Tente descobrir o que fez António Costa fora da política

Mário Soares no DN

António Costa é um homem político, com princípios e valores, e tem um grande amor pela sua pátria. Tem um plano de atuação financeira, política e social, que se tem revelado desde o tempo em que ainda era da Juventude Socialista, e ficou socialista até hoje. Foi presidente do grupo parlamentar do PS, ministro dos Assuntos Parlamentares e da Justiça e, depois, ministro de Estado e da Administração Interna. Deixou agora a presidência da Câmara de Lisboa para ser o líder do PS(…)

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19 pensamentos sobre “Tente descobrir o que fez António Costa fora da política

  1. Não me admira que o autor do texto e a personagem do texto achem natural pensar e falar desta forma do mundo esquizofrénico da política, porque nunca contactaram com o mundo real.
    Já me custa compreender que a malta jovem que aqui pontifica, ligada ao mundo real da economia e das empresas, aceite jogar o mesmo jogo, com as mesmas regras,
    A questão mais funda não são os mários, nem os antónios.
    A questão mais funda é o regime.
    Devolvamos o poder ao povo.

  2. Baptista da Silva

    “Tem um plano de atuação financeira, política e social”… será que o Marocas podia detalhar esta parte? Aguardo sentado.

  3. jo

    Antes andar a fazer isto do que subsistir a dar cursos de formação para pessoal inexistente de aeródromos municipais.

  4. João de Brito,

    Pede que devolvamos o poder ao povo. Acompanho-o. Porém todas as suas intervenções colocam mais poder no Estado, poder esse que lhe é dado pelo indivíduo. Ou melhor, que é tomado ao indivíduo.

    Se quer devolver o poder ao indivíduo, à pessoa, defenda de uma vez que o Estado paquidérmico tenha uma cura de depuralina e saia da esfera económica, onde andam os abutres colados ao orçamento do Estado a mamar da teta.

    Não lhe causa impressão que o Marocas defenda o SNS e se vá tratar ao Hospital da Luz?

  5. Luís Lavoura

    Tente descobrir o que fez António Costa fora da política

    Sinistro é pensar no que fez Pedro Passos Coelho fora da política. Parece que se serviu da política para fazer negociatas. Antes não tivesse feito nada, como o António Costa.

  6. Luís Lavoura

    João de Brito

    a malta jovem que aqui pontifica

    Não sei se será tão jovem assim – numa fotografia dela vi uma data de barrigas já bem proeminentes.

  7. Luís Lavoura,

    As manigâncias do Costa fizeram mais mal que as do Passos Coelho. É tudo uma questão de escala.

    Olhá Grécia que vai de frosques! Com o Costa trilharemos a mesma vereda e acabaremos no mesmo fosso.

  8. JP-A

    Se há ocorrências com potencial para levar a uma nova maioria absoluta da direita, são as publicações de textos do Mário Soares no DN, os recursos do proto-filósofo e as conferências de imprensa dos seus “advogados”
    🙂

  9. FMC!
    Bom dia!
    De certeza que nunca viu em nenhum dos meus despretensiosos textos defender a prepotência e a omnipresença do Estado.
    Provavelmente terá sido a minha referência, como exemplos, a países que dão prioridade à justiça social que o induziram em erro.
    O que eu, de facto, defendo é um Estado Regulador, que garanta a tal justiça social.
    Ao contrário do nosso, que em vez de regular, é corrupto e extorque aos pobres para dar aos ricos.

  10. tina

    Para tudo na vida, é preciso estar-se qualificado ou apresentar experiência adequada; quando toca a governar um pais, qualquer gato pingado pode fazê-lo.

  11. Mário

    Este crava é vosso.
    Frase proclamada pelo jovem discípulo do político 44 na noite das eleições.
    Guterres ao ouvir tal, meteu as mãos à cabeça, tapou os tímpanos e murmurou
    — Este ainda vai ser pior que o 44.
    E mais não disse.
    Nem à merda o mandou

  12. Mário

    Anda para aí a ideia de que costa não fez nada…
    Coitado
    Aconselho-o vivamente a massajar o recto com um talo de couve.
    Despeja logo tudo

  13. lucklucky

    “De certeza que nunca viu em nenhum dos meus despretensiosos textos defender a prepotência e a omnipresença do Estado.”

    Obviamente que defende, basta ter dito as palavras mágicas “poder para o povo”

  14. João de Brito,

    Todos os países de que o João de Brito dá exemplo têm ou tido problemas com o estado social ou com o estado da sociedade. Os primeiros parece que estão a reformar-se, e os últimos têm três problemas persistentes: o pequeno almoço, o almoço e o jantar.

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