A religião da pás chega à paróquia

Está Na Hora!

Está na horas meus irmãos. Está na hora de demonstrar ao mundo a força do islamismo e de combater os infíeis! O plano está traçado e preparado. Iremos tomar conta de portugal e deste povo fraco e levaremos o nosso Islão ao mais elavado patamar do desejo do Senhor!

Espero por uma explicação de David Munir, sobre a notícia dada na página da Comunidade Islâmica de Lisboa.

Adenda: Entretanto, a “notícia” desapareceu do site da CIL. Terá sido obra de intervenção divina? Se assim for, a explicação do líder espiritual dos muçulmanos em Portugal torna-se ainda mais urgente.

Adenda II: De acordo com o DN, o” site da Comunidade Islâmica de Lisboa terá sido alvo de um ataque informático, que levou à divulgação de uma mensagem com conteúdo extremista. Esta foi a explicação dada ao DN por Khalid D. Jamal, membro da direcção da Comunidade, afirmando que o caso já foi encaminhados para as autoridades. (..)

Porém, Khalid D. Jamal garante que tudo não passou “de um ataque informático”. “A direcção já está ao corrente da situação e já demos conta do sucedido às autoridades. A Comunidade Islâmica repudia o discurso extremista”.

Nos próximos dias, a direcção da Comunidade Islâmica de Lisboa deverá prestar mais esclarecimentos públicos sobre o caso.”

28 pensamentos sobre “A religião da pás chega à paróquia

  1. A má pontuação e capitalização das frases e das palavras corrobora a explicação de ataque informático. Estou satisfeito quanto a isto.

    O problema é saber se os intrusos eram muçulmanos jihadistas ou idiotas provocadores.

  2. Josand

    Acredito na moderação dos portugueses muçulmanos… estão cá há muitos anos e que cá permaneçam assim, em paz,como é comum em pessoas com cultura portuguesa que se sobrepõe a fanatismos religiosos.

    O problema será se a proveniência de novos muçulmanos se alterar e ganharem hegemonia territorial nalgum local,dado que podem provir de locais menos adequados e menos aculturados às tradições portuguesas e aí tais comunicados podem ser mais verosímeis…

  3. rmg

    Tendo por hábito ír almoçar todos os dias à Baixa nos 15 dias por mês que estou em Lisboa (repito: TODOS os dias, faça sol ou chova a potes) e tendo em conta o sítio onde vivo, desço a pé por esta parte de Lisboa onde devo ser dos poucos não muçulmanos (Mouraria, Martim Moniz, Rua da Palma).

    E esta conversa toda do “perigo muçulmano” só pode vir, mais uma vez, de quem fala por falar e nem sabe onde essas zonas ficam ou que até de carro evitam passar por lá.

    PS – Um ponto para o 2º parágrafo do Francisco Miguel Colaço.

  4. lucklucky

    Já tivemos(temos) caso de Mesquitas extremistas clandestinas.
    O islamista que esfaqueou o motorista de autocarro há uns tempos atrás como é apanágio dos nosso jornalismo ficou envolvido num manto de silêncio. Um caso de loucura ou um caso de extremismo?

    Este caso parece mais de pirataria informática.
    Note-se que pirataria informática também pode ser interna.

  5. jacarlos

    o xeque Munir é mais um que não conseguiu condenar o atentado do 11/09 desculpando-se que o mesmo tinha a ver com os crimes americanos no mundo. Mais um supremacista que em português prega a tolerância mas em árabe ensina o corão literalmente. Quem não os conhecer que os compre.

  6. anonimo

    O mais interessante é que se foi um ataque informático provocador (porquê duvidar?) está a atingir os seus objectivos, a ver por alguns comentários e pelo post em si. Já toda a gente domina os princípios do marketing.

  7. Segundo a TSF, “O presidente da Comunidade Islâmica em Portugal considera que os jihadistas do Estado Islâmico demonstram fanatismo ao terem executado dois jornalistas norte-americanos.” Muçulmanos moderados emitem críticas moderadas.

  8. Rmg,

    Não pense que não conheco muçulmanos ou a comunidade muçulmana. Estou à vontade com os que cá estão há décadas. Não estou à vontade com os que cá estão há anos, nem, diga-se, estão os muçulmanos que cá estão há décadas.

    Se não houve um atentado num mês de Dezembro de um ano da década passada em Portugal deve-se isso à comunidade muçulmana, que alertou as autoridades de predicadores suspeitos.

