Milton Friedman – Redistribution of Wealth

24 pensamentos sobre “Milton Friedman – Redistribution of Wealth

  1. manuel branco

    Paul Samuelson sobre Milton Friedman na Forbes:

    Today we see how uttely mistaken was the Milton Friedman notion that a market system can regulate itself.
    Everyone understands now, on the contrary, that can be no solution without government. The keynesian idea is once again acceped that fiscal policy and deficit spending has a major role to play in guiding a market economy. I wish Friedman were still alive so he could witness how his extremism led to the defeat of his own ideas.

    Nota: a revista é conhecida pelas suas ideias notoriamente marxistas;

    – Paul Samuelson era um conhecido estalinista;

    – A Gulbenkian traduziu e publicou Samuelson. logo a Gulbenkian é estalinista. Mais, maoista, por isso o zé manel tentou sacudir a Isabel Mota, ao que dizem. Resta-lhe a Universidade de Aveiro e Católica do Porto. Ele há dias de cão

  2. Manuel Branco,

    É óbvio que um estado deve assegurar que o que foi contratado seja cumprido, de forma a não haver coacção injusta. Se contrata um serviço de telecomunicações com a PT, deve esperar ser servido de acordo com o que contratou, e a PT espera o pagamento também de acordo com o contrato. Mais ou menos do que isso, como imposição de tarifas, de barreiras à entrada, de taxas e alvarás, de regulamentação até à cor do mosaico da casa de banho dos empregados; enquanto a justiça é atrasada até às calendas por garantias estúpidas, aproveitadas por advogados competentes pagos por ricos, e enfernizando a vida aos cidadãos e às empresas; isso tolhe o crescimento e provoca a modorra das sociedades e no fim levará à sua queda. O que vivemos hoje já foi vivido há mil e quinhentos aos atrás, com paralelismos impressionantes.

    O estado que temos não regula (e, diria, não regula bem quem pense que o faz). Protege os amigos emperresários e os filiais desfuncionários na asa da galinha mãe, promove uma geração de políticos profissionais que nada fazem na vida, e mantém uma chusma de votantes comprados com tostões à laia de solidariedade. É uma grande diferença e os resultados estão à vista.

    O discurso «dá-me o teu dinheiro segundo taxas que unilateralmente estabeleci a troco de coisa incerta e de promessas nebulosas, senão meto-te na prisão pelo tempo que eu quero e segundo as regras que eu próprio redigi, e nas quais não foste tido nem achado» é papel do Estado. E da Máfia.

    Começo a pensar de que quem recebe prestações sociais (fora pensão de velhice ou de invalidez, subsídio de desemprego ou abono de família) deveria ser impedido de votar e de ser eleito no ano do recebimento . Eu sei que não é bonito de se pensar, mas é a única solução para se eleger quem defenda as empresas (e, logo, o emprego e a família) em vez de a redistribuição e os direitinhos que nos levarão direito à miséria.

  3. Carlos

    Francisco Miguel Colaço, já pensei isso de os funcionários públicos não deverem votar. Tem toda a lógica. Não se discrimina ninguém, discrimina-se o cargo… os presos também não podem votar porque comprometeriam a sociedade. O mesmo se deve aplicar aos funcionários públicos, já que são recebedores de impostos e não contribuintes.

  4. Carlos,

    Um funcionário público ainda é um ser humano, apesar de ter um aspecto e uma inteligências simiescas. Peço-lhe que considere que a máquina de imbecilidade que e a função pública é a única máquina que funciona em moto contínuo em Portugale que, uma vez libertos das influências destas, os ex-funcionários públicos retomarão a sua utilidade e a sua verve.

  5. manuel branco

    Limitei-me a transcrever um comentário feito por Paul Samuelson. Agora vejo a PT metida no assunto, A que propósito é que de princípios gerais se passa para casos particulares?.

    Eu não economista e não me meto nas quezílias de capela da seita, aliás muito mais ignorante do que quer fazer crer. Campos e Cunha reconheceu isso; sabem fazer o diagnóstico mas daí para a frente a coisa piora. Já agora, – e bbem sei que a matéria vai apra além da economia – podia explicar ao pagode os motivos pelos quais em 2010, salvo erro, as propostas do Instituto português de Corporate Governance foram mandadas para o lixo. Entre as empresas que o fizeraram estava o BES e a PT. xplique, se souber, que é matéria que eu gostava de compreender. Podia aliás aproveitar para tratar de assuntos como a regulatory capture ou a intellectual capture.

    Permita-me no entanto chamar a atenção para um aspecto do seu comentário. Meteu-se em temas de Direito que não são manifestamente a sua área, e foi dizendo barbaridade atrás de barbaridade que causaria a gargalhada de qualquer jurista, mesmo estudante do curso. Repare que mistura o que alguns chamam de diarreia legislativa com a chicana processual e as garantias judiciárias e acaba com a proposta inédita de supressão do sufrágio universal.

