Um Nobel para o Perez Metelo

António Perez Metelo no Dinheiro Vivo

Perante a exaustão, face aos financiadores externos, das fontes do financiamento público, em 2011, o volume real do PIB recuou uma década

A aparências podem iludir. Mas o que APM parece sugerir é que na origem dos nossos dissabores estará um factor exógeno. A falta de finaciamento externo da despesa pública. Mas então quer isto dizer que:

1. Não haviam alternativas internas de financiamento (lá se vai um bom argumento para o default da dívida)
2. O crescimento do nosso PIB estava bastante dependente do consumo público.

E isto não tinha consequências? Claro. É ver a evolução da dívida pública.

Aliás, sintomáticamente APM afirma que “o volume real do PIB recuou uma década“. Sem que a recessão tenha sido tão profunda como noutros países ou épocas. Esta aparecente contradição explica-se com o anémico crescimento económico desde o iníco do século. Bastou uma recessão para eliminar todos os ganhos. Mas parece que há quem esteja com saudades desses tempos.

6 pensamentos sobre “Um Nobel para o Perez Metelo

  1. lucklucky

    Será que sua excelência o Aristocrata Metelo percebeu finalmente que se , vamos ser benevolentes e chamar o que se passou de investimento, não dá retorno para pagar juros então a riqueza era apenas um castelo de cartas montada no crédito?

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