Recordar é viver

Recordar é Viver

Já que parece que estamos em tempos de reabilitação dos membros do Clube de Fãs de Sócrates, convém lembrar este.

13 pensamentos sobre “Recordar é viver

  1. JP

    Está aqui tudo explicado a partir dos 30 segundos. É que está mesmo explicado como se fossemos todos muito burros.

    Depois espantem-se com os conteúdos dos telejornais.

  2. JP

    Já que se fala em recordar, está difícil encontrar o vídeo do José Gomes Ferreira em que denunciou o caso da lei do perdão fiscal, há cerca de dois meses atrás na SIC.

  3. tina

    Em retrospetiva, o que interessa avaliar é porque é que Sócrates começou tão bem e acabou tão mal. No princípio do seu 1º mandato, estava orientado para fazer reformas e cortes na despesa, como, por exemplo, quando começou a racionalizar centros de saúde, a implementar avaliação dos professores, etc. Depois encontrou oposição e desistiu. Começou a fazer disparates. A diferença para Passos Coelho é que este não se deixou intimidar e continuou com medidas de austeridade apesar de enfrentar uma oposição desmesurada. Muitos comentadores que deitaram facilmente Sócrates abaixo, como Pacheco Pereira, julgavam que conseguiam fazer o mesmo com PPC. Enganaram-se. Só governantes com uma coragem extraordinária conseguirão levar as suas medidas até ao fim.

  4. Sócrates não começou bem. Esteve mal desde o início: manteve o estatismo tal qual como o encontrou, e usou-o para consolidar o seu poder, e abusar dele. Apenas foi eficaz na propaganda. E pelos vistos, há cai ainda se deixe ir na cantiga que ele cantava na altura

  5. tina

    Pois, se eu acabei de lhe dar exemplos que contrariam a sua tese. E não só Santana Lopes, mas muitos outros pensavam que Sócrates tinha sido dos melhores PMs a aparecer. Infelizmente, como disse, não durou mais do que um par de anos.

  6. tina

    “Em entrevista ao jornal, Correia de Campos afirma, designadamente, que Arnaut e Alegre combateram “as políticas de racionalização do SNS” por si conduzidas, enquanto titular da pasta da Saúde, e que sente “imensa mágoa” pela atitude de “pessoas com responsabilidade política” como é o caso dos dois ‘históricos’ do PS.”

    Como se vê, havia oposição tanto interna como externa. Sócrates acabou por despedir o ministro, coisa que seria impensável no governo de PPC.

  7. Os exemplos que deu não são exemplos de mudanças na forma como o sistema opera: fechar hospitais ou centros de saúde não muda a forma como o SNS é financiado, por exemplo, e a avaliação dos professores POR PART DO ESTADO é um exemplo de estatismo PRETENSAMENTE exigente mas que é acima de tudo uma mistificação: a única avaliação que deveria haver era a dos pais no momento de escolherem se uma escola merece ou não o seu dinheiro. A ideia de que as “reformas” de Sócrates eram algo mais do que cosmética só existe porque assim foram propagandeadas. E santana Lopes não disse isto nos primeiros anos de Sócrates, disse isto no último ano

  8. tina

    Bem, e que fizeram os governos anteriores na área da educação e saúde a não ser gastar mais? Ao menos Sócrates tentou alguma coisa, por isso não admira que tenha sido elogiado na altura e que Santana Lopes ainda o admire por isso.

  9. eu não disse que não havia oposição, disse que as “reformas” não mudavam nada de substantivo. Claro que para Arnaut e Alegre tudo é neoliberal, mas não acho que sejam pessoas conhecidas pela sua perspicácia

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