Galamba School of Economics

Sem o padrão da Burberry’s que tão diligentemente cumpre a tarefa de abrigar as cordas vocais que vociferam com húbris repetido disparate, terá de servir a gola alta por ajeitar ao nosso distinto «deputado excitado» que nos traz um bocadinho de Varoufakis, pese embora longe do original. E porque a altura é propícia, recordemos basilares conceitos da sua defunta teoria económica:

Screen Shot 2015-01-21 at 15.28.33E depois bafejêmo-los com a desavinda realidade, essa grilheta impiedosa do sonho socialista e lavradora da opressão neoliberal:

Galamba_School_EconomicsE mais um mito desfeito.

34 pensamentos sobre “Galamba School of Economics

  1. Manuel Costa Guimarães

    Mário, perderes tempo com esse pateta é a tua forma de carregares a cruz? É o teu sacrifício pela Humanidade?

  2. João Martins

    Mas ainda não chegamos á decisão colectiva de que o Pirata Galamba percebe tanto de economia como o Francisco Louçã de fisica nuclear?
    Um deputado do PS com a retórica de um deputado do BE, não pode dar boa coisa. Tendo em conta que foi sócrates que o introduziu na vida parlamentar em 2011, que mais se pode esperar?

    Se nada fizermos, eis o nosso próximo ministro das finanças.
    Temor. Temor, Senhores.

  3. lucklucky

    “Um deputado do PS com a retórica de um deputado do BE”

    Sócrates e Teixeira dos Santos eram diferentes?

  4. Miguel

    Deus nos livre desta gente no poder… e o problema é que quando o partido não é aceite popularmente estes iluminados filiam-se também na direita: 9/01/2013: «A pesada carga socialmente destrutiva que envolvem [FMI], no seu conjunto, é completamente inaplicável ao nosso país, pelo que tais sugestões nos parecem um exercício surrealista», refere o PSD-M em comunicado assinado pelo seu presidente, Alberto João Jardim, citado pela Agência Lusa.

  5. Luís Lavoura

    Contrariamente àquilo que este post sugere, a evolução, obviamente diferente, dos juros da Grécia e de Portugal só serve para corroborar a tese de Galamba de que as finanças públicas são irrelevantes.
    De facto, a situação das finanças públicas dos dois países é muito similar: ambos têm saldos primários ligeiramente positivos, ambos têm saldos totais cerca de 4% negativos, e ambos têm dívidas perto dos 200% do PIB (a dívida direta de Portugal é inferior, mas Portugal tem mais dívida indireta, nas empresas públicas e quejandas).
    Temos portanto dois países em situações de finanças públicas muito similares mas cujos juros evoluem de forma distinta, demonstrando desta forma a irrelevância das finanças públicas.

  6. Miguel Noronha

    Portanto para si quando se fala em “finanças públicas” só interessam os saldos primários. A conta de capital e as expectativas de evolução e de obtenção de financiamento são irrelevantes.

  7. Fernando S

    Luis Lavoura,

    Se nada acontecer entretanto a Grécia está a poucos dias da ruptura financeira !…

  8. Miguel Noronha

    “e colocaram-na fora dos mercados!”
    Só me confunde que na altura das eleições andaram todos a dizer que o governo do Syriza ia mandar a “troika” à sua vida e ia financiar-se autonomamente. Pelos vistos era mentira.

  9. Simão

    Sr. Mário Amorim Lopes…… a dívida de Portugal no seu conjunto, (dívida pública+ dívida PRIVADA e acho “estranho” (passe o eufemismo) que só se fale da pública e não da PRIVADA) é, de longe, superior à da Grécia.
    Ora…se Portugal (como um TODO) está muito mais “agarrado aos guizos” que os gregos… qual o porquê deste comportamento (esquizofrénico?!) dos mercados?!

    Deixemo-nos de tretas. É como muito bem dizem nos EUA e até no Reino Unido:
    “It’s just fiat currency. Printed out of NOTHING and backed by NOTHING”

    Desminta.

