Sucessor de Costa na CML

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O sucessor de António Costa na Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, é economista e toca piano. Só falta acrescentar que esteve nos dois mandatos de José Sócrates e acha que este fez “coisas grandiosas” (sic). Deve estar a referir-se, presumimos, às grandiosas auto-estradas, ao grandioso esbanjamento do Parque Escolar e ao grandioso aeroporto de Beja. E também acha que não podíamos ter evitado esta crise, que nem o navio de Ulisses atraído pelas sirens nos poemas épicos de Homero.

Esta “renovação” do PS é um prelúdio do que implica a mobilização de António Costa. E valida o organograma já aqui apresentado.

6 pensamentos sobre “Sucessor de Costa na CML

  1. JP

    Ele tem razão.
    De facto 11,2% de défice em 2010 é uma coisa grandiosa.

    Já a renovação está aqui muito bem retratada pela nossa indústria, babadinha pelo “crescimento” socialista:
    «Os empresários portugueses elogiam a clarificação da liderança do Partido Socialista, mas alertam para a necessidade de a estabilidade política se traduzir em medidas concretas de suporte à economia. No topo das prioridades dos empresários contactados pelo Diário Económico, está o maior apoio às pequenas e médias empresas (PME) e, em particular, ao fomento da criação de emprego. Outras medidas passam ainda pelo alívio da carga fiscal das empresas, por incentivos ao reforço da competitividade e pela maior capacidade de atrair investimentos.»

    Espremendo:
    – Suporte à economia ($)
    – Apoio às PME ($)
    – Fomento da criação de emprego (não é o emprego, é o “fomento” ($))
    – Alívio da carga fiscal (mais défice, menos cortes, mais cultura, mais robalos BCP … = $)

    Nota: este tipo de “fomento” é exactamente o criticado às Tecnoformas e a Relvas nos últimos anos. Nós já o conhecemos, do caldeirão de partidos, via formação, subsídios para formação, redes de cogumelos debaixo da folhagem rasteira na base das árvores, etc.

  2. Manuel Vilhena

    Faz sentido e é coerente. O número dois de Lisboa passa a número um, o número dois do ex-primeiro passa a primeiro. Não há melhor para se acabar o trabalho que se começou…

  3. JP

    Manuel Vilhena,

    Exactamente. Mas há um pormenor muito curioso. É que quando se tratou da substituição de Barroso (com partida aprovada por Sampaio), logo a seguir disseram que o vice Santana Lopes não tinha legitimidade.

    Vejamos o que dizia o proto-filósofo:
    “Segundo José Sócrates, o país tem à frente um PS «com uma força e uma legitimidade que só uma campanha, uma força e uma legitimidade dá» e um PSD «que tem um líder que nunca ganhou um congresso e que tem um primeiro-ministro que não se submeteu ao voto dos portugueses».”

    Os princípios são um bem valioso, principalmente quando invocados conforme o caso.

  4. M.Almeida

    “Esta renovação do PS….” Portanto pelo que sabemos os mais novos, que poderiam presidir à bancada parlamentar isso sim, poderiam dar um ar de renovaçao ao que não +e renovável. Pois bem António Costa para “mobilizar” escolheu nada mais, nada menos do que Ferro Rodrigues. Volta Seguro! Estás perdoado.

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