Não nos vergamos II

jornais

(3 jornais em Portugal a colocar na capa o que nenhum jornal inglês se atreveu. 3 directores de parabéns.)

12 pensamentos sobre “Não nos vergamos II

  1. Manuel Vilhena

    Apesar de concordar que estão de parabéns não tem comparação possível o nível de ameaça islâmica nos dois países.

  2. lucklucky

    Ou seja se a ameaça for grande cala-se. Elucidativo.

    Os jornais britânicos são nojentos começando no The Telegraph da “direita”

  3. HC

    Se, em vez de maomé, os cartoons atacassem a homosexualidade ou outro tema politicamente correcto(dominante) Charlie estava vivo, mas preso e/ou com pena suspensa (crime de ódio ou qq nome parecido) e o jornal provavelmente encerrado (ou pelo menos proibido de publicar os cartoons).

    Era toda a gente Charlie? Não, pouca gente saberia quem era Charlie.

    Está em perigo a liberdade de expressão?
    Em França é proibido levar uma cruz para a escola.
    Não me parece que esteja em perigo ser politicamente correcto em França.

    Agora anda-se a ver quem tem capas com cartoons do Maomé. Os bons têm, os cobardes não. Nota: os cartoons não têm piada nenhuma.

    Deve existir o direito de publicar os cartoons?
    Sim.

  4. Nuno Cardoso da Silva

    Estou farto de lamúrias! Eu não sou Charlie! Eu sou um dos tipos que estaria disposto a enfiar um tiro nos cornos dos que atacaram o Charlie Hebdo!…

  5. mggomes

    HC,

    Não podia estar mais de acordo.
    Apesar da reacção quase consensual (ignore-se a ordinária nojenta que dá pelo nome de Ana Gomes) neste caso extremo, convém que não nos desviemos do essencial: a protecção da liberdade de expressão em TODOS os casos, sem qualquer reserva.

    Em muitos casos dos que mencionou, os Charlies de hoje estariam a assobiar para o lado.

  6. Gil

    “Em muitos casos dos que mencionou, os Charlies de hoje estariam a assobiar para o lado”.

    Só quem não conhece o percurso de um Wolinski pode dizer que que aqui foi dito pelo HC e tirar a conclusão de mggomes. Talvez seja uma boa oportunidade para o conhecerem. Já agora: o Charlie Hebdo, não brincava com os princípios religiosos, mas sim com o fanatismo de alguns que dela se reclamam. Ao longo da sua história, fez o mesmo com católicos (sobretudo, os membros superiores da hierarquia), partidos políticos (todos! Sim, os comunistas também), orientações sexuais, etc.

  7. mggomes

    Gil,

    Pelos “Charlies de hoje” pretendia enquadrar não os jornalistas actuais do Charlie Hebdo, mas sim todos aqueles que hoje proclamam “Je Suis Charlie” mas que noutros casos de tentativa de restrição de liberdade de expressão certamente serão os primeiros a assobiar para o lado.

  8. carlos

    a capa do I é o exemplo acabado da sociedade hipócrita politicamente correcta. VOCES SABEM QUEM FOI Maomé *? não é verdade que foi um combatente feroz que matou, degolou, empalou todos os que se lhe atravessaram na frente. Não é verdade que comandou e continua a comandar exércitos para combaterem e decapitarem os infiéis ? não é verdade que casou com uma menina com 6 anos e a desflorou aos 9 anos ? …todos os ensinamentos do Corão que condenam a mulher adultera à morte por lapidação, a morte a homossexuais, a judeus, a cristãos etc …são amplamente defendidos e seguidos pela legião de muçulmanos em todo o mundo. Pelo menos os jornalistas do Charlie sabiam e conheciam a história de violência de Maomé.

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