    PS – Deveríamos ter tomado a opção que, na altura foi tomada pelo Reino Unido, pela Dinamarca e pela Suécia: Euro?! Obrigado mas não.
    Foi um erro próprio de IMBECIS E REMATADOS IDIOTAS (na sua estulata vaidadezeca dos “pelotões da frente” e de um novo-riquismo intelectualóide a roçar a maior estupidez tudo aliado á sanha de “cheap money”) e nossa entrada no Euro (moeda completamente desajustada às possibilidades da economia portuguesa) foi um tremendo erro.
    Como o corrigir?!
    A realidade (nada bate a realidade de um país mais endividade que a Grécia)….nada bate a bate a realidade. Só uma questão de tempo.
    Cada vez que vejo e ouço os mesmos idiotas a repetir o mantra de que a entrada no Euro foi boa para Portugal só me apetesse enfiar-lhes dois pares de estalos a tanto imbecil do novo-riquismo e dos juros baratos.
    NUNCA Portugal teria chegado a este endividamento pois a manutenção do Escudo (com taxas de juro bem superiores às da Zona Euro) iriam prevenir esta pouca vergonha.
    Lembro-me bem do tempo em que era tudo a crédito, desde as batedeiras, passandos pelos “pópós” até às casas.
    Não há dinheiro?! oh vocês que se julgava muito “êropeus”??
    É a vida.
    Vergar a mola, pés na realidade (estamos em PORTUGAL) e menos taras de miríficas prosperidades que nunca existiram (abastecidas a crédito) e mais TRABALHO!

  10. Simão

    Já agora….. quanto €€€€ foram impressos a partir do NADA ABSOLUTO enquanto escrevi o meu comentário?!
    (a REALIDADE é dura mas aguentem) 🙂

    Ver liberais (LMFAO) a defender o actual sistema de reserva fraccionária é o mesmo que ver pinguins no Equador ou palmeiras na Antárctida.

  11. Simão

    ……..ou olvidaram-se que o BCE anda a imprimir €€€€ a rodos?!??
    (custa, há pouco tempo nestes blogues era tida como um impossibilidade mas…..está a contecer)
    É a vida:

  12. antónio

    Simão, o tempo do tudo a crédito de que fala (desde batedeiras a popós passando pelas casas) foi uma tendência mundial e ficou talvez a dever-se a uma estagnação generalizada do poder de compra dos salários.

  13. Simão

    “… foi uma tendência mundial…”

    Pois foi (mais nuns sítio que em outros) mas….correu mal.
    Agora que “the chickens are coming home to roost” muito por causa da irresponsabilidade e/ou wishfull thinking a escala planetária (como diz) fica tudo muito escandalizado.
    Com franqueza. Haja paciência para tanta estultice.
    No fundo o que (da Direita à Esquerda) queriam era a continuação das batedeiras a crédito barato.
    O BCE está a ajudar um bocadinho…..”if you don’t have money, then, print some”.
    Ah os liberais de hoje em dia…… 🙂

  14. M.Almeida

    Quando o Galamba achava o mesmo que António Costa, certamente:
    “consolidar as finanças públicas, reduzirmos o deficit e a divida, não é isso que distingue a esquerda da direita. Isso significa BOA GOVERNAÇÃO. Sendo de esquerda ou sendo de direita temos de governar bem e governar bem significa ter as finanças públicas sólidas, diminuirmos o deficit e diminuirmos a nossa divida. Isso é absolutamente essencial.. Quem nega esta prioridade, pode querer capitlizar com facilidade o natural descontentamento das pessoas. Nós não andamos de olhos fechados. Sabemos bem que em Portugal há muita gente que está a sofrer, há famílias que estão no desemprego, há famílias que sofrem perdas de rendimento, há empresários que vêem as suas empresas a fechar, há pessoas que olham para amanhã e têm medo do que lhes pode acontecer amanhã, mas há uma coisa que nós sabemos é que o nosso dever é sermos solidários, o nosso dever é não ignorar a realidade, mas o nosso dever em 1º lugar para com Portugal e para com os portugueses e para com os que estão a sofrer é com toda a determinação e com toda a coragem atacarmos o mal prioritário reduzir a divida, reduzir o deficit consolidar as contas públicas,. Essa é a nossa consciência”. António Costa COngresso do PS 09-04-2011 (Já a seguir ao pedido de resgate)

    Alguém por favor que relembre isto a Galamba, a Costa e ao PS em geral.

