Existirá Comprador Para a TAP?

logo_tap_ptO governo parece conseguir sempre encontrar mais formas de reduzir o valor da TAP (uma empresa tecnicamente falida e com grande necessidades de injecção de capital) e de reduzir o interesse dos investidores privados. De acordo com o jornal Público, o governo parece ter agora acordado com nove dos seus sindicatos que não poderão haver despedimentos enquanto o estado for accionista; que os trabalhadores terão assento num orgão que decidirá sobre decisões de impacto relevante na vida e futuro da companhia; que haverá limites ao outsourcing; e mais uma série de outras condições. O incumprimento destas regras dará lugar à anulação do contrato de venda sem qualquer indemnização.

A juntar a tudo isto, existe ainda a incerteza associada com as eleições legislativas que decorrerão este ano, com o PS a afirmar várias vezes que é contra o controlo da TAP inteiramente por privados.

Cada vez mais partilho da opinião do André Azevedo Alves, em que o Governo faria bem em ponderar a falência da TAP.

33 pensamentos sobre “Existirá Comprador Para a TAP?

  1. Jartelhos

    João,
    Aquilo que o artigo do André Azevedo Alves não explica é que é estranho. Aliás é sintomático do modo como muitos destes assuntos são abordados. Aliás em termos de argumentação o artigo dele, quer se concorde com as premissas ou não, é estupidamente fraco e ridículo!
    O André fala em custos para os contribuintes mas não explica quais. O André fala de custos sociais de fechar a TAP mas não mede quais.. etc,etc.
    Deixe-me por a questão assim: A TAP é qualquer coisa como 0,8% do PIB. A TAP exporta 2.1 mil milhões de euros logo sendo um contributo brutal para a balança comercial. O valor acrescentado bruto (VAB) da TAP é só 3 vezes o da autoeuropa.

    Olhem, permita-me voltar a colocar o comentário que já tinha colocado no post dele….

    “A TAP não tem custos para o estado. A TAP não vive de dinheiros públicos. Sim, a privatização da TAP será muito provavelmente feita sem benefícios monetários para o estado (pelo menos de monta) … mas o que me espanta é o André ter uma empresa portuguesa que exporta mais de 2 mil milhões de euros anuais (é biliões mesmo) e na verdade será algo a rondar os 0,8% do PIB porque será inevitável que o peso da mesma e da VAB da TAP na economia que é só de 700 milhões de euros (penso que agora é muito mais) ou seja 3 vezes o da AutoEuropa, desapareça. Vai-se livrar dos 1000 milhões (mais de) de superavit que a TAP traz para a balança comercial para ficar igual à Autoeuropa e Petrogal que importam tanto quanto exportam (logo valem zero nesse campo!). Também assistirá à redução substancial dos 200 milhões de euros que a TAP atira para a Segurança Social (é só o orçamento do RSI todo da zona centro do país), Porque não está a ver aquelas pessoas a arranjarem actividade que renda tanto (ainda por cima paga com dinheiro de exportação) . Já para não falar dos 700 milhões que paga em ordenados em Portugal… Tem muitas empresas assim?! – não tem nenhuma.

    Mas não, os Andrés (ou andrades) do porto acham que a Ryannair vai pagar impostos em Portugal, que a easyjet vai empregar números consideráveis de portugueses, que a Lufthansa ou qualquer outra vai criar uma rede com slots à partida de Portugal e não cedendo nos outros aeroportos como a TAP faz, que a easyjet vai transportar as macas e incubadoras com recém-nascidos das ilhas para Lisboa (não o faz, quer você queira pagar ou não!) …. Espere até um filho seu partir uma perna fora do pais e começar a bater á porta das companhias para o trazerem para Portugal numa maca… enfim. Uma conversa interminável.

    Um pais não é atrasado porque das componentes da sua estrutura social (política ou comunicação social, etc) é fraca… não é assim porque é tudo pouco esperto mesmo.
    É o destino.”

  2. Luís Lavoura

    O comentário de Jartelhos faz todo o sentido.
    Então vai-se declarar a falência de uma empresa que dá lucro (embora pequeno e incerto) e não tem dificuldade em financiar-se junto da banca?
    Então vai eliminar-se uma empresa que entrega montes de impostos (e, sobretudo, contribuições sociais) ao Estado, para a trocar por empresas que não farão nada disso?
    Então vai eliminar-se uma empresa que dá emprego a montes de portugueses, fazendo com que dinheiro entre no país sob a forma de salários, para a trocar por empresas cujos salários vão todos para fora do país?
    Que burrice!!!
    Lá que o André Azevedo Alves defendesse que se deveria declarar a falência do Metro do Porto ou da CP, eu entenderia. Agora, da TAP?!

