Governação Disney

Com o Governo a planear roubar mais de 200 Milhões de Euros em Impostos Verdes, fico na certeza de que se Vítor Gaspar era o Tio Patinhas – e ainda bem que era – como alguma imprensa o apelidava, os seus colegas são claramente os Irmãos Metralha.

5 pensamentos sobre “Governação Disney

  1. Gil

    A secundarização das questões ambientais, parece-me de um simplismo perigoso. A introdução da diferença no processo produtivo pode ser um importante valor acrescentado que, neste caso, será inevitável a médio prazo. Estimulá-la através da discriminação positiva de que a fiscalidade é uma hipótese, é um caminho possível. Tenha-se em conta que, nesta área, tem havido um retrocesso na União Europeia, devido, sobretudo, ao peso da concorrência de alguns países asiáticos. Isto colocou-nos num meio termo perigoso, em que as nossas indústrias são obrigadas a concorrer com as desses países com um menor número de exigências, mas, se exportarem para esses países, são ferozmente taxadas. Por ordem neste mercado é fundamental. Isso é conseguido com as iniciativas legislativas do atual governo? Não sei. Mas o pior que nos pode acontecer, é acomodarmo-nos à selvajaria da indiferença ambiental.

  2. José Silva vaz

    Pois é mais um ataque do piolho verde ! E o pior é que até parece ser verdade este argumentario! Nada mais perigoso que uma treta embrulhada em papel verde! E. Aproveitada neutralidade fiscal ? Pois é ….treta da Verdinha meus senhores servida em bandeja reciclável por este servidor de Bruxelas! Bom mas o homem está atrasado e ainda não percebeu que lhe vão descarregar a bateria em breve..

  3. Gonçalinho

    A tal selvajaria da indiferença ambiental só é alimentada pela desinformação que é legislar contra a indiferença ambiental. Ao tornar-se algo ilegal, torna-se desnecessário explicar e/ou informar acerca daquilo que é ilegal; não se pode fazer porque é ilegal, ponto.
    A indiferença ambiental deve ser combatida pela informação, evitando alarmismos e moralismos idiotas, e pela liberdade de cada um em escolher o que comprar, forçando quem vende a vender (produzir) conforme a consciência daqueles que compram; livremente, sem leis nem histerismos.

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