  6. Miguel Noronha

    ” Paul Samuelson era um conhecido estalinista;”
    Paul Samuelson foi mudando de opinoão consoante as modas. Em versões inciais do seu famoso manual encontra elogios ao modelo económico soviético

    ” A Gulbenkian traduziu e publicou Samuelson”
    Não conheço a edição da Gulbenkian. Mas da Gulbenkian tenho os livros de Adam Smith, De com algumas execpções as editoras editam livros sem que se contradizem uns anos outros nos mesmo temas.

    As ideias de Friedman provaram estar corredtas. As de Samuelson, não. Basta ver o nosso caso

  7. manuel branco

    Pois, eu sou do tempo em qeu os alunos universitários usavam Samuelson, numa ca capa ocre, editada pela Gulbenkian. O meu exemplar é em língua inglesa, em paperback. Sim, a Gulbenkian também editou Adam Smith. Obviamente que ao fazer a alusão à Gulbenkian estava a ironizar. Já agora, em vez de ir repescar mortos, podia basear-se nos vivos como Eugene Fama.

    Se quer pôr Samuelson em comunista é lá consigo mas vai ser difícil convencer o pessoal.

    Milton Friedman tinha razão e Samuelson não? deixo isso aos economistas mas desconfio que o ponto é controverso, mesmo muito controverso. Os casos mais apontados de aplicação das suas ideias foram o Chile – em circunstâncias sabidas – e nos primeiros anos de Margaret Thatcher com Sir keith Joseph. Não fora o vizinho do general Pinochet ter embarcado na aventura das Falklands e ela não teria sido reeleita. A experiência nesse domínio foi um fracasso; digo isto sem tirar uma linha à grandeza da Senhora, que é muita mas não chega a Churchill.

  8. A liberalização da economia, ou a sua desliberalização, já agora!, deixa sempre um hiato entre a tomada de medidas e os resultados. No caso de inflação este é tipicamente entre 18 meses e três anos, sendo tanto maior quanto maior é o bloco económico ou país. (Sugiro que vejam os gráficos de inflação que estão no perto do fim de Free to Choose para verificar o que disse).

    No caso de tomada de medidas liberais na economia, os verdadeiros efeitos no bolso dos consumidores demorariam os três anos a fazer-se sentir. Durante esse tempo, de ajustamento de comportamentos, as coisas seriam mais difíceis para a maioria dos consumidores. No final emergiríamos, para nossa fortuna, mais livres e menos afogueados pelo descomunal mau estado do Estado.

  9. Miguel Noronha

    “á agora, em vez de ir repescar mortos, podia basear-se nos vivos como Eugene Fama.”
    A tragédia é que se tem esdqucido das lições dos mortos. Mas se prefere vivos recomendo-lhe Kirzner ou Huerta de Soto por exemplo-

    A experiência nesse domínio foi um fracasso”
    Os ingleses têm uma opinião muitissimo diferente. Já nem os trabalhistas contestam o legado de Thatcher.

  10. Carlos

    “Um funcionário público ainda é um ser humano”… eu sei disso, Francisco. Nunca disse o contrário. A questão é que alguém no sector privado, paga ao estado para receber um certo serviço. Se o serviço não for bom, actuam de forma a votar em quem lhes possa melhorar o serviço. Resumidamente, quem paga escolhe.
    Alguém da função pública, pelo contrário, recebe e escolhe. Ora, isto é mais que sabido, se alguém recebe e escolhe o serviço, é natural que este vá perdendo qualidade ao mesmo tempo que aumenta o custo.

  11. hustler

    Vamos la ver, a redistribuicao esta errada porque e inimiga do crescimento economico!?
    Se e assim porque e que a maior parte dos paises desenvolvidos nao foi na converserta da Chicago School of Thought do Friedman e companhia?
    Partindo desse pressuposto, a Alemanha, Holanda, Austria, paises nordicos, Japao, etc, deviam estar todos na penuria por esta altura! Isso so prova que Friedman nao estava completamente certo, nem de longe de perto…..
    Friedman era um “instrumentalista” ou mecanicista, se lhe quiserem chamar! A sua visao da economia foi sempre analisada sem ter em conta a psicologia humana, expectativas, comportamentos (ir)racionais! Os economistas de Chicago baseavam todo o seu conhecimento em modelos matematicos, nunca houve factores de ponderacao de ordem comportamental humana! Mesmo noutros aspectos macro, nem sempre se saiu bem! A questao dos estabilizadores automaticos de um pais pressupoe a existencia de prestacoes sociais que agem em contra ciclo economico, isto e mais que reconhecido e aceite por toda a comunidade academica! Sem estado social, nao ha estabilizadores automaticos e para inverter o ciclo economico e uma tarefa de Golias!