  3. Nuno

    Claro que, mais cedo ou mais tarde, vai fazer-se isso tudo, Lavoura. Porque com este tipo de regras, não vão aparecer compradores que assumam a dívida, nem por 1€.

    E deixem-se de coisas. A TAP não se financia no “mercado” coisa nenhuma. Não no mercado das empresas “normais” que podem falir e não pagar as suas dívidas. A TAP financia-se no “mercado” de dívida garantida pelo estado – e para isso há quase sempre dinheiro. E mesmo quando o estado não dá garantias directas, a TAP financia-se no “mercado” das empresas que o povinho acha que estado “não pode” deixar falir.

    O estado perde muito em impostos se a TAP falir? Pois perde. O que se aplica a qualquer empresa. Por isso em vez de ir às assembleias de credores pedir o seu à frente dos restantes, a lógica dita que o estado deve comprar toda e qualquer empresa falida, pelo valor das contribuições e impostos que vai receber nos próximos X anos. Não interessa se a empresa continua a ter dívidas que demoram décadas a pagar. O que interessa é que com o estado como acionista é fácil pedir mais emprestado, ninguém é despedido, e sempre se pagam mais impostos.

    Ou a TAP tem um plano credível (depois dos planos falhados do melhor gestor do mundo, vaiado regularmente pelos trabalhadores) para pagar a sua dívida na totalidade em 5 anos e gerar lucros mensuráveis a partir daí, ou não há comprador. Sem comprador, ou o estado mete dinheiro e tem que restruturar a empresa (despedir, vender aviões) para não ser considerado ajuda de estado, ou vai à falência.

    Mas nós temos que ser originais e ser o único país da UE a ter uma companhia aérea, para não perdermos os impostos. Haja paciência.

  4. Luís Lavoura

    Nuno,

    com este tipo de regras, não vão aparecer compradores

    Penso que não é impôr demasiado aos compradores, que

    (1) A sede da TAP seja em Lisboa, continuando o eventual IRC a ser pago em Portugal.

    (2) Uma certa percentagem mínima de trabalhadores continue ao longo dos próximos 10 anos a ser portugueses e a pagar contribuições para a Segurança Social portuguesa e a receber os salários em Portugal.

    Penso que estas condições simples serão aceitáveis por qualquer comprador.

  5. jo

    Está a preocupar-se com os acordos que este governo faz. Como se este governo se preocupasse em cumprir acordos.
    A TAP é vendida, os compradores não cumprem os acordos, o que se faz a seguir?
    Prendem-se os novos acionistas? Faz-se falir a empresa com coimas? Atam-se os aviões por uma asa para os novos acionistas não mudarem de país? Entra-se numa ação interminável contra acionistas nos tribunais internacionais?
    Só mesmo líricos pensam que podem controlar uma empresa não tendo a maioria.

  6. Nuno

    Sim, mas não são essas as condições que estão a ser negociadas com os sindicatos.

    O que os sindicatos pedem é que, durante 10 anos: não haja quaisquer despedimentos ou layoffs, não haja qualquer subcontratação ou externalização de serviços (a TAP não pode subcontratar), que se limitem as actividades de Wet Leasing (basicamente, que a TAP não é subcontratada), e não se altere a politica de parcerias, joint ventures e alianças. Querem também que se mantenham os acordos de empresa, que se resolvam diferendos interpretativos a favor dos trabalhadores, que se mantenham complementos de reforma, prémios de jubilação, seguros de saúde e de vida, etc.

    Quem é que vai comprar uma empresa com uma dívida que precisa de décadas dos lucros actuais para ser paga sem poder: racionalizar custos (despedimentos, layoffs, benefícios), ou ser subcontratado (como forma de evitar os despedimentos e layoffs), subcontratar (crescer sem adicionar responsabilidades fixas), mudar a estratégia ou a política de alianças?

