Um início de ano lectivo normal

Para os interessados, na página do colégio privado Valsassina estão disponíveis há vários dias os horários dos alunos. As aulas começam hoje de forma normal. Na escola com contrato de associação Colégio Liceal de Santa Maria de Lamas também.

Quanto aos que não têm opção senão sujeitarem-se à máquina burocrático-sindical do ministério da Educação, com muita pena minha enfrentarão os “problemas habituais”.

23 pensamentos sobre “Um início de ano lectivo normal

  1. Pregador

    A majority of the Swedish population, approximately 56 percent, prefer a nationalized school system, according to a recent survey by research company Novus.
    “There’s a clear desire in the public opinion to change the school’s control. That a majority want to nationalize the whole school, not just the financing system, is a sign of deep discontent with the current state,” said the National Teachers’ Association, Lärarnas Riksförbund, Chairperson Metta Fjelkner.
    However, according to the association the only party to respond to public demand is the Liberals.
    “It’s the first time we have seen in a survey that the Swedish people want a state school. We have already suggested a model. It is not as complicated or bureaucratic as some might argue. It is more expensive not to do anything about the problem,” said the organisation’s chairperson Metta Fjelkner in a statement.
    The survey also shows that four out of five respondents did not believe that all students have the same chance of an equal education.
    The survey revealed no major differences according to party sympathies or union memberships.
    The National Teachers’ Association argues that this demonstrates that one of the Sweden’s educational foundations, equality in education, is perceived as not real.
    TT/The Local/kh (news@thelocal.se)

  2. Revoltado

    Duas páginas com horários lectivos afixados? Francamente, não poderia dar outro indicador mais substantivo das grandes vantagens e benefícios que as escolas com contrato de associação produzem? Por exemplo, ainda há pouco tempo vi um belo e moderno Aston Martin a circular nas ruas do Louriçal.

  3. Gil

    Alvo falhado, Carlos Guimarães Pinto. Depois dos correios e da TAP, arranca a campanha de descredibilização do ensino, já que as desventuras do Espírito Santo secundarizaram a privatização da saúde. Só que os argumentos são fraquíssimos porque a maioria das experiências privadas, são bem piores do que qualquer experiência pública. No básico, secundário ou superior.

  4. Mário Pinto

    Mas que post tão fraquinho e tendencioso!
    A continuar assim, não tarda muito que escreva que Nuno Crato é o testa de ferro dos sindicatos no Ministério da Educação.

  5. ASJ

    Também se aplica ao ensino superior público e privado?
    Quer isto também dizer que o ensino superior privado é melhor que o ensino superior público?
    Quer isto dizer que as escolas privadas operam milagres quando sobem as notas dos alunos de 12 para 19?

  6. Luis Moreira

    O meu filho frequentou o Valsassina e as minhas netas estão lá agora. É um crime que igual ambiente escolar não seja propiciado a todos os alunos. Mas há quem esteja preocupado com o merecido lucro que o colégio possa ter.

  7. dervich

    “É um crime que igual ambiente escolar não seja propiciado a todos os alunos.”

    Não é crime porque é impossível, experimente proporcionar esse ambiente a estes alunos aqui:

    Crime é querer comparar o que não pode ser comparável, que é o que acontece em posts como este.

  8. lucklucky

    Estão aqui em força os Totalitários que querem forçar os pais com a ponta das G3 a colocarem os filhos na “Escola Publica” Totalitária logo única.

  9. maria

    Não há problema em frequentar a Valsassina ou outra escola privada qualquer, desde que não seja à custa do estado, ok?

  10. lucklucky

    Não ok. Se você pode escolher para onde vai o seu dinheiro dos impostos eu também tenho o mesmo direito.

  11. paam

    maria,

    “O ensino secundário na Academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa, a melhor escola do País de acordo com a listagem elaborada pelo DN, custa 430 euros mensais, no mínimo, além dos 290 de inscrição.”
    http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1134183&page=-1

    5450 Euros para estudar em uma das melhores escolas de Portugal.

    “Um aluno na escola pública custa 4415 euros.”
    http://www.publico.pt/educacao/noticia/custo-medio-por-aluno-divulgado-pelo-tribunal-de-contas-ja-perdeu-validade-1568846

    Qual é o problema em os pais escolherem a escola dos seus filhos? Se a maria tivesse a hipótese de poder utilizar os 4415 euros, mais mil euros do seu bolso, para enviar o seu filho para uma das melhores escolas privadas do pais não o faria?

    Aqueles que colocam os filhos em escolas privadas, também não pagaram os seus impostos? Porque é que a escola publica pode ser financiada e a escola privada não?

    Estes números apenas mostram como o dinheiro publico é mal utilizado.

  12. paam

    Luis Moreira,

    A que más escolas se refere? A privadas? Mas acha que os pais iriam colocar os seus filhos num má escola privada?

  13. A. R

    “Não há problema em frequentar a Valsassina ou outra escola privada qualquer, desde que não seja à custa do estado, ok?” OK. A malta paga e vocês decidem! Isto não é uma escravatura cubana ou querem que seja?

