Insistindo na asneira

Bergoglio Jorge Bergoglio, o responsável máximo da Igreja Católica conhecido por “Francisco”, veio “clarificar” as suas declarações, feitas após os ataques terroristas em Paris, de que se chamassem um nome feio à sua mãe, ele daria um murro na cara ao autor dos insultos, declarações essas que foram interpretadas como uma justificação dos ditos ataques terroristas. Bergoglio, a bordo do avião que o levou das Filipinas a Roma, garantiu que não, que se tratavam apenas de uma “abordagem humana” à questão. E acrescentou que “em teoria podemos dizer que uma reacção violenta a uma provocação ou ofensa é uma coisa má”, que “em teoria podemos dizer que temos liberdade de expressão”, mas que na realidade “somos humanos”, e que também “há a prudência, uma virtude da coexistência humana”. Ou seja, depois de ter reagido aos ataques terroristas preferindo dar ênfase, não aos ataques, mas à questão da suposta ofensa das caricaturas do desengraçado jornal francês onde trabalhavam os assassinados, Bergoglio pretende vir “clarificar” essa reacção inicial insistindo na asneira, colocando a agressão à “coexistência humana” na falta de “prudência” dos assassinados, e não nos assassinos. Algo que diz tudo acerca de um senhor com quem muita gente parece simpatizar, talvez por prestarem mais atenção ao ar simpático do senhor do que ao conteúdo – arrisco dizer – malévolo do que por vezes diz.

32 pensamentos sobre “Insistindo na asneira

  1. jose carlos

    É verdade, o meu Papa tem vindo a proferir demasiadas declarações que podemos considerar infelizes. Ainda hoje mais uma frase bombástica sobre as mães que têm muitos filhos. Enfim, que Deus o ilumine a fim de futuramente ser mais prudente e evitar mais frases infelizes.

  2. Miguel

    Francisco, Obama, António Costa, Soares, o mundo está cheio de pessoas “fixes”, “cools”, com “ar simpático” que podem dizer grandes barbaridades que ninguém de importa e está tudo bem. Com “bons” assim, prefiro ser dos “maus”!

  3. Pessoalmente, nunca apreciei (nem sou católico). mas o estado de graça continua, basta ver o tom deliciado da RTP com a “surpreendente” declaração do homem sobre os coelhos

  4. lucklucky

    Heheheh:

    Rabbit Breeders Criticize Pope Over “Rabbits” Statement

    Rabbit breeders have criticized Pope Francis over his “rabbits” statetement. One should not make blanket insinuations of increased sexual habits against all rabbits, said Erwin Leowsky, the president of the Central Association of German Pedigree Rabbit Breeders.

    Sexual debauchery only applied to the wild-living animals. Procreation of bred rabbits would however run in orderly tracks.

    “He should probably think about letting such phrases go and allow contraception instead. In my opininion this would be more appropriate than letting loose with such silly talk”, Leowsky said. Francis had stressed on Monday regarding the ban on contraception in the Catholic Church that Catholics wouldn’t have to breed like “rabbits”.

    http://www.grenzecho.net/ArtikelLoad.aspx?aid=f1ef6a84-1378-4c77-8605-b954e3241d89

  5. Pingback: o treinador de bancada do vaticano | BLASFÉMIAS

  6. Arsénio

    🙂 O sangue sul-americano não ajuda à contenção… Vai valendo a “boa imprensa”. Provavelmente vão voltar a ficar-se pela Europa.

  7. zézinho

    Pelo que por aqui se lê, parece que o Papa não deveria ter direito a uma opinião livre. Mas ele insiste em ter, que chatice. Depois, admiram-se de os papas serem também baleados, como um já foi.

  8. Mas alguém disse que o Papa não tem direito a ter uma opinião livre? Ele tem o direito de ter e dar a sua opinião, e eu tenho o direito de, depois de a ouvir, ter uma opinião sobre a opinião dele, e criticá-la. Foi só isso que fiz.

  9. jose carlos

    baleado por um muçulmano, verdade ? daquela religião de paz e tolerância que dá lições a todo o mundo, certo ?

