Leitura recomendada

Um dia seremos todos israelitas?, por Rui Ramos no Observador.

32 pensamentos sobre “Leitura recomendada

  1. lucklucky

    Não.

    Como se vê pelo Islamic State já temos os média britânicos e americanos da esquerda moderada a clamar pela sua destruição total.

    Nem foi preciso cair um rocket numa cidade Europeia ou Americana.

    Também não me me parece que a Europa ou os EUA vá fornecer energia, cuidados médicos ao Islamic State…

  2. Mário Pinto

    Está na hora de regressar aos gloriosos tempos das Cruzadas afim de combater os infiéis, a todo o galope e, assim, tenta esconder-se o que está por detrás da “questão Israel/Palestina” – que serve de desculpa para muitas atrocidades de ambos os lados, sem dúvida – que só não está resolvida porque os EUA estão amarrados ao lobby judeu.

  3. Carlos Pacheco

    O Ramos entrou em tilt. Chá de gengibre com limão faz bem às articulações. Digam isso ao rapaz com urgência. Que grande maluquinho.

  4. Antonio

    Um amigo meu , que não tem nem um bocadinho de anti semita (como eu também não tenho), uma vez disse-me o seguinte: um dia, o “ocidente cristão”, para se salvaguardar de um mundo muçulmano cada vez mais rico e forte, vai sacrificar Israel… E vai sacrifica-lo alegremente, até porque o anti semitismo sempre teve e tem grandes raizes nesse mesmo ocidente cristao.

    Esperemos que nada disso aconteça. Seria muito mau sinal, para o mundo em geral.

  5. lucklucky

    Como se nota pelos discurosos nos media Britânicos e cá já se está a fazer isso.

    Para se ver a “arte do jornalismo esquerdista” nada como ver os media britânicos e portugueses a usarem a terminologia do Hamas.

    18 homens mortos pelo Hamas , Hamas executes collaborators.

    Deixaram de ser Palestinianos passaram a ser homens e passaram a ser colaboradores tudo segundo os jornalistas.

  6. Mário Pinto

    Coma devida vénia ao semanário Expresso e ao seu autor, Daniel Oliveira:
    ARTIGO DO SEMANÁRIO EXPRESSO
    A sobrevivente Hedy Epstein é alemã de nascimento, norte-americana de nacionalidade e uma judia sobrevivente do Holocausto. Em 1939, graças à operação Kindertransport, escapou ao destino de quase toda a sua família: morrer em Auschwitz. Depois da guerra, trabalhou com as forças aliadas no julgamento, em Nuremberga, dos médicos nazis acusados de experiências com humanos. Esta semana, com 90 anos, foi detida nos protestos em Ferguson, no Missouri, onde a comunidade negra tem manifestado a sua indignação pelo assassínio de um adolescente negro baleado com seis tiros pela polícia quando estava de braços no ar e desarmado. Não é a primeira vez que Epstein dá nas vistas. Quando, numa sessão na Universidade de Stanford, comparou os checkpoints e os muros da Cisjordânia à sua experiência pessoal na Alemanha causou a ira geral. Em plena sessão, foi interrompida por militantes pró-israelitas em fúria. E nem o seu passado evitou que várias organizações a acusassem de antissemitismo. (Continua…no Expresso).

    Cá está mais um exemplo da “arte do jornalismo esquerdista”, que domina toda a imprensa mundial.
    Valha-nos S. Rupert Mordoch, esse paladino da Imprensa Livre.

  7. lucklucky

    Sim mais um belo exemplo do jornalismo esquerdista.

    Talvez você da sua sabedoria me possa dizer quais as bombas atentados e terror perpetrado pelos Judeus Alemãs contra os outros Alemães.
    E qual a organização Judia Alemã que tinha nas sua “constituição” a destruição da Alemanha.

    O seu texto é o nível primário das tácticas comunas: falso (estúpido) paralelismo.

  8. lucklucky

    Quando quero dizer o seu texto, refiro-me obviamente à citação de Daniel Oliveira alguém que já nos habituou a níveis Orwellianos.

