Nacionalismo: desespero e ideologia

Não é a primeira vez que a extrema-esquerda apela aos sentimentos nacionalistas para distrair as massas e afastá-las do que é importante. No caso do Syriza não se trata apenas de desespero, mas também de ideologia.

5 pensamentos sobre “Nacionalismo: desespero e ideologia

  1. As interpretações podem ser muitas porém, no essencial, não se amam!… É química… Hoje em dia “ideologia” é um luxo para aspirantes ao poder e uma impossibilidade para quem tem de pagar contas… Aí a única coisa que conta verdadeiramente é o bom senso, quando existe. Já se percebeu que a firmeza ideológica do Syriza talvez só tenha paralelo no “liberalismo reformador” do Passos Coelho…

  2. maria

    Que comparação!
    Passos Coelho (que eu criticava) recebeu um país falido com 11% de déficit, com hospitais falidos, com dívida de 2.000 milhões à farmácia, com dívidas debaixo do tapete, com swaps, tudo ou quase falido. Deu uma machadada em privilégios, isentou de taxas 6 mihões, só 12% pagam quase a totalidade dos impostos.
    Enquanto cair no banco o salário e a pensão, tudo fica esquecido.
    Claro que a segurança paga-se, mas temo-la e os cofres têm para 1 ano.

  3. Sim Maria, e o que é que ele fez? Socializou ainda mais o Estado, complicou-o, não desregulamentou, não simplificou, não reformou… Logo que a economia permitir o aumento do consumo (veja o setor automóvel e imobiliário já a soltar-se), vai tudo de volta ao mesmo com a dívida ainda maior. Se estávamos falidos, que se desengane quem pensar que deixámos de estar. Uma falência profunda e endémica, falência do sistema… Um desleixado a governar não fez muito melhor que uma fera socialista. Pasmo como ainda existem liberais que o apoiam… Ai a coerência, ai Jasus!!…

  4. Joaquim Amado Lopes

    Sim, Luis FA, (dispenso os detalhes porque o Luis FA os conhece embora finja que não) porque o Estado estar a semanas de não ter dinheiro para cumprir as suas obrigações e as taxas de juro a subirem exponencialmente, tendo sido necessário pedir ajuda internacional imediata, e o Estado ter garantido o dinheiro para os próximos meses e de cada vez que vai aos mercados conseguir juros cada vez mais baixos (parece que já são os mais baixos de sempre), tendo terminado o programa de ajuda internacional antes do que fora acordado, são basicamente a mesma coisa.

  5. Sim fez isso, ou seja deixou o tempo passar… Ficou paradinho a dar música ao Tribunal Constitucional (e a todos nós) e deixou a besuntice do monstrinho exatamente na mesma. Para sermos justos, não ficou tudo exatamente na mesma: em alguns casos até complicou!… Embora, para sermos ainda mais justos, também tenha introduzido algumas melhorias na gestão de recursos e responsabilização de quem gasta dinheiro, por exemplo na saúde e ensino. Gotas de água no oceano.

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