  10. Bernardo SB

    Mas está toda a gente com algum tipo de alucinação? Mas isto é um blogue liberal ou uma subsecção do avante? Vamos lá clarificar duas ou três coisas:

    1. Não há nenhuma pessoa ou instituição no mundo que defenda a vida humana como a Igreja Católica – não raras vezes através do seu sumo pontífice – defende. Ora,isto não joga com esse argumento enviesado utilizado por alguma comunicação social (estranhamente parte interessada na suposta liberdade de expressão!), ao nível de miúdo amuado, que diz que “quem não está comigo, está contra mim”, o que, mutatis mutandis, neste caso se traduz em “quem não idolatra o Charlie, deve ser atacado” que foi o que aconteceu com as primeiras pessoas a lamentarem as mortes, mas com consciência que isso não fazia de um pasquim cujo ofício é maldizer e ofender, amiúde de forma gratuita, credos, culturas e indivíduos, de repente, uma publicação respeitável e digna de veneração.

    2. O que o Papa e mais uma multidão de gente razoável defende é tão simplesmente que a liberdade de expressão é um valor fundamental, mas que não é – como querem fazer crer – o principal valor. De resto, é amplamente aceite que o valor da vida e da própria liberdade religiosa (mais não seja porque este segundo incluí a própria liberdade de expressão, associada a outras liberdades como a de pensamento) são valores muito mais elevados do que a liberdade de expressão e é por isso que os atentados devem ser condenados. Tal como deve ser condenada a situação na Nigéria (que pelos vistos ninguém quis saber), ou na Ucrânia, ou em grande parte do continente africano. Aquele continente onde tudo acontece de mau, mas que a civilização já está tão habituada que já nem dá espaço mediático a esses acontecimentos. Curiosamente, quem é que é a principal instituição a operar em África? Pois é, uma vez mais a Igreja Católica, e não uma qualquer coligação entre instituições jornalísticas que, apesar de marcar muito mais aquilo que é a opinião daquele cidadão com dificuldade a ter opinião diferente do que lhe é proposto, a nível prático, humanitário, de pouco vale. Obviamente, a vocação da Comunicação Social não é a de construir escolas e hospitais em África, e é verdade também que o seu papel de informar é muito importante, não pode é deixar de ser criticada quando tem uma agenda própria que acaba por manipular a opinião do leitor incauto no sentido dos seus interesses próprios. Como se a vida de 10 jornalistas fosse mais valiosa que a vida de 200 nigerianos e, sendo certo que, como hoje se vê, a liberdade de expressão nunca esteve verdadeiramente em causa, antes pelo contrário até foi reafirmada com mais força.

    3. Normalmente, e neste ponto nem me vou alongar muito, gabo aos autores deste blogue a independência de opinião e a pertinência dos assuntos. Se há coisa que eu aprecio neste blogue, é que a maioria dos autores não se prende com o politicamente correcto e pouco se importa com a popularidade daquilo que diz. Limitam-se a defender aquilo em que acreditam fazendo uma boa argumentação ou remetendo para bons textos e artigos sobre a matéria em questão. Agora, este post, veio ao arrepio de tudo aquilo que foi a minha descrição. Aliás, a falácia crassa de que quem critica o Charlie está a legitimar os ataques, como este post diz, já há muito que foi refutada por as mais variadas pessoas dos vários quadrantes e orientações ideológicas, e, de tão pueril e pouco lógica que é, nem vou a desmontar (o que de resto é um exercício de extrema facilidade).

    4. Por fim, e porque esta exposição já começa a ficar longa de mais, dar apenas a nota do oxímero que é os activistas da liberdade de expressão como valor inalienável e mãe de todos as liberdades, afinal acharem que a liberdade de expressão só se aplica aos que pensam como eles e logo vêm censurar todos os que afirmam algo que de alguma forma difira daquilo que é o pensamento instalado. Neste caso o pensamento instalado é que o Charlie é matéria sagrada, ai de quem ousar blasfemar a publicação pináculo da liberdade! Tal como nos anos 60 o keynesianismo era matéria sagrada e depois se veio a provar que era uma ilusão, aqui o que acontece é precismente a mesma coisa. A verdade, no entanto, como os autores liberais bem deviam saber, não se decreta nem é votada por maioria. A verdade é o que é, e nem sempre é afirmada por quem a diz promover.