    Se está tudo a correr tão bem, vendam uma acção da TAP a cada trabalhador que a queira comprar por 1€. Ponham os sindicatos a mandar naquilo para não haver greves, assumam as dívidas e arranjem o pilim para pagar os aviões que já estão encomendados, mas deixem de usar o estado e os contribuintes como garantia para o desvario. Enquanto contribuinte não estou disposto a garantir 1000M€ de dívidas da TAP quando falta dinheiro para tanta outra coisa.

  7. JoaoMiranda

    Luís Lavoura,

    A TAP dá prejuízo. Não paga IRC.

    Se estes trabalhadores a TAP não receberem salário em Portugal, outros ou os mesmos o farão no seu lugar. O que interessa é o valor agregado e não o valor pago por trabalhadores específicos em empresas específicas. A TAP é uma empresa que destrói valor, e como tal tem uma contribuição negativa para o agregado. O custo de oportunidade de ter aviões, crédito e trabalhadores alocados à TAP é que esses recursos não estão a produzir riqueza noutros sectores.

  8. Luís Lavoura

    Nuno,
    nos meus comentários eu não disse uma palavra sobre as condições que o governo está a negociar com os trabalhadores da TAP. Não defendi, nem defendo, essas condições.

  9. Luís Lavoura

    João Miranda,

    (1) A TAP atualmente dá um lucro muito pequeno. Mas é possível que venha a dar mais no futuro. (Embora, tratando-se de uma atividade fortemente concorrencial, seja sempre de esperar que o lucro não seja grande.) Deve em todo o caso acautelar-se que o eventual IRC venha a ser pago em Portugal.

    (2) A TAP poderia despedir os atuais trabalhadores e contratar outros que tivessem residências fiscais no estrangeiro. Poderia progressivamente trocar o seu hub em Lisboa por um hub no estrangeiro, contratando trabalhadores estrangeiros. Isso corresponderia a uma enorme perda para o PIB português e para a Segurança Social portuguesa. O governo deverá assegurar-se de que a TAP privatizada não fará isso.

  10. Luís Lavoura

    Eu o que acho curioso é que, havendo em Portugal tantas empresas de transportes que estão sobrecarregadas de dívidas e/ou que dão prejuízo, a raiva de algumas pessoas se oriente tanto para a TAP. Não falam em deixar falir a Metro do Porto nem a STCP nem a Refer. Odeiam é a TAP.

    Está bem que não gostem de viajar na TAP e prefiram viajar nas low cost; gostos não se discutem. Mas, quando se trata do bem do país, e não dos gostos pessoais de cada um, há que reconhecer que a TAP contribui enormemente para o emprego de portugueses, para o PIB nacional, e para a Segurança Social portuguesa, coisa que as low cost não fazem.

  11. Jartelhos

    Nuno em Janeiro 15, 2015

    Nuno a dívida da TAP é a mesma há bem mais de 10 anos. Existem momentos em que baixa (a TAP está sempre a tentar baixar a dívida) e outros em que tem que voltar a subir mas a verdade é que há mais de 10 anos que é a mesma.
    Não existe nenhuma fórmula/forma contratual que sustenta a dívida da TAP que faça qualquer menção ao estado português. Nenhuma. Vale o que vale.

    JoaoMiranda.
    Só um louco acha que ao fechar a TAP os empregados irão gerar a mesma riqueza em qualquer outra indústria em Portugal. Pela simples razão que não há qualquer outra que exporte 2.2 mil milhões e com esse dinheiro pague 700 milhões de ordenados em Portugal. Não há!
    Ao fechar a TAP muitos terão que emigrar e os outros terão que executar outra actividade que de forma alguma terão o contexto da TAP. Empresa de exportação cujos princípios estratégicos é precisamente deixar o máximo desse dinheiro de exportação em Portugal. E não é só os trabalhadores da TAP. É toda a gente que indirectamente vive da actividade da TAP.

    Algumas notas.

    Quando a SN faliu, há mais de 10 anos, o tráfego no aeroporto de Bruxelas teve uma redução tão grande que só agora é que voltou a atingir os mesmos valores que tinha antes.

    O RSI afinal, todo é de 310 milhões de euros…. Se a TAP despejou 230 milhões na segurança social é bem mais do que aquele que é pago na zona centro!

    Por ultimo, a TAP já devia ter sido privatizada. Devia mas não foi.
    Agora uma coisa é defender a privatização para permitir que sobreviva…. Outra é defender a falência. Essa é de escorpião a atravessar o rio ás costas do outro. Estupido, estúpido!