  9. Carlos Pacheco

    O lucklucky fala do “falso paralelismo” de um texto do Daniel Oliveira depois de ler esta crónica do Ramos em estado de histeria! 🙂 LOL 🙂 🙂 🙂 😀

  10. M. S.

    Carlos Pacheco:
    Deste fanático ideológico lucklucky tudo se espera.
    É evidente que o HAMAS existe há menos de 2 décadas mas o Estado de Israel há mais de 6.
    E, como se sabe, sempe providenciou pelo estabelecimento do Estado Palestiniano contra a ideia do Grande Israel dos irmãos fanáticos do lucklucky.
    E o Irgun nunca existiu nem o atentado no King David Hotel.
    E sempre que há uma perspectivazita de acordo de paz lá está o HAMAS ou a AP a criar mais colonatos no território dos Palestinianos.
    Minudências.
    Se quiser veja o mais lúcido texto que li ultimamente, de Rui Bebiano, no blog A Terceira Noite, «Quem tem razão contra Quem tem razão».

  11. lucklucky

    Argumentos nenhuns

    “É evidente que o HAMAS existe há menos de 2 décadas.”
    Até no calendário erras. A Irmandade Muçulmana estabeleceu-se nos anos 30 no mandato. dos seus grupos formou-se o Hamas nos anos 80.
    O qual tem a destruição de Israel como objectivo. Tal como a Fatah.

    “E o Irgun nunca existiu nem o atentado no King David Hotel.”
    Então posso ir buscar o Mufti de Jerusalém e os batalhões palestinianos ao serviço de Hitler.

    “E sempre que há uma perspectivazita de acordo de paz”
    É verdade foi uma asneira sair de Gaza e acabar com os colonatos. A paz não existe quando do outro lado dizem que nos querem matar. E até têm grande facilidade em matar os próprios quando conveniente. É o decálogo do Terror Bolchevista.

  12. Pinto

    Sr. Mário Pinto, deixe-se lá desses preconceitos e desse blá blá conspiracionista. Os islâmicos não querem nem nunca quiseram um Estado palestiniano. O problema deles é a exitência de um Estado judaico naquela terra. Ponto.

    A Resolução 181 das Nações Unidas previa a criação de dois Estados: Israel e Palestina. No entanto os árabes não aceitaram e declararam guerra a Israel, dando início à guerra árabe-israelense de 1948. Em Março de 1977, Zahir Muhsein, membro executivo da Organização de Libertação da Palestina (OLP), disse em entrevista ao jornal holandês Trouw: “Não existe ‘povo palestiniano’. A criação de um Estado palestiniano é apenas um meio para continuar a nossa luta contra o Estado de Israel”.

    O exemplo mais caricato: o muro da Cisjordânia. Israel construiu um muro que os anti-semitas maquilhados de humanistas vieram logo excitados condenar. Mas veja-se as declarações de Ramadan Abdallah Shalah, líder da Jihad Islâmica Palestina:

    “… há uma barreira de separação que é um obstáculo à resistência. Se ela não estivesse lá, a situação seria inteiramente diferente“. (Declaração de Ramadan Abdallah Shalah, líder da Jihad Islâmica Palestina, ao Al–Manar, canal de TV do Hezbollah, em 11 de novembro de 2006).

    “…por exemplo, eles construíram uma barreira de separação na Cisjordânia. Não negamos que isso limita a nossa capacidade de resistência, a nossa capacidade de penetrar profundamente para levar a cabo ataques suicidas, mas a resistência não se rendeu nem se tornou impotente, e está na busca de outras maneiras de cumprir os requisitos de cada estágio da luta’Texto em itálico“. (Declaração feita ao jornal Al-Sharq, do Qatar, em 23 de maio de 2008, pelo mesmo Ramadan Abdallah Shalah, líder da Jihad Islâmica Palestina).