    No entanto, não pense que quando os muçulmanos que estão na Europa se eriçarem e quiserem tomar Roma (leia o Corão), a comunidade muçulmana, ou pelo menos a maioria dela, deixará de ir na onda. Mesmo a portuguesa, bastante moderada em relação à chusma fas terras francesa ou inglesa ou belga ou alemã. Lembre-se, rmg, que estamos na Dar al-Amn, mas é dever de qualquer muçulmano fazer retornar o Al-Andaluz (que, surpresa!, inclui até as Astúrias, onde o governo muçulmano chegou a cinco anos) à Dar al-Islam.

    E eu tenho, por irritante caturrice, suponho!, apego à integridade do meu pescoço.

  9. João

    Os extremistas islâmicos vivem à sombra dos chamados “moderados”.

    O extremismo no islão é main stream e até agora no que vi uma condenação séria de nenhum moderado islâmico que não acabasse com a morte deste ultimo como na semana passada aconteceu, mais uma vez, no Paquistão

    Basta perguntar aos chamados moderados se concordam ou não com o preceito explícito, e imune a interpretações convenientes, como a pena de morte por apostasia.

  10. Não entendo o ódio deste Insurgente aos muçulmanos, confundido terrorismo com religião.

    Parece a Nemésis de um certo Paulo Pedroso, que odeia católicos.

    Devem ter sofrido algum trauma pessoal, o que sinceramente lamento.

  11. O território designado pelos muçulmanos por Al-Andalus está na segunda linha nas pretensões islâmicas de reconquista territorial, logo a seguir a Israel, que tem a particularidade de se encontrar no seio de uma região totalmente muçulmana, como se pode ver, meramente a título de exemplo, neste video: http://goo.gl/ZU00GD . A dita pretensão tem fundamento religioso, cuja base é Alcorão 2:191: «Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que ohomicídio. (…)».
    Também os sunitas encontram bases teológicas nos seus texto sagrados (Alcorão e Suná) para a obrigação de reconquistar todos os territórios outrora islâmicos, como se pode verificar nesta recolha de fatawa [http://goo.gl/0T4fx0 ] donde destaco:

    Sheikh Al-Qaradhawi: (…) Islam will return to Europe as a conqueror and victor, after being expelled from it twice – once from the South, from Andalusia, and a second time from the East, when it knocked several times on the door of Athens.” (…) “I maintain that the conquest this time will not be by the sword but by preaching and ideology…”

    Mas não é só a Europa: o islão pretende mais; nesse aspecto, al-Qaradawi é um moderado: pretende conquistar o mundo para o islão através da dawa (proselitismo, «pregação e ideologia»); os radicais querem fazê-lo pela força, em cumprimento da injunção contida em Alcorão 8:39 (tradução de Muhsin Khan): «And fight them until there is no more Fitnah (disbelief and polytheism: i.e. worshipping others besides Allah) and the religion (worship) will all be for Allah Alone [in the whole of the world].»

  12. lucklucky

    “Não entendo o ódio deste Insurgente aos muçulmanos, confundido terrorismo com religião.”

    Pelos vistos o terrorismo não é islâmico, não é feito por motivos islâmicos e razões islâmicas…
    Pelos vistos boa parte da opressão nos países islâmicos não é feita por razões islâmicas.

    Quando uns jovens adultos fazem este vídeo e são punidos com vergastadas e prisão

    Não foram punidos por razões Islâmicas.

    Se alguém tem um trauma pessoal parece ser você ao ser capaz de negar a realidade.

  13. Lucklucky, a Coreia do Norte é islâmica?

    Sabia que na Coreia do Norte condenam à morte por menos do que filmar o “Happy”?

    E quanto ao terrorismo e seitas fanáticas, o ocidente teve a sua dose desse veneno nos anos 70 e 80 do século passado. O facto do mundo islâmico ter entrado nessa onda no final do século XX só prova que são uns atrasados civilizacionais.

  14. jacarlos

    Não são os norte coreanos que andam mundo fora a matar e a converter à força.O que une sauditas, egípcios, paquistaneses, argelinos, turcos, indonésios, iranianos, malaios, nigerianos, portugueses, franceses, americanos, ingleses, techenos, etc a matar em nome de Alá ? isso mesmo, o Corão, o livro sagrado dos muçulmanos. Dizer que o Corão ou a religião islâmica nada tem a ver com a violência endémica é mentir sem vergonha. E dizer que a maioria dos muçulmanos é moderada também não significa nada. A minoria extremista que quer matar infiéis são só uns milhões por esse mundo fora, o suficiente para pôr o mundo em polvorosa. A maioria do povo alemão na II guerra não era nazi, mas isso não impediu que a minoria extremista levasse o seu plano de extermínio avante. Dizer que o Corão é um livro de tolerância e enfiar luvas para o dar aos presos em Guantánamo é tão imbecil como servir o Mein Kempf nas prisões aos nazis.