  12. lucklucky

    “A TAP exporta 2.1 mil milhões de euros logo sendo um contributo brutal para a balança comercial.”

    Esta é hilariante, quanto custam os aviões? Quanto a TAP importa em fuel?

  13. «o tráfego no aeroporto de Bruxelas teve uma redução tão grande que só agora é que voltou a atingir os mesmos valores que tinha antes.»

    Todo o tráfego presente do Aeroporto de Lisboa passará a ser dirigido para Madrid, a seiscentos quilómetros de distância? As pessoas virão de burro depois para cá?

  14. JoaoMiranda

    Luís Lavoura,

    “A TAP poderia despedir os atuais trabalhadores e contratar outros que tivessem residências fiscais no estrangeiro.”

    Como qualquer empresa portuguesa o pode fazer. E tal como é possível a Portugal captar trabalhadores de outros países. É a atractividade do país que dita quantos trabalhadores pagam IRS cá. Manter artificialmente empresas tem custos e reduz essa atractividade. Os que se consegue manter de um lado perde-se do outro.Como disse no outro comentário, manter a TAP em Portugal por decreto tem um custo de oportunidade.

    As mais valias da TAP para o país estão representadas no lucro da empresa. A TAP dá prejuízo, por muito que queiram confundir alguns esporádicos lucros operacionais com lucro. É também irrelevante que a TAP seja um grande exportador. Se um exportador á prejuízo, então estamos a subsidiar o consumo dos outros.

  15. Jartelhos

    lucklucky em Janeiro 15, 2015 às 14:10 disse:

    Já expliquei que o contributo para a BC é de mais de mil milhões! sim, o combustível (mesmo que comprado à Galp) o leasing, slots, serviços pagos, etc abate aos 2.7 mil milhões de vendas!
    feitas as continhas “fica cá” os mil milhões.

  16. Jartelhos

    JoaoMiranda em Janeiro 15, 2015 às 14:54 disse:

    Essa sua conversa é de loucos!
    2 Mil milhões (dos 2.7 que é a facturação da TAP) pagam 700 milhões em ordenados em Portugal numa actividade que não tem paralelo! O desaparecimento da TAP não vai ser substituído (como aconteceria no caso por exemplo da CP) por outra empresa com actividade similar. Essa sua conversa é descabida. É como eu dizer que podemos acabar com o nosso exército porque o que não falta são exércitos nos outros países!

    50% do tráfego da TAP está em O&D e não pára em Portugal seu louco! Os 2 mil milhões (que deixam em Portugal 1000 milhões limpinhos) não é gente que vem para Portugal! É gente que vai de Frankfurt para fortaleza! Está a perceber? A única razão porque esses mil milhões ficam em Portugal é porque a TAP tem uma oferta aos alemães de Franfurt para Lisboa (gate3) e depois andam 400 metros e embarcam na gate 50 para o Lisboa Fortaleza e o dinheiro sustenta-os a si, ao RSI , aos estado social e a actividade económica do pais. Mas se essa oferta desaparecer é substituída por voos directos de Frankfurt para Fortaleza! … Mas que complexidade tem isto de ser entendido? Faça uma argumentação que tenha algo a ver com a realidade. Que conversa sem nexo e sem mérito!

  17. Jartelhos

    Francisco Miguel Colaço em Janeiro 15, 2015 às 14:23 disse:

    veja a minha resposta ao Joao Miranda… já leu? Já entendeu? quer que eu faça desenhos?

  18. lucklucky

    Então a compra/leasing dos aviões , mais as peças , não entra nas contas?
    Não é a principal razão por a TAP ser insustentável?

  19. Luís Lavoura

    João Miranda,
    a TAP não é artificialmente mantida. Quantas vezes é preciso repetir que o Estado português há muitos anos que não dá um tostão à TAP (porque é proibido por Bruxelas de o fazer). A TAP mantem-se porque tem as suas contas mais ou menos equilibradas e porque os bancos, sabendo isso, continuam a refinanciar a sua dívida. Não há qualquer manutenção artificial, não há qualquer intervenção estatal.
    Tal como já disse aqui, se o João Miranda se preocupa com a manutenção artificial de empresas pelo Estado, tem muitas empresas sobre as quais se debruçar, mas a TAP não é uma delas.