  13. Pinto

    Quanto às vantagens do muro, leia-se (deve ser este o dói dói de quem critica):

    Menos civis israelenses morreram em conseqüência de ataques palestinos, em 2006, do que em qualquer outro ano desde que a intifada palestina começou em 2000. Os militantes palestinos mataram 23 israelenses e turistas estrangeiros em 2006, em comparação com o número máximo de 289 atingido em 2002, no auge da intifada. Mais significativo ainda, o número de ataques com homens-bomba suicidas em Israel foi quase reduzido a zero. No último ano apenas dois homens-bomba suicidas conseguiram infiltrar-se em Israel, matando 11 pessoas e ferindo outras 30. Em quase nove meses quase não houve qualquer ataque suicida a Israel, o período mais longo sem ataques desde 2000. (…) Uma portavoz das forças armadas israelenses disse que um dos fatores mais importantes desse êxito é a controversa barreira de separação construída por Israel, uma rede de 400 quilômetros que continua a crescer, feita de paredes de concreto, cercas de alta tecnologia e outros obstáculos, que se ergue em partes da Cisjordânia. “A barreira de segurança foi feita para parar o terror e é isso que está fazendo“, disse a capitã Noa Meir, uma portavoz das Forças Armadas de Defesa de Israel. (…) “Os críticos reconhecem, a contragosto, que o muro é eficaz em evitar os ataques, mesmo quando se queixam que a sua trajetória deveria ter seguido a fronteira entre Israel e os territórios palestinos conhecida como “linha verde” (…) A portavoz das Forças Armadas de Defesa de Israel disse que as operações militares israelenses que desarticularam os planos de ataque dos militantes da Cisjordânia também merecem crédito pela diminuição das baixas israelenses”. Nissenbaum, Dion (10 de janeiro de 2007). “Taxa de mortes de civis israelenses assassinados por palestinos caem a seu nível mais baixo em 2006″. Washington Bureau. McClatchy Newspapers (16-04- 2007).

  14. M. S.

    Para que conste:
    «História:
    O Hamas foi criado em 1987, no início da Primeira Intifada, pelos xeques Ahmed Yassin, Abdel Aziz al-Rantissi e Mohammad Taha, da ala palestina da Irmandade Muçulmana do Egito. O braço político e beneficente da Irmandade Muçulmana é então reconhecido oficialmente por Israel. O grupo concentrava-se na ajuda social e em projetos religiosos, com uma intensa ação social e comunitária.
    Segundo várias fontes, a Irmandade Muçulmana palestina, durante os anos 1970 e 1980, foi financiada direta ou indiretamente por diferentes Estados, como a Arábia Saudita e a Síria, mas também pelo Mossad, o serviço secreto israelense. »

  15. 2-al-Zawahri

    Allah, O verdadeiro, é mesmo grande!!!
    Tentar explicar de forma simples.
    Um super muçulmano testemunha que:
    allah existe, é a fonte inspiradora do mal.
    maomé foi o seu mensageiro, carniceiro, trapaceiro, interesseiro, etc…
    Logo um super muçulmano testemunha o mesmo que um muçulmano, testemunha mais, testemunha melhor , podem ter testemunhos infinitos,
    e testemunha a verdade.
    Lembrar que um muçulmano testemunha que:
    allah existe
    e que maomé foi o seu mensageiro.
    Como se vê, isso é só uma parte daquilo que um super muçulmano testemunha.
    Assim os muçulmanos já não podem chamar infiéis e descrentes aos outros, pois os outros, os não muçulmanos, podem dizer que são
    super hiper ultra e supra-muçulmanos. Por testemunharem mais, melhor e a verdade.
    Como as pessoas ainda não estão familiarizadas e informadas sobre o super-islam, sempre podem alegar que são estudantes do
    super hiper ultra e supra-islam.
    Assim as bestas dos muçulmanos já não têm argumentos teológicos ou outros para lhes fazerem mal, porque usando a frase que
    muito dizem”allahu akbar”, allah é grande é o maior, então têm que aceitar que Allah também tenha mais do que o islam, também tenha
    o super hiper ultra e supra islam.
    Se allah é grande, é grande mesmo.
    Claro que um super muçulmano sabe quando allah é allah, a suprema divindade, ou é outra coisa, porque em verdade, O Grande Divino ou
    mundo espiritual das boas ideias, só é grande fora do islam.
    Há nestas andanças uma importante descoberta teológica:
    A de que há mundo espirituais diferentes.
    No islam, as coisas são como são, enganadoras, desgraçadoras, infernais, etc…
    Mas o divino, a natureza ou seja lá o que for, deu-nos a capacidade de ir a cada um desses mundos e neles dizer as verdades verdadeiras
    que desmascaram e põem a nu as falsidades, mentiras enganos e crimes do islam e seus seguidores.
    E nada melhor para desmascarar o criminoso islam e seus seguidores, do que usar as próprias informações oficiais islâmicas para
    afirmar com todo o fundamento que o islam é só enganos e crimes. maomé até disse literalmente que o seu allah era o maior enganador e terrorista.
    Claro que se nota que esse maomé misturou algumas verdades e meias-verdades para mais habil e eficazmente enganar e desgraçar.

