Manifesto pela TAP

Este accionista gostava de voar para fora da TAP.
Este accionista gostava de voar para fora da TAP.

Caros subscritores do manifesto pela não privatização da TAP, nomeadamente António Pedro Vasconcelos, Adriano Moreira, António Arnaut, António Sampaio da Nóvoa, Dom Januário Torgal Ferreira, Francisco Louçã, Mário Soares, Lídia Jorge, Siza Vieira, Sérgio Godinho, e tantos outros que gostam de brincar às empresas com o dinheiro dos outros,

Agora que se juntaram, façam um fundo de investimento e entrem na corrida pela compra da empresa. É win-win para toda a gente: a TAP continuará a ser vossa, um sentimento de posse que vos tem preocupado muito; e nós deixaremos de ser vossos sócios, algo que apraz a qualquer mente lúcida. Muito obrigado.

18 pensamentos sobre “Manifesto pela TAP

  1. dasseconimbricense

    Só os sindicatos -12- da TAP para juntar a fina flor do entulho.
    Assim se vê a força dos parasitas, pagos para viverem à custa dos outros

  2. Henrique

    Eu tenho alguma coisa como 5€ de acções da TAP, fiquem com os 5€, não quero nada por eles. Nada é NADA. Nem sequer uma garantiazinha sobre as dívidas da coisa.

  3. tina

    A Constituição não obriga a linhas aéreas nacionais e é simplesmente criminoso obrigar os contribuintes a desembolsar dinheiro quando podia muito bem ser evitado. Aliás, deveria constituir prática-crime manter elefantes brancos que só empobrecem as pessoas. Não passa de um roubo descarado dos cidadãos. Era isso que devia ser enfatizado nesta polémica toda. E escusam de argumentar que o Estado poderia manter uma proporção maioritária, pois continuaria a dar prejuízo, ninguém quereria investir ou valeria muito menos.

  4. Manuel Vilhena

    “A greve contra a privatização da TAP não tem nenhuma motivação nobre, antes pelo contrário, tendo como único objetivo defender as benesses laborais e sindicais que a fraqueza dos governos e das administrações e a captura sindical proporcionou; a greve só vai afundar a empresa ainda mais, para além dos enormes prejuízos que causa aos passageiros e à economia do país. ” Vital Moreira. A idade está a fazer-lhe muito bem, ao contrário de outros 🙂

  5. k.

    Bem, claramente os signatários do manifesto têm razão – a TAP deve ser a coisa mais importante do planeta, e os compais que servem nos voos são feitos de ambrosia; É isso que justifica a requisição civil.

  6. Carlos Duarte

    Acho uma excelente ideia. Aliás, nessa senda, acho que deviam exigir (e eu subscrevo) a dispersão do capital da TAP em bolsa (com limitação às posições individuais), em alternativa à venda directa a terceiros.

  7. Dervich

    Eu não ando de avião há 4 anos (e tão cedo não estou a prever voltar a fazê-lo) mas acho curioso invocar o “interesse público” (seja lá o que isso fôr) para decretar a requisição civil (quando nem sequer foram decretados serviços mínimos) e estar-se marimbando para esse “interesse público” no que respeita a privatizar a empresa.

  8. José Martins

    Lamento a quantidade de maus entendidos que aqui foram manifestados, contra uma coisa que a todos lhes é mais ou menos querida, conforme o uso que dela fizeram, mas lembro-me muito recentemente, das críticas feitas à mesma TAP, pela ausência de aviões cargueiros na Ilha de S.< Miguel, quando a SATA não tinha capacidade de escoamento de mercadoria nomeadamente produtos perecíveis, como seja o peixe fresco, laticínios frutos, vegetais, etc etc. e tão pouco de passageiros. Nessa altura, a TAP era a bem amada e odiada por alguns que queriam enviar suas mercadorias daí para fora, outros porque a SATA é a companhia Açoreana e daí a amada. O que me apraz dizer de tudo isto, é que eu sou Português e por enquanto, ainda posso afirmar que também sou Açoreano, Madeirense, das Berlengas ou das formigas, uma coisa é certa: numa democracia, as pessoas são livres de se exprimir conforme suas ideias, são livres de escolherem o seu regime politico e também são livres de escolherem a sua nacionalidade, consoante o lugar onde nasceram e onde vivem, daí, tudo o que possam falar, mas que estejam à mercê de esmolas para a sua própria existência, já é um assunto que a todos vós diz respeito; se um dia pensarem em emanciparem-se, e se me quiserem como vosso concidadão, eu aí estarei para mais um. De momento estou aqui e estou aí em simultâneo.

  9. M.Almeida

    Alguém que faça o boneco por favor aos senhores do Manifesto. Pode ser mesmo o Dr. Pires de Lima quando fôr ao parlamento para responder ao BE. Basta fazer aqui uma pequena simulação:
    http://www.skyscanner.pt/transporte/voos/lis/saoa/150115/150129/tarifas-aereas-de-lisboa-para-sao-paulo-em-janeiro-2015.html?rtn=1
    Ora então simulando aqui no Skyscanner um simples voo de Lisboa para Sao Paulo (Brasil o País estratégico parceiro de Portugal, dizem!) é mais caro onde, onde? Na TAP. Na empresa pública estratégica, imaginem lá. A Ibéria, a epanhola e privatizada IBERIA é quem tem o preço ais acessível de Lisboa para São Paulo. Alguém consegue fazer o boneco aos senhores do Manifesto?
    Victor Cunha, não sei quem faz os Bel’Mirós, mas era interessante fazerem um bneco sobre isto. AI HUB de Lisboa. Pois é! Todas as companhias áereas privadas europeias são mais baratas que a TAP. Imagine-se de Lisboa para S.Paulo.

  10. FF

    A TAP foi nacionalizada por Vasco Gonçalves durante o PREC. Antes disso, se as pessoas ainda se lembrarem, era uma empresa privada concessionária do serviço aéreo, que atuava como companhia de bandeira, tinha acionistas dispersos em bolsa (nacional) e funcionava como uma das empresas de aviação mais seguras (provavelmente era publicidade do regime) e não menos importante, registava lucros todos os anos desde a sua fundação. O centro de decisão era em Portugal gerido por Portugueses. Com o 25 de Abril os sindicatos tomaram a TAP de assalto e logo em 74 a TAP registou perdas, consequência do choque petrolífero de 73 e dos aumentos salariais brutais que os sindicatos impuseram além da quebra das viagens para África e do turismo.. No tempo presente, a Oeste nada de novo. Os sindicatos continuam a tomar conta da empresa com a Inter a abanar por detrás de sindicalistas bem vestidos (longe vão os dias dos sem gravata e gola esgargalada para mostrar a sua total sintonia com as massas trabalhadoras,soldados e marinheiros). A redução da empresa com a perda de rotas e os despedimentos inerentes são aquilo que Bruxelas imporá para permitir o investimento público e não criar problemas de concorrência no espaço europeu, leia-se, aos grandes Europeus do setor até porque alguns poderão ter interesse nas rotas de África ou da América do Sul. Logo, a única saída é avançar para uma privatização inteligente que preserve o Hub,de Lx, crie uma empresa mais ágil e injete dinheiro fresco para aliviar o sufoco de tesouraria da empresa e renovar a frota. E talvez por a casa em ordem em termos de disciplina sindical. Boas Festas e um 2015 com menos greves!

  11. Antero

    Se se nacionaliza uma empresa que até dava lucros e passou a dar prejuizos, porque não se privatiza agora para tentar dar lucros novamente???

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