  20. Jartelhos

    lucklucky em Janeiro 15, 2015 às 16:00 disse:

    Já lhe disse que sim! que entra tudo isso e mais 25 tostoes…. e fica cá limpinho mil milhões de euros. Incrivel não é? ou pensa que a TAP é a merda da Autoeuropa?!

  21. Nuno

    Jartelhos, pouco interessa que a dívida se mantenha constante se continuam a ser precisos décadas dos melhores resultados operacionais para a pagar. Quando a isso se somam as necessidade de investimentos, o resultado é o óbvio: ninguém pega numa empresa assim, sobretudo se não puder mudar uma palha.

    Já percebemos que o choca que se deixe a TAP falir, porque acha companhia solvente. Mas o facto duma empresa ser solvente, não significa que os accionistas sejam obrigados a participar em injecções adicionais de capital, ou a garantir a dívida da empresa. O estado pode simplesmente nada fazer, além de tornar abundantemente claro que não garante as dívidas da TAP. Quanto tempo acha que a TAP sobrevive nessa condição?

    Finalmente, o argumento fiscal em que teima insistir é profundamente falacioso. Com uma carga fiscal superior a 40% do PIB, existem muitos negócios insolventes (ou pouco lucrativos) que são um óptimo negócio para o estado. Existem certamente vários negócios nessa situação no sector exportador e de bens transacionáveis, com dificuldade em sobreviver porque concorrem com mercados onde o contexto fiscal é mais atractivo. Acha que o estado deve investir em todos eles e/ou garantir as suas dívidas? Porque é que é mais importante para o estado manter aviões que fábricas de sapatos?

    De qualquer forma, eu concordo consigo. Se há quem considere a empresa solvente, não é preciso atirá-la para a falência. Basta reunir essas pessoas e oferecer-lhes a companhia por um valor nominal. Seja em bolsa, ou preferencialmente, aos trabalhadores que dela tanto gostam. Espero que tenha a coerência de ser dos primeiros a entrar com 1€.

  22. Caro Jartelho,

    Se a TAP privatizada deixar essa rota tão lucrativa de Fortaleza… tem mesmo a opinião de que os investidores são tolos? Serão, sei lá, funcionários públicos?

    Quanto ao desenho, venha ele. Os argumentos escritos não têm tido muita sustentação

  23. lucklucky

    “Já lhe disse que sim! que entra tudo isso e mais 25 tostoes…. e fica cá limpinho mil milhões de euros.”

    Você diz que sim , mas não apresenta documentos.

  24. “Já lhe disse que sim! que entra tudo isso e mais 25 tostoes…. e fica cá limpinho mil milhões de euros.”

    O que mudaria numa TAP privatizada? Os aviões passariam a aterrar em Madrid?

    Ou, sacrilégio!, seria em Beja, fora do que os lisbonetes (grafia intencional!) consideram Portugal.

  25. JArtelho,

    Se a TAP é tão boa, compre-a com o seu dinheiro. Se for um bom negócio, pode crer que o dinheiro aparece. Aproveite para comprar por um euro e fica milionário. Se a TAP for assim tão boa como diz, claro está.

    Deixa-se de pedir garantias para empréstimos do nosso dinheiro, e isso é sumamente bom.

  26. Jartelhos

    Nuno em Janeiro 15, 2015 às 19:33 disse:

    Nuno, não está em questão se a TAP deve ser privatizada. A TAP devia ter sido privatizada no inicio do século sendo para isso que se contratou o Fernando Pinto, devia ter sido privatizada após consolidação de contas em 2004 e quando se começou a ver os processos de fusão e aquisições nas companhias aéreas europeias e por ultimo devia ter sido privatizada em 2012.

    Eu, que participei no processo, no dia do conselho de ministros estava num restaurante de pouca recepção a comemorar …. Para logo depois descobrir que o conselho de ministros tinha voltado atrás! Fiquei “piurço”!

    Não é disso que estou a falar. Em momento algum.
    Estou a falar de um conjunto de pessoas que vive muito mais à conta da TAP que a TAP à conta deles e que sem argumentos que se entenda desejam que desapareça. Não entendo e é só estúpido!

  27. Jartelhos

    lucklucky em Janeiro 15, 2015 às 20:11 disse:

    Ao final do dia ou acredita ou não acredita (ou investiga!)… mas não me parece que você apresente documentos em muitos dos seus comentários, pois não? 🙂

  28. Pingback: Importa-se de Repetir? | O Insurgente

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