    Obrigado.

  15. José7

    Cada vez que leio uma coisa saída da cabeça do Galamba: tráS! BUM! É InEviTÁvEL! Metaforicamente falando aquilo é uma autêntica marretada na psique, e dou por mim sempre a pensar o mesmo: os senhores deputados antes de entrarem no hemiciclo para parirem ou aprovarem Leis, deveriam obrigatoriamente soprar para o balão, e regularmente serem submetidos a testes de despiste de drogas. Os resultados seriam obrigatoriamente tornados públicos e não implicariam a perda do mandato.
    Quanto ao Galamba estaria desde já dispensado das duas coisas, pelo menos até concluir a cura de desintoxicação…

  16. lucklucky

    “Deveríamos ter tomado a opção que, na altura foi tomada pelo Reino Unido, pela Dinamarca e pela Suécia: Euro?! Obrigado mas não.”

    Então queria a Venezuela?

    A maioria do complexo Político-Jornalista tem cultura Social-Populista-Keyenesiana logo a bancarrota é inevitável.

    E que falta de memória, já se esqueceu que as outras pré-bancarrotas do regime foram com o Escudo?

  17. António

    Até este governo de “direita” entrar em funções eu costumava ler por aqui muitos post contra a UE, o Euro, a moeda fiat, a “impressão de dinheiro”, os juros ultra baixos, etc. E que a divida era impagavel, que isto ia tudo explodir, que ou nao se pagava, ou a inflaçao subia, ou ambas…e não era só para Portugal, Grécia, e UE. Era também sobre os EUA, GB, etc.

    De repente, nos ultimos anos, já não se fala em nada disto. Mas algo me diz que se o PS for para o governo logo retornará esse discurso…

    Já agora, a moeda fiat, tão odiada pelo liberais, a impressao maciça de dinheiro, a baixa extrema de juros, as dividas astronómicas…foram mais longe que nunca. Nada explodiu, tudo continua a funcionar. Os EUA e GB já estão a sair da recessão, e diz-se que a UE vai pelo mesmo caminho.

    A impressão de dinheiro e baixa de juros juntou-se à inflação baixa (ao contrário do que previam, aqui, os liberais) para ajudar a andar em frente…

    Vitória dos Keynesianos?

  18. lucklucky

    Estou a ver que o António não deu pela bolha nos mercados de acções…que é o que segura isto…

    “Os EUA e GB já estão a sair da recessão, e diz-se que a UE vai pelo mesmo caminho.”

    Onde o défice é maior que o crescimento ainda é recessão.
    Conseguem pagar as dívidas que fazem todos os anos?
    Se a resposta é não, então é um castelo de cartas.

  19. meep

    Na realidade, dá para explicar isto também com o BCE. Está no limbo do ajudo/não ajudo os gregos, logo a diferença pode ser o prémio de risco por o sistema bancário grego ser subitamente abandonado pelo BCE. Este fator, embora dependa das finanças públicas, não deixa de ser institucional e evitável.

  20. António

    lucklucky,

    Então, segundo você, os EUA, GB, Japão, e UE (e, por arrasto, o mundo quase todo) estão em recessão, não vão conseguir pagar as dividas, e isto é um mero castelo de cartas que ruirá em breve…certo?

    Talvez. Não sou adivinho, e muita coisa se tem dito, todos parecem ter meias verdades…

    O que vejo, é que a divida portuguesa hoje é muito maior que há 5 ou 6 anos atrás (as dos EUA, França, Alemanha, etc, também) e nunca se pagaram juros tão baixos…por mais que o Galamba seja um cretino, temos de concordar com a afirmação dele nste caso. É a realidade dos numeros.