  11. José Pedro

    Caro Bruno,

    Penso que está a ver esta questão de ponto vista que não tem em conta um aspecto que é necessário quando se lida com esta questão: As pessoas não gostam que outros gozem com o aquilo que se ama.

    Há brincadeiras e brincadeiras. Quando é demais, as pessoas afastam-se.

    Eu não gosto que gozem com a minha Mãe, Pai, Deus, etc. Podia enumerar várias coisas mas o que interessa é compreender que sim o Papa Francisco condena aqueles ataques, como quaisquer outros e o mesmo é de esperar que qualquer Cristão/Católico. Faz parte da nossa fé. Nada a apontar aqui.

  12. Depois, a liberdade de expressão não é certamente um dever de dizer tudo e mais alguma coisa que vêm à cabeça. E às vezes a quem se exceda nessa liberdade. Estamos num extremo quando para mim, essa liberdade está relacionada com estados autoritários/totalitários. Quando se goza com Deus ou a igreja, quem faz parte dela pode levar algumas coisas na brincadeira mas outras não.
    O caso dos Radicias é diferente pela sua mentalidade, na minha opinião, fechada, nada arejada e cega. Eles são provocados e reagem assim, parecem quase animais. Isto é um extremo que não tem lugar na nossa sociedade ocidental. Ora, eu não me calo por haver quem seja assim, mas não sou indiferente ao facto de estarem muitos muçulmanos na Europa (outra questão e extremamente importante).

    Para que existe o Charlie? Só para ter lucro?
    Qual o efeito que tem na sociedade? Nos vários “grupos”?

  13. Revoltado

    O Papa esteve bem no que disse, em ambas as situações. Em relação às caricaturas, passado o choque e a revolta iniciais, convém constarmos que a publicação das caricaturas causa grande dor às culturas àrabes. As manifestações de revolta pela última capa do Charlie mostram isso mesmo. Foram pessoas normais (é fácil e mais simples para nós catalogá-los de fanáticos mas nem todos o serão concerteza) que sairam à rua para se manifestarem contra essas caricaturas. Feitas em nome de quê? E a que propósito? Aquilo que para a nossa cultura parece (e é, ainda bem) algo de perfeitamente normal como caricaturar uma presonagem histórica, para outras culturas é uma ofensa terrível. E quem está correcto? Os povos árabes por se ofenderem com uma caricatura ou a nossa sociedade por, mesmo sabendo que causa uma ofensa grave a outros seres humanos, continuar a publicar essas caricaturas em nome da liberdade? Vale tudo para provarmos que somos livres (e talvez melhores que os outros)? Ou deveremos tentar respeitar essa diferença?

    Quanto aos coelhos: até que enfim que um líder religioso tem a coragem de vir dizer (se bem que muito timidamente) que nem tudo nas nossas vidas deve ser orientado para a procriação. Se líderes judeus e árabes fizessem o mesmo o mundo dentro de algumas décadas anos não seria um lugar tão mau como o caminho que esses povos agora levam irá fazer com que seja.

  14. Ricciardi

    Bruno,

    Compreende certamente que há duas dimensões do problema. O Papa referiu-se, nas primeiras declarações, a uma dimensão. Que não é ‘católico’ ou de bem andar-se a difamar ou insultar alguém. Ponto. Que o insulto convoca reacções. Ponto. Isto não é criticável. São factos.
    .
    Depois há a outra dimensão da coisa. A proporcionalidade da reacção. Não é ‘católico’ nem de bem responder a insultos de forma desproporcionada. A temperança é a resposta que implicitamente se pode inferir das declarações do Papa.
    .
    O Papa reagiu bem. E considero que deve continuar a não ter salamaleques na escolha das palavras. É homem sincero, de boa fé, e que diz aquilo que deve dizer sem olhar à eventual maldade interpretativa que grassa por esse mundo fora.
    .
    Rb

  15. k.

