do mais, vale apena ouvi-lo. Tem discursos muito bem feitos e acertivos. Só pessoas desapaixonadas e desligadas dos partidos o conseguem ver.

  8. Nuno

    É evidente que lançar uma biografia é campanha.

    Não significa que 100% do conteúdo seja campanha ou que faça sentido omitir completamente certos temas duma biografia só porque não encaixam no politicamente correcto.

    Se o assunto morrer aqui (e tendo em conta o percurso, tudo indica que sim) é um problema?

  9. Nuno

    Mais depressa perdem o meu voto pela lei da cópia privada e outras aberrações desnecessárias.

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