    Também vejo o mundo ainda não ruiu, continua a avançar, e diz-se que até está a melhorar nos EUA, GB e UE. Apesar dos juros ultra baixos, das mega impressões de moeda fiat, das dividas maiores que nunca…

    E também vejo que por aqui, desde que este governo entrou em funções, e mais ainda desde que a Grécia passou a ter um governo de “esquerda”, se deixou de falar contra o Euro, contra a UE, contra os juros ultra baixos, etc. Agora isso tudo já é bom?! Talvez porque em Portugal, na Alemanha, Espanha e em mais alguns países chave da UE os governos sejam de “direita”. E por isso, se eles são contra tudo o que os liberais dizem, os liberais calam-se…

    A própria realidade parece não dar, por enquanto, respaldo às teorias liberais.

  21. Nuno

    Eu até percebo o que o Galamba quer dizer, dentro do contexto do seu pensamento keynesiano.
    É a ideia de que mantendo-se a inflação baixa há um “almoço grátis” que pode ser servido pelos Bancos Centrais aos Governos e que, deste modo, a austeridade é de facto dispensável.

    Esquecem, por um lado, que não há inflação de bens de consumo porque há inflação do preço dos bens de capital, e por essa via transferência de riqueza para a classe detentora de capital financeiro (com acções a valorizar ao mesmo tempo que obrigações!), e por outro lado, que a repressão financeira responsável pelas taxas de juro baixas apesar dos enormes stocks de dívida impede a sua liquidação e a recuperação da procura e o restabelecimento da poupança e do investimento (mesmo com taxas negativas, o investimento privado continua sem recuperar).

    E assim, apesar da propaganda, a evasão à cura distorce apenas a distribuição do rendimento favor do financeirismo em detrimento da produção e impede a recuperação.

  22. António

    Nuno,

    Percebo o que explicou, e parece-me que faz todo sentido.

    Só há algo que você confundiu: quem está a aplicar esta politica ecomico financeira (pouco me importa se lhe chamam de esquerda ou direita, liberal ou keynesiana) não é o João Galamba, nem o PS, muito menos o BE ou o PCP.

    Quem está a por essa politica que você critica em pratica são governos de “centro direita”, em Portugal, em Espanha, na França (até há 3 anitos), na Alemanha, até na Grécia (até há 2 meses), na GB (há quase 4 anos), nos EUA (já vão na mesma linha há decadas), no Japão…

  23. Migael

    Caro Simão, a liberdade é um direito inalienável e o direito de contrair dívidas, infelizmente para si, encontra-se dentro das liberdades individuais desde que tenha alguém disposto a me conceder crédito.

    O euro trouxe benefícios sim, uniformizou a europa e tornou-a mais competitiva internamente (modernizar ou morrer: ver o exemplo da industria do calçado) e a estabilidade de preços em território europeu é de facto um brinde à liberdade para o consumidor – que somos todos – e um pesadelo daqueles empresários e lobbistas que gostam de comprar stocks e aguardar pela inflação para verem os seus investimentos dar bastantes rendimentos sem muito esforço.

    O euro também melhorou as condições de vida dos mais pobres que deixaram de ver os seus salários mirrar, com uma inflação de dois dígitos ao ano!! Impôs realidade às promessas dos Governos e a terem que enfrentar a dura realidade, principalmente aos governos socialistas.

    O euro também lhes deu facilidade de crédito – embora muitos dos portugueses ao verem-se com dinheiro que apenas se encontrava destinado aos empresários se tenham descontrolado, mas o processo de aprendizagem também passa por cometer excessos.

    Nota: não será por acaso que 90% dos sorteados portugueses com o euromilhões, ao se verem com tanto dinheiro o percam ao fim de 3 anos – já nos estados unidos e reino unido a percentagem desce para 35%.

    Há ainda quem goste de fazer comparações: “O café custava 50 escudos em 2001 e 50 cêntimos em 2002, foi um aumento de 100%” Mas esquece-se que o preço do café subiu de 25 escudos em 1995 para 50 escudos em 2001 e ignora completamente que o preço do café manteve-se inalterado de 2002 até agora…

    Já agora, para os saudosistas do escudo o meu avó, por exemplo, diz que ser pago em Reis é que era… E ele sabe do que fala uma vez que já lhe pagaram em réis, escudos e euros!