  15. lucklucky

    “Lucklucky, a Coreia do Norte é islâmica?

    É isto um argumento? Porque se morre de turbeculose não se deve combater o que provoca os ataques cardíacos?
    Não me lembro de ter dito que o Islamismo tinha a exclusividade da política de intimidação e terror.

    “E quanto ao terrorismo e seitas fanáticas, o ocidente teve a sua dose desse veneno nos anos 70 e 80 do século passado.”

    Resultou. Por isso é que o Islamismo adoptou as táticas do Marxismo-Leninismo. No mundo árabe quem foi mais violento foi quem tomou o poder nos ultimos 60 anos.

  16. Mário Pinto, mais um pouco e está a citar Karl Popper:

    “Devemos, portanto, reivindicar, em nome da tolerância, o direito de não tolerar os intolerantes. Devemos enfatizar que qualquer movimento que pregue a intolerância deva ser colocado fora da lei, e devemos considerar a incitação à intolerância e perseguição devido a ela, como criminal,”

    Perfeitamente de acordo, apenas temo que ao classificar os intolerantes de forma maniqueista, com um simples rótulo, o de muçulmano, estejamos a criar muitos mais intolerantes.

    É que contra alguns milhões de muçulmanos intolarantes, existem centenas de milhões de muçulmanos tolarentes, e que por acaso são as principais vítimas desses intolerantes.

    Por cada ocidental ou cristão ou judeu que morre às mãos dos terroristas, morrem milhares de muçulmanos, que podíamos puxar para a nossa causa: a da civilização acima da barbárie.

    E se alienarmos essas centenas de milhões (indonésios, indianos, chineses, nigerianos, etc), a alternativa para eles será juntarem-se ao “lado negro da força”.

    Mas enfim, isto é apenas um blogue…

  17. A. R

    É inegável que o islão seca tudo à sua volta: animistas, cristãos, zoroastras, budistas é tudo rebentado, decapitado, perseguido, violentado. É inegável que quase todos os conflitos no Mundo agora envolvem o islão. O Islão combateu com 100 000 homens ao lado de Hitler, é acarinhado pela esquerda e já fez 225 milhões de mortos. Não é uma religião é uma ideologia violenta e assassina. E quando assassinam invocam as passagens do corão que são explicitas na sua violência. O Nazismo era a supremacia da raça, o comunismo a da classe operária e o islão a superioridade do culto ao deus da lua (um culto pagão). É um culto de apartheid: separa homens e mulheres, separa os seus fiéis de todos os outros. É macabro.

    Há islão moderado? Há não cortam pescoços mas estão esperançados que os radicais o façam.

  18. A. R.,

    Allah é o nome dado pelos muçulmanos ao deus de Abraão, Isaac, Jacob, Ismael, Salomão, João Baptista e Jesus Cristo. Todos estes são profetas do Islão e são nomeados como tal no Alcorão. Jonas também é reconhecido profeta pelo Islão, mas a lógica da IIIL dinamita esse preceito ao destruir-lhe o tradicional túmulo, em Nínive.

    Quanto a perseguições aos cristãos, quem as faz dentro do Islão desobedece a uma carta escrita pelo próprio Maomé e inscrita na Hadith. Deixo a quem lê o exercício de ir buscar essa carta, onde é dada liberdade de culto e mesmo dispensa da Jizia aos cristãos. É bom termos uma cópia dessa carta a mão.

    O Islão não invadirá a Europa de fora. Já cá está. Em Bruxelas, o nome de criança mais comum é Maomé nestes dias. O mesmo acontece em Malmo, na Suécia. Em França já são 10% da população. Quando a Europa cair no caos, daqui a poucos anos, fruto de o crédito se acabar, as bestas levantarão as cabeças. E nesses dias iremos olhar mais para leste, à espera que a última civilização assumidamente judaico-cristã desça por aí abaixo e nos salve.

    Nesses dias, só espero que ainda seja o Putin no poder. Não estou optimista quanto à sua sucessão. Strelkov foi afastado e Medvedev perde influência e não creio que sobreviva na liderança muito para além de Putin. Putin pode ser quem é, mas ainda é um cinzento médio. O Ocidente anda negro. Como puta velha, não percebe que o seu tempo de beleza passou e estranha que os clientes já não a solicitem.

