Sócrates, culpado até prova em contrário

sampaio

Segundo Jorge Sampaio, em 2005, então Presidente da República:

O Presidente da República, Jorge Sampaio, esclareceu hoje que a inversão do ónus da prova deveria ser aplicada a “medidas de natureza fiscal e de natureza penal que devem ser introduzidas no combate à corrupção”. (…)

No entender do Presidente, “a moralidade mais elementar e o sentimento de justiça continuarão gravemente diminuídos” enquanto “for possível exibir altos padrões de vida, luxos, e até reprováveis desperdícios, e, ao mesmo tempo, apresentar declarações fiscais de indigência”.

12 pensamentos sobre “Sócrates, culpado até prova em contrário

  1. ANONIMO

    FOI UMA VERGONHA PARA PORTUGAL ,A MANEIRA COMO DETIVERAM UM EX PRIMEIRO MINISTRO ,A DIGNIDADE PRECISA-SE NA JUSTIÇA PORTUGUESA

  2. JMS

    Bem lembrado. Um excelente post que vai cair em saco roto.

    Mas o país é do PS, como bem sabemos…

    Infelizmente para todos nós, contribuintes que, temos de nos sujeitar às velhacarias impostas pelo actual governo que, como toda a gente sabe, nos trouxe a esta situação. 🙂

    É necessária uma paciência sem limites para aturar esta mentalidade de esquerda que nos rege desde 25/04/74.

    Dass!…

  3. JP

    Os jornalistas estão ocupados a contemplar convidados nossa-senhora. Não podem ser incomodados com estas discussões políticas desinteressantes. Por acaso um da SICN foi bastante bom e equidistante.

  4. barbosa

    Este ex-presidente demitiu o governo de Santana Lopes, para colocar o Sócrates no seu lugar.. lindo serviço que fez ao País.. e não lhe pesa a consciência?? Estou à espera que me venham criticar, que mesmo depois de 3 pedidos de resgate por governos socialistas, o que aconteceu a Sócrates e a dois ministros dele, ainda há quem os defenda.. só atacam este governo, que está a resolver em 3 anos da me*** que foi feita nos ultimos 20 anos.

  5. Filipe gomes

    Um pouco de rigor …sei que um blog não e para levar muito a sério ….Na nota, o Presidente da República considerou que as suas palavras provocaram algumas dúvidas e esclareceu que o que está em causa «é a inversão do ónus da prova em matéria fiscal e redistribuição do ónus da prova em matéria penal».
    Em relação às medidas de natureza fiscal, trata-se de «presumir rendimentos correspondentes aos bens adquiridos e fazer pagar o respectivo imposto».
    No plano penal «tratar-se-ia da possibilidade de passar a ser considerado crime, que poderia denominar-se de enriquecimento ilícito, a aquisição de bens, acima de determinado valor, em manifesta desconformidade com os rendimentos fiscalmente declarados».

  6. kilasomaudafita

    Tb houve aquela vez em que um disse “estou-me a cagar para o segredo de justiça”. Mas o mundo mudou ( quando lhes interessa) e parece que o segredo de justiça é um dos mais elementares preceitos de um estado de direito( e dizem-no com um ar pesado!!).

  7. Gabriel Peniche

    Há tanta sujidade feita nos últimos 40 anos de governação que é pena não haver t… para desmascarar A DIREITO, SEM PROTECÇÕES, toda esta chusma que nos pôs de rastos
    .

  8. Rui

    A dignidade precisa-se é nos nossos dirigentes e não na justiça.
    A vergonha para Portugal é …. estes ladroes e vigarista!

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