Eu diria que é uma consequência da Lei da Oferta e da Procura. Se os turistas são poucos, não causam incómodo e não pesam na sociedade, portanto não faz sentido taxá-los. Porém, se os turistas são muitos, eles e as atividades a eles ligadas começam a tornar-se um incómodo para o comum dos cidadãos, pelo que faz sentido taxá-los.
É a mesma coisa que múltiplas outras atividades, como o estacionamento automóvel ou a venda ambulante. Só faz sentido taxar quando uma determinada atividade excede um determinado nível e começa a gerar prejuízos significativos para a população em geral.
Felizmente que existe a Coreia do Norte mas ai que saudades da Albânia comunista.
Caro Luís Lavoura, acredite que me chateia e incomoda muito mais quem anda pelo Largo de São Bento do que os turistas, que por regra não me vão ao bolso.
Pelo raciocínio do Luís Lavoura os políticos eram taxados a 150%, tal o excesso de oferta e incómodos que causam ao cidadão comum… Olha que visto por este prisma…
” Porém, se os turistas são muitos, eles e as atividades a eles ligadas começam a tornar-se um incómodo para o comum dos cidadãos, pelo que faz sentido taxá-los.” , e taxando-os voltam a ser poucos, pelo que as empresas ligadas ao turismo irão por certo minguar, bem como os respectivos postos de trabalho. Existem impostos inteligentes, mas este não é certamente um deles.
Eu diria que é uma consequência da Lei da Oferta e da Procura. Se os turistas são poucos, não causam incómodo e não pesam na sociedade, portanto não faz sentido taxá-los. Porém, se os turistas são muitos, eles e as atividades a eles ligadas começam a tornar-se um incómodo para o comum dos cidadãos, pelo que faz sentido taxá-los.
É a mesma coisa que múltiplas outras atividades, como o estacionamento automóvel ou a venda ambulante. Só faz sentido taxar quando uma determinada atividade excede um determinado nível e começa a gerar prejuízos significativos para a população em geral.
Felizmente que existe a Coreia do Norte mas ai que saudades da Albânia comunista.
Caro Luís Lavoura, acredite que me chateia e incomoda muito mais quem anda pelo Largo de São Bento do que os turistas, que por regra não me vão ao bolso.
Pelo raciocínio do Luís Lavoura os políticos eram taxados a 150%, tal o excesso de oferta e incómodos que causam ao cidadão comum… Olha que visto por este prisma…
” Porém, se os turistas são muitos, eles e as atividades a eles ligadas começam a tornar-se um incómodo para o comum dos cidadãos, pelo que faz sentido taxá-los.” , e taxando-os voltam a ser poucos, pelo que as empresas ligadas ao turismo irão por certo minguar, bem como os respectivos postos de trabalho. Existem impostos inteligentes, mas este não é certamente um deles.