  12. Miguel Noronha

    “Friedman era um “instrumentalista” ou mecanicista,”
    O que dizer então dos keynesianos? Os modelos de equilibrio geral desmentem essa tese.

    “! Os economistas de Chicago baseavam todo o seu conhecimento em modelos matematicos, nunca houve factores de ponderacao de ordem comportamental humana”
    Aconselho-o a estudar melhor as escolas económicas.
    A teoria do rendimento permanente de Friedman é um bom exemplo de que o que diz está errado.

    Se quer discuti economia é melhor que conheça ao menos alguns rudimentos da mesma.

    “sto e mais que reconhecido e aceite por toda a comunidade academica!”
    Não é não. Tem por exemplos os Austriacos que os rejeitam por completo.

  13. Miguel Noronha

    Penso que seja do conhecimento geral que comentário off topic e insultuosos são apagados
    Podem guardá-los para outros locais, Aqui vão directamente para o lixo

  14. Carlos,

    Aparte chistes, o funcionário público honesto, mesmo se indolente, não cometeu crime nenhum. Deve por isso votar e deve por isso poder ser eleito.

    Quem recebe prestações sociais, no entanto, excluindo os casos a que aludi acima, está à margem da sociedade, em recuperação. Não deve poder votar de modo a institucionalizar a sua situação e a eternizar os seus recebimentos. Aquilo que é transitório não se pode transformar em perene. Essas pessoas são parte interessada na transferência de recursos de outrem para si próprios, sem contraparte. Nos Estados Unidos estão a ponto de se tornar a maioria. Aqui em Portugal são uma minoria de bloqueio.

    O Carlos pode dizer «bom, os funcionários públicos impedirão pelo voto qualquer reforma de estado». É uma razão válida para não poderem votar, mas não conforma justiça.

    Porque não haver duas câmaras em Portugal? Uma câmara dos representantes, no qual todos os cidadãos contribuintes votam, e um senado, no qual votam os que estão fora do Estado e que fiscaliza a primeira câmara, podendo apenas vetar as leis que não sejam o Orçamento de Estado. Todos em círculos uninominais de 50.000 eleitores, para realmente aproximar os eleitores dos eleitos, e com possibilidade de recall elections, aquilo que eu chamo dar um manguito ao escroque?

  15. hustler

    Acerca da Teoria do Rendimento Permanente:

    “The theory of the time allocation of consumption under income uncertainty and credit rationing gives rise to a macroeconomic model which involves elements of both the Keynesian and the Permanent Income/Rational Expectations approaches. In the model there are two regimes of behavior for consumers. Some consumers choose to acquire interest-earning assets and allocate the expenditure of their income over an extended time horizon. The other consumers choose to live from paycheck to paycheck and thus not acquire interest-earning assets. For the consumers in this latter group consumption is equal to current disposable income.”

    http://www.applet-magic.com/imperf.htm

    Como ve, os modelos concebidos por Friedman sao modelos “perfeitos”, no entanto a realidade assim o desmente!

    Em relacao aos estabilizadores automaticos:
    “How strong are the automatic stabilizer effects? Recent evidence from the OECD suggests that a government allowing the fiscal automatic stabilizers to work might help to reduce the volatility of the economic cycle by up to 20 per cent. The strength of the automatic stabilizers is linked to the size of the government sector (e.g. government spending as a % of GDP), the progressivity of the tax system and how many welfare benefits are income-related.”,

    sera que se podem aceitar os estudos da OCDE e do FMI (baseados em observacoes in loco) como fidedignos, ou so sao os do Friedman e Co.?

  16. Miguel Noronha

    A teoria do rendimento permanente tem tudo a ver com as expectativas. Se experimentar ler o que citou é capaz de entender.
    Se percebesse algo sobre a modelização económica entendia os absurdos que escreveu.

    Os estabilizadores automáticos variam de situação para situação. Não são estáticos conforme pretende dizer. E depende antes de mais da restrição orçamental. Para além disso convinha saber qual é realmente a opinião do Friedman sobre o tema. Experiente procurar. O contra-argumento que lhe dei foi a escola austriaca.

    Não sei se se apercebe mas o que sugere acerca do funcionamento mecânico dos estabulizadores é a mesma critica que pretende fazer a Friedman. Convinha decidir-se.