    Acho que os comentários do Papa sobre coelhos têm mais a ver com a abertura ao uso do preservativo (o que em África é crítico para impedir a transmissão do HIV). do que propriamente fazer filhos.

    Sobre liberdades de expressão, os católicos revêm-se nos muçulmanos, porque também gostariam que o seu deus estivesse acima da Comédia.
    Entendo a sua posição, mas discordo.

  16. JPT

    Caros três comentadores anteriores: não vale a pena. Se para alguma coisa serviu este triste episódio do Charlie, foi para perceber que a analogia das galinhas e do xadrez (que aprendi neste blog) serve como uma luva aos liberais – aos orgulhosamente “verdadeiros liberais”. Aqueles para quem as evidências que resultam da experiência, da lógica e do bom senso não valem nada ante os “princípios” (no fundo, como os comunistas ou os membros daquela sociedade discreta).

  17. Ricciardi

    E depois, vejamos, a inteligência vê-se nestas pequenas coisas. Conseguiu o Papa dizer uma verdade moral (que não é bom o insulto, seja o alvo que for) e ao mesmo tempo dizer que as reacções ao insulto são descabidas porque desproporcionais. Nem afrontou Cesar nem deixou de sublinhar a importância da temperança na convivencia entre pessoas de ideologias e religioes diferentes, na linha de Jesus quando disse ao manhoso que o queria apanhar por incitação ao não pagamento de tributos: »a Cesar o que é de Cesár, a Deus o que é de Deus».
    .
    Rb
    .

  18. JPT

    As evidências que resultam da experiência, da lógica e do bom senso são que (i) as sociedades ocidentais capitalistas que resultaram da globalização integram consideráveis populações de cultura não-ocidental, que não é possível (económica, jurídica ou eticamente) expulsar, nem, a curto prazo, dissolver; (ii) todas as liberdades devem ser exercidas de modo a não inviabilizar o funcionamento das sociedades que as garantem (coisa que devia ser tão evidente relativamente à liberdade de expressão como é quanto à liberdade de circulação de automóvel). Esta não é uma postura ideológica – é uma evidência prática, e é por isso que a questão Charlie se coloca em França – país das complicações ideológicos – e não em Inglaterra – país das soluções práticas.

  19. k.

    “JPT em Janeiro 21, 2015 às 10:38 disse:”

    Certo – eu não discordo consigo em principio, have razoabilidade na tomada de decisões, nomeadamente na definição de limites à liberdade de expressão.
    Mas não me parece razoável, que por uma revista com dificuldades economicas, que estava quase a fechar, ter sido atacada por um bando de idiotas, se tenha de abrir esta discussão.

    Por outro lado, não estamos a ver nenhum movimento organizado, com massa crítica, para atacar esta ou aquela religião.

    Estamos a falar de cartonistas. Não fazem mal a ninguem, deixem-os trabalhar.

  20. Nuno Cardoso da Silva

    Parece que para alguns gritar “Fogo!!!” num espaço fechado e cheio é o pináculo da liberdade de expressão. E depois de contar os mortos, vão-se queixar a quem?… O Papa – que para infelicidade de alguns se chama Francisco I e não Bento XVI – limitou-se a dizer o que é óbvio. Ser-se contra a violência é também ser-se contra os que a provocam. O pasquim Charlie Hebdo devia ser multado em 14 milhões de euros, que foi o que eles ganharam à custa do massacre…

  21. A Republica Cadáver

    Os policias que foram mortos, nomeadamente aqueles que o foram às mãos do ajudante dos irmãos kouachi, também deviam fazer uns desenhos muito ofensivos para terem tido tal destino… os imprudentes…

  22. JPT

    Fazer decorrer das críticas à “linha editorial” do Charlie (e à pretensa inexistência de limites à liberdade impostas pela vida em sociedade) o apoio ou, sequer, a compreensão pela atrocidade selvagem dos assassinos islamitas é o tipo de argumento que exclui, à partida, qualquer debate. os terroristas não se toleram, nem justificam, mas também não é necessário estimulá-los. Uma vez mais, é um argumento que associa os anti-clericalistas de matriz maçónica a alguns comentadores (de última hora) deste blogue cuja matriz me escuso de qualificar, e a outras pessoas a quem não ocorrem mais argumentos, mas que fariam melhor em procurá-los.

