Importa-Se De Repetir?

Hillary Clinton disse durante o seu discurso na Sexta-Feira passada em Boston: “Don’t let anybody tell you that it’s corporations and businesses that create jobs. You know that old theory, trickle-down economics. That has been tried, that has failed. It has failed rather spectacularly. One of the things my husband says when people say, ‘What did you bring to Washington?’ He says, ‘I brought arithmetic.’”

14 pensamentos sobre “Importa-Se De Repetir?

  1. castanheira antigo

    Lamentavel o que aquela senhora diz . Se assim é , porque é que existe tanto desemprego no mundo ocidental ? Sendo mais de 50% dos jovens?

  2. Gil

    Onde é que está o escândalo? O Objectivo de qualquer negócio é dar lucro. Emprego, é um meio para o conseguir. Ponto final. Se conseguirem o mesmo objectivo sem emprego, ele é dispensado. Ou preferem a história da carochinha?

  3. Gil

    André:
    No mundo actual, os grandes investimentos não são fiéis a nenhum sector específico. Vão para onde haja garantia de lucro, sem qualquer outra preocupação.

  4. JS

    “corporations and businesses”, os privados, criam empregos e ambos -empregadores e empregados privados- pagam os impostos que permitem ao Estado criar os seus estimados “non-productive” jobs. Sem os primeiros não haverá os segundos, excepto nos regimes comunistas, aonde nem há empresas privadas …

    A Madame, pelo menos, não engana ninguém: quer ganhar a Presidência de aqui a 2 anos e sabe aonde há eleitorado e como o cativar.
    Os fins (a vitória eleitoral) justificam os meios (a mentira).
    Resulta, como se viu nas eleições brasileiras. Resulta, como constatou o derrotado Mitt Romney que prometia empregos privados. Vitória certa para Hillary.
    Depois, ganha a Presidência, será tudo como dantes “business as usual”. Nada de novo.
    Os “ricos” cada vez mais ricos e os pobres que ganhem juízo.

  5. De um outro discurso da senhora, falando sobre sistemas de saúde:

    “No. We just can’t trust the American people to make those type of choices…Government has to make those choices for people.”

    “We can’t afford to have that money go to the private sector. The money has to go to the federal government because the federal government will spend that money better than the private sector will spend it.”

  6. Renato Souza

    Numa situação normal (exceto em situações de guerra, graves secas, etc) não ocorre o desemprego voluntário, O trabalho é um bem econômico, isto fica desaproveitado. Os governos geram o desemprego, e isso, inicialmente era dito de forma bem clara. Os trabalhadores brancos, por exemplo, através de seus sindicatos, queriam proibir a contratação de negros em certos setores, e diziam claramente que o objetivo era ter maiores salários naqueles setores. É claro que a massa salarial nesses setores não ficava maior por causa disso, isso simplesmente fazia a produção nesses setores ser menor do que seria de outra forma. Mas, embora fosse uma política prejudicial para a média dos trabalhadores, era benéfica para aqueles trabalhadores em particular.
    Atualmente políticas restritivas se tornaram tão comuns, que todos as consideram parte da paisagem. O resultado é que a produção é menor do que seria de outra forma, e a massa salarial (incluindo pensões para desempregados) é menor do que seria de outra forma. Os impostos, com os quais se pagam seguros desemprego aumentam os preços dos produtos, de modo que o povo, em média, tem menos renda real do que teriam de outra forma,

  7. MG

    Intervenção governamental durante a presidência de Clinton que deu origem à crise do subprime .
    1998 Andrew Cuomo admits Forcing Banks to Make Affirmative Action (Subprime) Loans

  8. Gil,
    Certo, mas se fosse apenas pela garantia de lucro investia-se apenas em aplicações financeiras. É lucro (quase) certo. Para quê a trabalheira de estudos de mercado, planos de investimento, planos de negócio, orçamentos, licenças, alvarás e o diabo a quatro?

  9. JS

    Francisco Miguel Colaço. “Diebold miracle!”
    “Manipulação orientada” num sistema eleitoral de voto informatizado é possível. A vários níveis. E não será fácil de detectar se for “bem” feito (salvo seja). Com dezenas de anos de experiência em HW e SW sei do que falo. Já foram publicadas curiosas suspeições em terminais de voto. “Erros” deliberados, frutuitos?.
    Ainda há dias um “touch screen” do Metro de Lisboa errou a minha opção … Descalibrado?. 🙂
    Mas que a Madame é de uma demagogia a toda a prova … de isso não temos dúvida.

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