Ai Lello, recordar é viver

lello

José Lello não declarou conta de 658 mil euros Deputado do PS esteve 14 anos sem declarar este valor ao Tribunal Constitucional

Leitura complementar: Pode um homem que tenha falhado o pagamento de impostos no passado ser primeiro-ministro de Portugal?

6 pensamentos sobre “Ai Lello, recordar é viver

  1. tina

    E lembrei-me agora que PPC renunciou à sua subvenção vitalícia, com esse dinheiro teria pago 103658694745453677353735 vezes essa dívida.

  2. jo

    Não compreendi.
    Como José Lello não declarou os impostos PPC já não precisa de declarar?
    Ou talvez compreenda: como Sócrates só fez porcaria a governar, Passos Coelho tem carta branca para fazer o que quiser.
    Olhe que não está a dar grande resultado.
    Pelo menos o próximo primeiro ministro tem um capital de asneira acumulado que pode fazer literalmente tudo sem ser passível de censura.

  3. tina

    Sim, é melhor não mexer mais num assunto não assunto, é melhor passarmos para assuntos assuntos, Tipo, o que vai acontecer àquelas pessoas que acederam sem permissão ao ficheiro de PPC nas finanças?

  4. Fernando Almeida

    Agora entendo o motivo de o governo português se ter esquecido de que os “aposentados” (reformados) com valores da ordem do salário mínimo, ou inferior, estarem praticamente isentos de pagar impostos.
    Acontece que, desde Maio de 2013, o governo português passou a aplicar um “TAXA LIBERATÓRIA” (bonito nome…!) de 25% sobre as “aposentadorias” que transfere para RESIDENTES no BRASIL, seja qual for o valor da “miserável aposentadoria”.
    São 25% e não se fala mais no assunto…!
    Está claro que o Brasil acabou por RETALIAR, a partir da mesma data e na mesma moeda!
    Só existe uma diferença:
    – O Brasil chama a isso “IR no exterior”.
    Esta gente é muito distraída e a causa deve ser outra, que não os efeitos do consumo de queijo sobre o cérebro humano.
    Acredito mesmo que o queijo seria bom auxiliar de memória, sobre o seguinte, a saber:
    1.- Quem (e quanto) deve pagar imposto;
    2.- Quem está isento;
    3.- Que existe, entre Portugal e Brasil, um ACORDO DE SEGURANÇA SOCIAL;
    4.- Que os termos desse ACORDO devem sobrepor-se aos dessa coisa designada por “ACORDO PARA EVITAR DUPLA TRIBUTAÇÃO E EVASÃO FISCAL”.
    5.- Dupla tributação, nestes casos, seria centenas de vezes mais vantajosa do que um ROUBO de 25%. A isto chama-se amnésia de conhecimentos de Aritmética.
    6.- Que, em se tratando de transferências intermediadas por organismos de estado dos países interessados, essa coisa de “EVASÃO FISCAL” tem cheiro de anedota…!
    Existem as chamadas “FALHAS DE MEMÓRIA” para desenrascar. Deve ser o caso.
    Por exemplo:
    A)- Esquecer de isentar de impostos todos aqueles que têm parcos recursos;
    B)- Esquecer o pagamento de impostos, quando se recebe para cima de 10 salários mínimos por mês.
    C)- Esquecer de questionar o Governo de Espanha sobre como conseguiu livrar os seus concidadãos desse ROUBO de 25%.
    Está na cara que estas formas de esquecimento servem para equilibrar os recursos do erário público, não só, mas ainda (que bom…) para melhorar as receitas…!
    Os recursos decorrentes da alínea A) compensam largamente os esquecimentos descritos na alínea B), porque estes são poucos e os ESBULHADOS da alínea A) são muitos.
    Para tudo se requer ENGENHO E ARTE.
    Mas a mim numingânam não…!!!

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