    E os estudos da OCDE ou do FMI sendo importantes não são a palavra final sobre nada. Para além de que há vários que se contradizem nas conclusões

  17. hustler

    “A teoria do rendimento permanente tem tudo a ver com as expectativas”, pois tem, com determinadas expectativas! Essas expectativas no entanto, não representam todo o comportamento humano. Nessa teoria não cabem as expectativas de todos os tipos de consumidor, aliás, como demonstrado no modelo que dei acima! Mas existem ainda mais modelos que tentam interpretar o comportamento do rendimento,
    – modelo de Ando-Modigliani
    -modelo de Duesenberg (ou modelo do rendimento relativo), ou modelo “keeping up with the Joneses”,

    para concluir que, mais uma vez, Friedman apenas analisou o consumidor como um todo, pelo que a sua teoria só é parcialmente verdadeira, para não dizer limitada!
    E quem fala disto, fala do salário mínimo, da redistribuiçao, etc….

    Mises thought that the best way to study economic behavior was not to make empirical observations, but to deduce what rational, self-interested humans would do in a given situation. He called this approach “praxeology”. Austrians who follow Mises tend to pooh-pooh empirical studies and assert the primacy of pure logic in predicting human behavior.”

    New Classical macro doesn’t go nearly this far, but it has some of the same flavor. The Lucas Critique showed how econometric studies would often be useless without a structural model to back them up…and the New Classicals strongly preferred structural models that were based on assumptions of full human rationality.”

    http://noahpinionblog.blogspot.pt/2014/02/how-new-classicals-drank-austrians.html

  18. hustler

    “Para além disso convinha saber qual é realmente a opinião do Friedman sobre o tema. Experiente procurar. O contra-argumento que lhe dei foi a escola austriaca.”, Friedman era da opinião de não fazer nada, exactamente o mesmo da escola austríaca! E embora eu seja um apologista do laissez faire, é óbvio que em tempos de depressões, a experiência mostra-nos que se o estado não aplicar um suave estímulo fiscal (bem pensado) -como é o caso dos estabilizadores automáticos – a crise agudiza-se e é muito mais difícil debelá-la!

    “It is due to these significant lags that economists like Milton Friedman believed that discretionary fiscal policy could be destabilizing.”

    https://www.boundless.com/economics/textbooks/boundless-economics-textbook/fiscal-policy-26/evaluating-fiscal-policy-113/automatic-stabilizers-versus-discretionary-policy-435-12532/

    “Many of the original Austrians found their business cycle ideas discredited by the Great Depression, in which the bust was clearly not self-correcting and country after country stimulated real output by abandoning the gold standard and engaging in deficit spending. Then for a long time after World War II, policy elites more or less agreed on a combination of “automatic” fiscal stabilizers (the deficit naturally goes up during recessions as tax revenues fall and social service outlays rise) and interest rate cuts. And it worked, so nobody much cared about Austrian economics outside of crank circles.”

    “Não sei se se apercebe mas o que sugere acerca do funcionamento mecânico dos estabulizadores é a mesma critica que pretende fazer a Friedman. Convinha decidir-se.”???????

    “We find that automatic stabilizers absorb 38 per cent of a proportional income shock in the EU, compared to 32 per cent in the US. In the case of an unemployment shock 47 percent of the shock are absorbed in the EU, compared to 34 per cent in the US. This cushioning of disposable income leads to a demand stabilization of up to 30 per cent in the EU and up to 20 per cent in the US … We also investigate whether countries with weak automatic stabilizers have enacted larger fiscal stimulus programs. We find no evidence supporting this view.”

    A difference of 10% is huge. They further conclude “These results suggest that social transfers, in particular the rather generous systems of unemployment insurance in Europe, play a key role for demand stabilization and explain an important part of the difference in automatic stabilizers between Europe and the US.”

    http://www.voxeu.org/article/automatic-stabilisers-and-global-crisis

    No que diz respeito a Friedman, falha por completo ao:
    1) não aceitar estabilizadores automáticos
    2) defender que o Estado Social é nocivo para a economia
    3) defender a não redistribuição de riqueza (estabilizador automático)
    4) defender impostos baixos a “flat rate”

  19. Miguel Noronha

    “Friedman apenas analisou o consumidor como um todo, pelo que a sua teoria só é parcialmente verdadeira, para não dizer limitada”
    Quando descobrir uma teoria geral que funcione sem falhas avise.

    E já que descobriu Mises aconselho que continue as leituras. Não precisa começar logo pelo Human Action. Leia, por exemplo o “Socialism”.

  20. hustler

    “A melhor de todas é a nº4.
    A sério. Vá estudar.”, bom contra argumento, bem fundamentado e com substrato cientifico!

    “Quando descobrir uma teoria geral que funcione sem falhas avise.”, exactamente por isso é que não se pode tomar a palavra de um teórico ou outro e transformá-la na palavra do Senhor, como se um dogma se tratasse!

    “E já que descobriu Mises aconselho que continue as leituras. Não precisa começar logo pelo Human Action. Leia, por exemplo o “Socialism”.”, conheço as teorias do austríacos de forma geral, e tal como Friedman, têm muitas lacunas nos seus fundamentos económicos!

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