    Fontes:
    http://www.cmjornal.xl.pt/domingo/detalhe/familia-milionaria-recebe-agora-rendimento-minimo.html (2009)
    http://www.sol.pt/noticia/113307 (Vencedor do Euromilhões condenado a 22 anos de prisão – 2010)
    http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=13786 (Euromilhões: Sabia que maioria dos vencedores perde tudo em dois anos?)
    http://www.businessinsider.com/14-lottery-winners-who-blew-it-all-2012-3?op=1

    Exemplos destes não faltam…

  24. Miguel

    Nota: Um liberal pode defender o euro como sistema de trocas e criticar o euro como sistema fraccional… Alguém andou a confundir conceitos.

  25. Renato Souza

    Antônio esquece que em quase todo mundo, direita e esquerda são discípulos de Keynes (e, portanto, naturalmente esquerdistas, porque Keynes representa a intervenção). Agora porque passe de mágica transformou os governos da Espanha e França em “direitistas”, isso me escapa. Mesmo Portugal, é difícil classificar como direitista um partido chamado social-democrata. Mas é hábito da esquerda mudar as classificações. Stalin dizia que Hitler e Trotsky eram de “direita”…

  26. Renato Souza

    Antônio

    Quanto à baixa inflação de preços, apesar da inflação monetária, isso tem explicação dentro mesmo das teorias liberais.

    1. Aumento da produtividade concorrência e melhoria tecnológica puxam preços para baixo. Durante o século XIX, por conta disso, houve de forma geral uma constante deflação de preços nos EUA. Evitando que os trabalhadores gozem dessa vantagem, o inflacionismo monetário prejudica-os.
    2. Os EUA, por terem uma moeda internacional, exportam parte dos efeitos inflacionários (isso vale em menor medida para todos os países cuja moeda é bem aceita).
    3. Talvez o mais importante: BOLHAS!!! São uma maravilha para evitar inflação de preços, apesar da inflação monetária. Mas isso não é o que eu chamaria de “almoço grátis”. Em primeiro lugar, bolhas transferem riquezas (geralmente para pessoas já muito ricas). Em segundo lugar, bolhas explodem. Não sei se você se lembra, mas não foi nada indolor a última vez que uma bolha explodiu nos EUA. Pois bem, o governo americano está usando o mesmo método que levou àquele desastre, criação de bolhas. É politicamente indolor, porque leva tempo para que chegue a conta do “almoço grátis” e geralmente o governo que iniciou o ciclo não está mais no poder.

    Inflação monetária não é inócua. E conseguir evitar que a inflação monetária se transforme em alta inflação de preços pé possível, mas gera problemas importantes, graves.. Inflação monetária não é uma boa política, nem é uma política necessária (muitos países saíram da pobreza para a riqueza sem praticar políticas de alta inflação monetária, e todos os que praticaram as mais desenfreadas inflações monetárias, destruíram suas economias. O fato de demorar um certo tempo para o inflacionismo cobrar seu preço é um problema a mais, pois a maioria dos políticos sabe que ficará no poder por um tempo limitado, e sabe que pode colher os frutos sem pagar o preço político.

  27. António

    o FMI (será que o FMI é de esquerda?), liderado pela direita francesa, respaldas as ideias economicas de…Socrates!

    Mais estradas para animar a economia…

    http://www.publico.pt/economia/noticia/fmi-pede-mais-investimento-publico-para-reanimar-investimento-privado-1691603

    A economia é uma ciência fofinha (dá para tudo). Quando cruzada com a politica mostra-se esquizofrénica!

    Para mim que não sou economista, nem formado em finanças (mas lá tenho de ir gerindo a minha vida pessoal e empresarial) isto é só rir – para não chorar!

  28. António,

    A economia está a ser sustentada com perdas dos bancos centrais. Isso, tal como a fita cola, remedeia mas não corrige. Não se pode prolongar muito no tempo.

    Nem precisa. Basta começar a guerra, e há a desculpa necessária para que os que nos puseram aqui se lisquem e possam assobiar para o ar.

    Fique de olho na República Checa. Estou convencido de que o gatilho pode ser lá, ou na Hungria.

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