  14. maria

    Paam, esse é o problema. Quantos alunos vão para essas escolas. Quem são os alunos? Por que razão o estado financia essas escolas onde apenas alguns usufruem? Se é para financiar, então as condições devem ser as mesmas – as financiadas pelo estado e as públicas. OK?

  15. lucklucky

    “Paam, esse é o problema. Quantos alunos vão para essas escolas. Quem são os alunos? Por que razão o estado financia essas escolas onde apenas alguns usufruem? Se é para financiar, então as condições devem ser as mesmas – as financiadas pelo estado e as públicas. OK?”

    O Estado paga mais às publicas que às ditas privadas. – que são muito pouco privadas nem o que ensinam podem escolher –

    Mas só por as pessoas falarem exclusivamente em Escola vê-se logo que não se interessam pelas crianças mas pelo sistema.

    https://www.edreform.com/edspresso-shots/how-to-give-your-child-an-expensive-private-education-for-less-than-3000-per-year-part-iii-michael-strong/

    Que tal em vez de Estado pagar às escolas publicas, às escolas privadas, poder também pagar directamente a professores escolhidos pelos pais? Tutores. Têm medo da palavra Tutor?

  16. André

    Só uma coisa que não percebi: o que é que os sindicatos têm que ver com o facto do MEC ser completamente incompetente e de não permitir que as escolas possam contratar professores para ter horários disponíveis? Claro que a máquina burocrática é péssima, mas não percebo o porquê do sindical aqui. Preocupa-me mais que por indicações do MEC, controlado pelo ministro da tutela, Nuno Crato, um ministro dum governo de coligação entre o PSD e CDS-PP (ambos partidos de direita sem ligações aos sindicatos), as escolas tenham cerca de três mil horários por preencher porque não podem contratar professores.
    Se eu fosse desconfiado, diria que existe toda uma estratégia para destruir a credibilidade e eficácia das escolas públicas, mas como sou ingénuo, prefiro acreditar que a culpa é dos sindicatos que impedem contratações de professores necessários (vá-se lá saber porquê) e da máquina burocrática que nem é controlada pelo atual governo… Claro, pode ser que nem todos os eleitores sejam tão ingénuos como eu, mas esperemos que não culpem o Nuno Crato, que tão bom trabalho tem feito…

    PS: Já agora, sabe que grande parte das instituições privadas inflacionam as notas para os pais ficarem satisfeitos? Realmente as aulas começam a horas e eles têm notas fantásticas (até aos exames…), mas curiosamente ficam todos uns péssimos alunos na entrada da faculdade pública (na privada continuam brilhantes alunos, como o Relvas ou o Sócrates). Aliás, no curso que frequento, dos sete que entraram vindos de colégios privados, apenas um passou a todas as cadeiras e três desistiram dos cursos após os primeiros testes (na FLUL há avaliação continua), mas isto é só coincidência, não quero espalhar veneno.

  17. Alexandre Portugal

    A discussão em torno da educação em Portugal é simultaneamente tanto um imperativo imposto pela necessidade quanto parece ser uma impossibilidade teórica, imposta pela análise prática quando considerado o caótico processo de discussão educacional que teve lugar nos últimos anos. Com efeito, o que se conclui – para além de que quando se fala desta temática, nada se consegue concluir – é que se discute cá fora o que deveria ser discutido internamente duvidando-se, e com fortes razões para isso, se a discussão que deveria ser feita cá fora, é ou não levada a cabo lá dentro. A primeira diz respeito ás carreiras e ao processo avaliativo, o segundo aos currículos, ao cheque-ensino – concorrência – e à disciplina na escola, entre outros.

    Vamos por partes. O mundo mudou e, como de costume, sectores consideráveis da população Portuguesa, nomeadamente as corporações mais bem instaladas e que mais têm a perder com este processo globalizador, continuam, hoje e sempre, irredutíveis à mudança e ao invasor ideário neo-liberal e ao regime capitalista-exploralista que o serve. Com efeito, é exactamente isso que se passa. Não precisamos de mudar nada no nosso sistema, porque tudo vai bem. O oriente não se industrializou e não se tornou o centro produtor do mundo – em bens e serviços -, o leste europeu, mais alfabetizado e instruído e com custos unitários do factor trabalho mais baixos que o nosso, não se liberalizou, a China e a Índia não aderiram à OMC, os tigres asiáticos são uma lenda polulante que graça lá para os lados do sol nascente à qual não devemos ligar, a América do Sul não tem hoje uma voz activa no mundo, a África não procura, ainda que lentamente, o seu lugar ao sol no concerto das nações e o conjunto das economias emergentes não dilaceraram a estrutura produtiva que existia no País, num mundo com cada vez menos barreiras proteccionistas e no qual a competição sectorial é mais intensa que alguma vez foi.

    (…)

    Mais em pensamentoliberalelibertario.blogspot. pt/2014/07/a-escola-publica-os-alunos-e-o-futuro

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.