  19. Francisco,
    suponho que a carta a que se refere seja a Achtiname. Parece tratar-se de uma fraude. E não aparece em nenhuma hadith: é uma carta que supostamente isenta os cristãos do cumprimento de um preceito alcorânico.
    Leia o que Robert Spencer tem a dizer sobre a matéria:

    This document, the Achtiname, is of even more doubtful authenticity than everything else about Muhammad’s life. Muhammad is supposed to have died in 632; the Muslims conquered Egypt between 639 and 641. The document says of the Christians, “No one shall bear arms against them.” So were the conquerors transgressing against Muhammad’s command for, as Considine puts it, “no Muslim to fight against his Christian brother or sister”? Did Muhammad draw up this document because he foresaw the Muslim invasion of Egypt? There is no mention of this document in any remotely contemporary Islamic sources; among other anomalies, it bears a drawing of a mosque with a minaret, although minarets weren’t put on mosques until long after the time Muhammad is supposed to have lived, which is why Muslim hardliners consider them unacceptable innovation (bid’a).

    The document exempts the monks of St. Catherine’s monastery from paying the jizya. While it is conceivable that Muhammad, believing he bore the authority of Allah, would exempt them from an obligation specified by Allah himself in the Qur’an (9:29), the Achtiname specifies that Christians of Egypt are to pay a jizya only of twelve drachmas. Yet according to the seventh-century Coptic bishop John of Nikiou, Christians in Egypt “came to the point of offering their children in exchange for the enormous sums that they had to pay each month.” The Achtiname, in short, bears all the earmarks of being an early medieval Christian forgery, perhaps developed by the monks themselves in order to protect the monastery and Egyptian Christians from the depredations of zealous Muslims.

    http://www.jihadwatch.org/2014/01/huffington-post-muhammads-beliefs-on-how-to-treat-religious-minorities-make-him-a-universal-champion-of-human-rights

  20. Luís Cardoso,

    Ora bolas! Tinha esperança! 😉

    A Achtimane foi certificada, na altura e nos séculos precedentes, por vários emires (juízes). Essas cartas de confiança foram levadas pelo Império Otomano para Instambul juntamente com o Testamentum (ou Achtimane), creio que no sec. XVI. O Império Otomano certificou as cartas e submeteu-as aos seus escolásticos, que as comprovaram. Cópias foram realizadas, certificada e dadas ao Mosteiro de Sta. Catarina, onde são expostas.

    Sim, o documento que chamamos hoje Achtimane é uma cópia. E sim, há cartas de confiança desde quase o início do Islão, quando havia ainda memória recente de Maomé.

  21. Caro Francisco,
    a brincar, a brincar nos vamos entendendo. A autenticidade da Achtimane seria boa para os cristãos. A verdade é que, independentemente da sua autenticidade histórica, o documento não parece ter qualquer influência sobre o comportamento dos muçulmanos nos países islâmicos na sua relação com os cristãos. Basta ver o que se passa no suposto berço do documento, o Egipto, com os coptas.
    O documento não parece ter tido qualquer influência na definição da sharia, no pacto de Omar, etc.
    Nos círculos islâmicos, o documento é considerado espúrio. Veja, por exemplo
    http://www.sunniforum.com/forum/showthread.php?53945-The-Prophet-s-Letter-to-St-Catherine-s-Monastery/page3

    Quanto à memória de Mafoma: está sempre na mente do muçulmano e não é na Actimane que ele se vai instruir quanto à sua vida (Sirá), ditos e feitos (ahadith).

    Isto do islão moderado, com os seus documentos apócrifos, etc. é uma invenção da benevolência ocidental como explica eloquentemente Daniel Greenfield:
    http://www.frontpagemag.com/2014/dgreenfield/moderate-islam-is-multiculturalism-misspelled/
    e da benevolência do coração de alguns muçulmanos que procuram agarrar-se a tudo o que os possa eximir de fazer jihad e de ser severo com os incrédulos, conforme manda o Alcorão em 9:123 e 5:54.

    Vamos falando.

    Cumprimentos,

  22. Luís Cardoso,

    Eu sei que a Achtimane (ou Testamentum) é igual a papel higiénico para os califocratas que andam pelas terras da Síria. Até os profetas do Islão não podem dormir em pás (adopto o erro do título do artigo, intencionalmente 🙂 ) Os restos de Jonas foram tratados com dinamite. Não estamos a falar dos Budas de Banyam. Estamos a falar de um profeta do Velho Testamento, sagrado para cristãos, judeus e muçulmanos.

    Eu também sei que numa posição de domínio os muçulmanos ditos moderados transfigurar-se-ão em tiranos e escroques, e quem nã o fizer será morto pelos tiranos e escroques, seus correligionários. Quando a isso chegarmos, e tivermos de lidar com esses esbirros: se eles querem conhecer Deus facilitaremos a reunião.

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