A dissidência na esquerda

Ainda não estão volvidos dois dias e a guerrilha sectária na esquerda portuguesa já é notória. Eu é que sou Syriza!, gritam.

Momentos de grande diversão proporcionados pelos Che Guevaras indígenas. A não perder os próximos capítulos, que nos poderão trazer outras dúvidas existenciais de grande pertinência, como: «Seremos todos Syriza?»; «Todos os Syriza são iguais, ou haverá Syrizas mais Syrizas do que outros Syrizas?»; «É possível reconhecer anatomicamente um verdadeiro Syriza português?».

E num tom mais sério

«Ansiedades e perplexidades em torno do movimento syrizico mundial: Prolegómenos de uma problemática pertinente, urgente e consistente» (doutoramento apresentado no ISCTE, sob orientação do Professor Bagão Félix); «Pela mão de Tsipras – O Social e o Político na Pós-Modernidade Syrizica» (doutoramento apresentado na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, sobre a orientação do Professor Boaventura Sousa Sanatos);

Do Rui Albuquerque, no Blasfémias.

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