a deflação

“Nos últimos dias, têm vindo a ser divulgados os indicadores relativos à inflação nos países da União Europeia, e do Norte ao Sul da Europa a tendência é visível: os preços estão a baixar. No caso dos países da periferia europeia, em particular na Grécia, mas também em Portugal, a evolução é tal que já não se trata de menor inflação, mas sim de deflação”, no meu artigo de hoje no Diário Económico.

3 pensamentos sobre “a deflação

  1. ricardo

    Uma boa notícia.
    Vai ser mais desejável limpar os balanços dos créditos sem valor e o Investimento será tanto mais compensador quanto mais se destinar a melhorar a eficiência dos processos produtivos.
    Quanto aos consumidores vão ter mais rendimento real para consumir e poupar.
    Assim os governos e os bancos centrais o permitam…

  2. A. R

    Excelente. Uma oportunidade incrível para a as empresas investirem para aparecerem mais e melhores produtos.

  3. hustler

    “In the Eurozone, like in the rest of the world, the demand for safe assets is mechanically bound to increase, as they are needed to meet new regulatory and market requirements. Banks will hold more Government debt and other ‘high quality’ assets to meet the liquidity standards set up by the Basel Committee. Market transactions, whether or not intermediated by central clearing counterparties, will increasingly depend on the provision of high quality collateral.

    At the same time, and more specific to the Eurozone, the supply is shrinking. The Eurozone crisis has resulted in a large chunk of government debt losing its ‘safe asset’ status, as markets have become increasingly sensitive to credit and liquidity risks. This annihilation of previously safe government debt amounts to several trillions of euros. It is conceivable that it will produce macroeconomic effects on a large scale and for a long time while investors adjust their behaviour to a new, and unforeseen, environment.”,

    ou seja, o investimento físico permanece bem abaixo dos níveis pré-crise, apesar das condições financeiras extremamente vantajosas. Numa savings trap, os ativos livres de risco (dívida pública, etc.) são anormalmente atraentes uma vez que oferecem um excesso de retorno (em comparação com o equilíbrio); isso cria um desincentivo ao investimento – as taxas sem risco elevado comprimem os spreads com outros ativos a níveis insuficientes para compensar o risco económico percebido.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.