  23. Evidentemente que Francisco continua felizmente a “incomodar” muita gente daquela conhecida tendencia politica tenebrosa. Isso agrada-me de sobre maneira. Serà o sinal de que abana e oxigena muita lama hà dezenas de anos em estado de putrefacçao. E igualmente um bom sinal segundo o meu ponto de vista, eu que até escolhi com toda a liberdade e direito que me assiste nao ser Charlie.

  24. lucklucky

    Ficámos a saber a profundidade do pensamento protector das Divindades pelos comentadores que vão da Esquerda – esta 40-50 anos depois de se ter entretido a matar Padres e que na ultima década se entreteu a gozar com a Igreja – a alguma Direita Conservadora na verdade é mais Direita Oportunista, pois não é nada Conservadora a criar leis e a controlar o próximo.

    Gente que em maioria ou a totalidade não abriu a boca para ofensas antes, nunca se preocupou com ofensas e até quiçá as aplaudiu.

    Quando o Papa fala de ofensas no contexto do Terror está a fazer o jogo do Terrorismo Islâmico.

    E já sabemos que as reacções pela mesmas pessoas na caixa de comentários seriam totalmente diferentes se o terroristas tivessem sido da extrema direita , “sionistas”, ou americanos.

    É o pensamento neo-marxista pré formatado , que faz esta gente dizer: é preciso cuidado com o Urso Russo( agora o mesmo com o Islamismo Aliado), mas nunca são capazes de dizer é preciso cuidado com a Águia Americana.

    Não há mais.

    Basicamente o que asseguram é um Islão incapaz de se rir. Aliando-se aos Islamitas mais integristas. Nuno Cardoso da Silva ,Bernardo SB, JPT, Ricciardi , Aryan, José Pedro, Revoltado mais o Papa são os aliados das chicotadas do regime Saudita ao blogger, das perseguições do mais diversos Poderes Islâmicos a quem faz ofensas à religião.
    Desde o ácido na cara na mulher destapada à escola para crianças.

    Basicamente apoiam os sectores mais conservadores do Islão.

    Vão ter a recompensa.

