Prosperidade por decreto (2)

Greece’s radical left could kill off austerity in the EU. If Syriza wins a possible snap poll in the new year, positive repercussions could be felt across Europe

O wishful thinking do Guardian é proporcional à alheamento da realidade e à ignorância de conceitos básicos de Economia. sendo bastante provável a vitória do Syriza nas próximas eleições será conveniente ir coleccionando este tipo de fantasias para posterior comparação com a realidade.

19 pensamentos sobre “Prosperidade por decreto (2)

  1. A. R

    Não há alma caridosa que lhes dê, neste fim de ano, um calendário em que os dois primeiros dígitos do ano tenham 20 e não 19?

  2. Miguel Noronha

    Aconselho-o a ler os posts do MAL sobre o QE nos EUA.
    Quanto à China é melhor procurar ler mesmo qualquer coisa.

  3. jo

    Sim porque a política que está a ser seguida na União Europeia em geral e na Grécia e Portugal em particular só pode ser classificada como um estrondoso sucesso.
    Se se preocupassem menos em procurar as causas do futuro falhanço do Syriza e mais em procurar as causas do nosso, os nossos liberais não faziam má figura.
    Mas eles preferem dizer que não faz mal as pessoas estarem piores porque isso melhora o país.

  4. X

    o Syriza será o mais gélido duche da esquerda radical europeia

    servirá de lição, é certo, mas nada nos garante q as pessoas aprenderão a ser sensatas

  5. Miguel Noronha

    “Ah!! Uma pergunta retorica. Adoro perguntas retoricas.”
    Parece-me ser bastante objectiva. Mas provavelmente você estará apenas um artificio retórico para evitar responder

  6. EMS

    O Miguel tem mais sorte que eu, não vê nenhum falhanço. Eu cá vejo-os e sinto-os todos os dias. Mas nada como trocar impressões com um optimista como o Miguel para levantar o animo a um homem.

  7. EMS

    X,
    os partidos do atual governo Grego são exactamente os mesmo partidos que colocaram a Grecia na situação em que está.
    Se o Syriza der um duche frio nos gregos eles não se vão importar muito. Afinal o Pasok e a Nova Democracia já trataram de os ambientar ás baixas temperaturas.

  8. Miguel Noronha

    “O Miguel tem mais sorte que eu, não vê nenhum falhanço”
    Eu disse isso? Eu queria apenas que me dissessem quais são. Mas está a ser mais dificil do que suponha.

  9. antonio

    Miguel,

    A China, apesar da evoluçao ainda é nominalmente “comunista, e, na pratica, um capitalismo de Estado, com forte intervenção do poder central, não só no sentido de regulação, mas também em marcar directizes e autorizaçoes de investimento, etc. E cresce a 8% ao ano, e agora a 7%, e continua a ser responsável pela grande parte do crescimento mundial.

    Os EUA fizeram nos ultimos 6 anos um nivel de intervenção governamental (a nivel monetário e militar) nunca antes visto…nunca se tinah visto tanta fabricação de dinheiro (nem mesmo na epoca BUSH, onde já era gigantesco o endividamento e expansão monetária e juros baixos). E está a crescer em PIB e mercado de trabalho…

    China e EUA são, de FACTO os maiores factores de crescimento do mundo actual.

    As teorias catastofricas sobre a China e ou EUA dos economistas aqui do blog, até à data nao passam de teorias…

  10. lucklucky

    “Funciona na China, e nos EUA. A reserva Federal fabricou triliões e a economia está a crescer 5%…”

    Funciona para si se for ao banco pedir xyz emprestado e nem sequer tiver a consciência como vai pagar. Depois deixa de funcionar…

    Não aprendeu nada. Ainda não descobriu uma coisa simples: qual foi o custo do crescimento.

  11. António R.

    Miguel,

    Tens consciência que grande parte dos loans (a juros absolutamente rídiculos) entregues a empresas que quiseram explorar o shale oil só foram possíveis porque o Quantitive Easing foi posto em prática, correcto? Noutras condições (como expurgar os activos tóxicos em vez de transferir para uma outra entidade) esses créditos só seriam atribuídos a empresas com muitas garantias.

    A consequência do QE acaba por ser, mais tarde ou mais cedo, uma expansão monetária – embora não materializada no momento. Basta ver a loucura que se está a passar no Japão. E nem é difícil perceber como isso acontece: se pensarmos que o novo crédito não vai mais do que inflaccionar um novo conjunto de activos que ficarão sobrevalorizados no médio prazo.

  12. Miguel Noronha

    Sem o QE o petróleo não teria subido tanto. Não percebo a sua questão. O que existiu foi uma trasferência de parte da liquidez dos EUA para os produtores de petróleo. Nesses países a inflação foi alta. Quanto à segunda parte da questão penso o MAL deixou bem claro porqur razão o QE não produziu uma subida generalizada dos preços. E uma vez que nos EUA o Fed já terminou o programa tendo as entidades bancárias de fechar as posições não percebo como se pode falar no “mais cedo ou mais tarde”

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