Eleições, TAP & Grécia

Como é habitual à terça-feira, estive com o Marco Capitão Ferreira a debater os temas em cima da mesa, desta vez a data das eleições, a TAP e a Grécia.

2 pensamentos sobre “Eleições, TAP & Grécia

  1. Expatriado

    Se os destinos servidos pela Portugalia forem subtraidos da lista abaixo, quantos voos feitos pela TAP (frota A320) para a Europa, Africa e ilhas foram cancelados?

    Quantos voos de longo curso para fora da europa foram cancelados (frota A330/340)?

    Sao perguntas que gostava de ver a CS fazer aos responsaveis da TAP e do SPAC dos pilotos.

    Os numeros sao importantes para se ter uma melhor visao da realidade.

    Da Wikipedia:
    “TAP Portugal’s route network includes 84 destinations in 35 countries, as of March 2015. Following is a list of destinations the airline flies to according to its scheduled services. It also includes cities served by the airline’s subsidiaries Portugália and PGA Express, as well as terminated destinations.”

    Country City Airport

    Algeria Algiers
    Angola Luanda
    Austria Vienna
    Belgium Brussels
    Brazil Belém
    Brazil Belo Horizonte
    Brazil Brasilia
    Brazil Campinas Viracopos
    Brazil Fortaleza
    Brazil Manaus
    Brazil Natal
    Brazil Porto Alegre
    Brazil Recife
    Brazil Rio de Janeiro
    Brazil Salvador da Bahia
    Brazil São Paulo
    Cape Verde Boa Vista
    Cape Verde Praia
    Cape Verde Sal
    Cape Verde São Vicente
    Colombia Bogotá
    Croatia Zagreb
    Czech Republic Prague
    Denmark Copenhagen
    Estonia Tallinn
    Finland Helsinki
    France Bordeaux
    France Lyon
    France Marseille
    France Nantes
    France Nice Nice
    France Paris
    France Toulouse
    Germany Berlin
    Germany Düsseldorf
    Germany Frankfurt
    Germany Hamburg
    Germany Hanover
    Germany Munich
    Ghana Accra
    Greece Athens
    Guinea-Bissau Bissau
    Hungary Budapest
    Italy Bologna
    Italy Milan
    Italy Rome
    Italy Venice
    Luxembourg Luxembourg
    Mali Bamako Bamako-
    Morocco Casablanca
    Morocco Marrakech
    Morocco Tanger
    Mozambique Maputo
    Netherlands Amsterdam
    Norway Oslo
    Panama Panama City
    Poland Warsaw
    Portugal Faro
    Portugal Funchal
    Portugal Horta
    Portugal Pico
    Portugal Ponta Delgada
    Portugal Porto Santo
    Portugal Terceira
    Romania Bucharest
    Russia Moscow
    Russia Saint Petersburg
    Senegal Dakar
    Serbia Belgrade
    Spain A Coruña
    Spain Barcelona
    Spain Bilbao
    Spain Madrid
    Spain Málaga
    Spain Oviedo
    Spain Seville
    Spain Valencia
    Sweden Gothenburg
    Sweden Stockholm
    France Mulhouse
    Germany Freiburg
    Switzerland Geneva
    Switzerland Zürich
    São Tomé and Príncipe São Tomé
    United Kingdom London Gatwick
    United Kingdom London Heathrow
    United Kingdom Manchester
    United States Miami
    United States Newark
    Venezuela Caracas

  2. Catalina

    Sou vossa seguidora há já algum tempo e encontrei no mural de um amigo este breve esclarecimento dos outros números que não são falados nesta paralisação da TAP. Afinal existem 2 greves e nós nem demos por ela…

    “Carta Aberta,

    Como piloto PGA, orgulhoso na profissão que tenho, é com grande angústia que tenho vivido estes últimos dias. Estou de greve, pois infelizmente, é a última, e agora a única, esperança que me resta, porque quero continuar Piloto por muitos anos, com saúde, a voar em segurança e a proporcionar aos nossos passageiros o melhor. Tudo isto parece óbvio e indiscutível, devia ser óbvio aos olhos de todos e em primeiro lugar ao dos que lideram. Talvez pensem que estou a falar de “um mundo ideal”, quando priorizo a segurança de alguém que opta por apanhar um avião e confia no seu comando, talvez considerem excesso de zelo, mas se a vida passa a ser secundária em prole dos escandalosos lucros de alguém que não entra nesse voo, diria que alguém tem o mundo ao contrário, mas não serei eu, nem os 90% dos Pilotos PGA que se recusam a compactuar neste crime autorizado.

    Numa companhia em que a Administração insiste em planeamentos impensáveis, que enviam pilotos para casa, com baixas médicas, fatigados, levados ao seu limite, para que os lucros de alguém aumentem… de facto, alguém quer um mundo ao contrário… mas os Pilotos recusam-se a pagar com as suas vidas. Os Pilotos não estão à venda, não fazem greve para enriquecer, ou talvez o façam, se como diz a sabedoria popular: “Não há maior riqueza que saúde!”

    Não há um único piloto a fazer greve de ânimo leve. A greve é sempre a última opção, uma opção desgastante, uma última esperança de fazer valer o que devia ser prioritário: o direito à vida, pela segurança. Quanto custará ao Estado custear esta segurança? Compensará o custo da greve? Nada disto faz sentido, num mundo (idealmente) normal.

    Um Piloto “normal” da PGA”
    Vale a pena pensar nisto, não?!?
    Catalina Caldeira

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