  25. Renato Souza

    Quanto à questão abstrata, o papa disse a verdade: É ruim a ofensa, e pode gerar reações, e o ofendido deve ter o direito de se defender.
    .
    Quanto à questão concreta, disse um monte de mentiras. Vejamos a realidade que as palavras do papa escondem:
    .
    1. Os radicais islâmicos não são pessoas esquentadinhas, que podem reagir com excessiva emoção a ofensas, como uma pessoa que tem sua mãe ofendida. Eles são simplesmente os representantes atuais da mais bem sucedida estratégia de supremacismo já criada na história, que segundo alguns, conseguiu ser mais genocida que a estratégia de supremacismo marxista. Se for computada, além de todos os outros genocídios que promoveram, a imensa diminuição da população da Índia, durante a conquista muçulmana, eles ultrapassaram com folga os genocídios dos marxistas (que nas estimativas mais conservadoras, assassinaram 100.000.000 de pessoas, e nas mais amplas, 170.000.000, sem contar todas as mortes que promoveram em países não marxistas, através de guerras e tentativas de revoluções). Ultrapassar essas cifras é um feito notável, faze-lo e ainda obter o silêncio cúmplice de tantos, é quase inacreditável. Islamistas (que diferencio de islâmicos) como marxistas, tem metas, e essas metas incluem morte e escravidão em escala global, Como os marxistas, eles precisam de desculpas, e não de motivos. Sendo desculpas, qualquer coisa servirá. Não são apaziguáveis. Quem apenas reage a uma agressão, pode ser apaziguado. Quem age intencionalmente com fim a atingir metas, sempre arranjará novas desculpas.
    .
    2. A história mostra que a reação à violência islâmica gera seu diminuição, e a complacência com a violência islâmista (ou “alianças táticas” com ela) geram o seu aumento
    .
    3. Como os marxistas, eventualmente passam a se matar uns aos outros, pois a violência é da natureza do processo supremacista.
    .
    4. Por muitos anos, os islamistas tem assassinado cristãos À taxa de vários milhares por mês. Eles não tem direito algum de se sentirem ofendido, pois eles mesmos tem ofendido de forma muito mais grave, matando, estuprando, escravizando, humilhando, destruindo, incendiando, roubando.
    .
    5. Há uma aliança global entre as esquerdas e os islamistas. O apoio que as esquerdas (e seus aliados, os financistas globalistas engordados pelas políticas keynesianas implantadas pelas esquerdas) dão aos islamistas é imenso. Basta ver a imensa boa vontade da imprensa e da academia em relação a eles. Reforçando essa aliança, governos árabes financiam universidades e centros de pesquisa no ocidente, de maneira a ter meios para fazer com que as universidades calem os críticos do islã em geral, ou dos islamistas em particular.
    6. Sempre se soube, que o formato da imigração em larga escala, a partir de países muçulmanos, geraria a tensão social que se vê. Isso foi planejado para ser usado contra as instituições dos países ocidentais. As esquerdas só tem a ganhar com isso. Através de políticas keynesianas (alto salário mínimo, ciclos econômicos terminando em recessões, etc) eles mantém esses muçulmanos, em grande parte desempregados, ou sub-empregados, ou dependentes da assistência estatal. O resultado é maravilhoso: virtualmente todos os muçulmanos votam na esquerda. Através do multiculturalismo, ao mesmo tempo que evitam a assimilação, alimentam o vitimismo, e atacam, pelas mãos de terceiro, tanto as culturas locais como o cristianismo e a cosmovisão cristã. O crescimento de movimentos nazistas é também benéfico para as esquerdas. Pode-se demonizar os direitistas (associando-os ao nazismo) e pode-se demonizar também qualquer pessoa que aponte a irracionalidade desse formato de imigração.
    .
    7. Estabelece-se, através do multiculturalismo e das políticas “contra o discurso de ódio”, um duplo padrão legal. clérigos ou crentes cristãos são condenados e perseguidos pelo simples fato de serem conservadores, sendo isso classificado como “discurso de ódio”. Clérigos muçulmanos livremente pregam a ação violenta contra seus adversários, e isso é amplamente tolerado.
    .
    8. E a cereja do bolo, em muitos países (Noruega, por exemplo) policiais são acusados de “racismo” se a proporção de presos muçulmanos maior que a sua proporção na população. Ao mesmo tempo importam multidões de imigrantes justamente de países violentíssimos como a Nigéria, na certeza de que, livres para agir sem muita repressão, parte desses imigrantes irão reproduzir, em seu novo país, a violência de seu país de origem.
    .
    9. Como não poderia deixar de ser, as feministas deram a sua importante contribuição. Em primeiro lugar, silêncio absoluto em relação À imensa violência que as mulheres sofrem em países muçulmanos. Em segundo lugar, continuaram o tempo todo com o discurso difamatório, dizendo que os homens de cultura ocidental, brancos e cristãos, são por natureza todos estupradores. Confrontadas agora com o fato evidente de muçulmanos estuprando numa proporção bem maior que os ocidentais, mudaram seu discurso, dizem que o estupro é um valor cultural da África muçulmana, valor que deve ser preservado, e que essa violência, por parte deles, deve ser tolerada.

    O PAPA NUNCA FALOU DE NADA DISSO. Mas falou de algo mais importante: Uns tais desenhos, que deixaram uns caras de cabeça quente muitos zangados.

    Por que não te calas, Francisco?!?!?!

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.