    E baseado naquilo mesmo que os muçulmanos dizem, que allah é Deus, a suprema divindade, o divino verdadeiro, dá para dizer estas e outras verdades,
    começando e acabando com a frase:
    Allah, O verdadeiro, é mesmo grande!!!

  16. ShakaZoulou

    Se Israel não tivesse o poder que tem, era mais um povo a ser lamentado como se lamenta actualmente os yazidis no Iraque as vitimas do bolo haram na Nigéria e muitas outras.

  17. lucklucky

    Um tipo sem argumentos a que sobre retorica vinda do livro de estilo bolchevista

    disse “há menos de duas décadas”

    2014-1987= 27

  18. Mário Pinto

    Tal como eu li o aqui referido texto de Rui Ramos, permitam-me que aconselhe a leitura de um artigo de Luís Amado na revista Visão de 14 de Agosto. Não lhes fará mal, a não ser que considerem Luís Amado um perigoso esquerdista e simpatizante do Hamas (tb) pelo facto de ter sido ministro dos Negócios Estrangeiros de Sócrates.
    Refere a Resolução 181 da ONU? E as outras que condenam o Estado de Israel – e vetadas pelos EUA – pelo seu comportamento para com o Povo Palestiniano?
    Esqueceu (?) tb a contínua construção de colonatos em territórios ocupados, condenada internacionalmente…

    O que ressalta destes comentários é que a xenofobia e a intolerância não são exclusivos do Hamas, antes pelo contrário. Pq se no conforto do vosso ar condicionado conseguem escrever estas trauliteiras pérolas, que devemos esperar de quem vive há décadas em condições extremas devido à implementação forçada do Estado de Israel em territórios já ocupados?

    Sou levado a crer que estes comentadores teriam recebido os espanhóis de braços abertos em 1580…a exemplo do que fez a maior parte da nobreza.

    Leiam mais livros de História e menos da Carochinha. A Humanidade agrade.

  19. Pinto

    Sr. Mário Pinto, como está o tempo aí na Cisjordânia? Aqui no ar condicionado não está mal.

    Ó sr. Mário acrescente primeiro algum argumento com substância e depois então recomende estudo. É que colocar-se em biquinhos de pés e não dizer absolutamente mais nada que meia dúzia de insultos é pobreza de espírito e de inteligência. Você não faz a mais pálida ideia da vida daquela gente nem desmonta os meus comentários devidamente fundamentados.

    Quanto à sua lágrima de crocodilo, a sua “compaixão” cínica pelo “povo palestiniano” (seja lá o que isso for nessa pobre cabecinha) deixo as palavras de Hilel Neuer:

    “No ano passado, os senhores não protestaram pelos milhares de manifestantes mortos e feridos na Turquia, no Egipto e na Líbia. Não protestaram pelo recorde de enforcamentos no Irão. Não protestaram quando mulheres e crianças foram bombardeados no Afeganistão, quando comunidades foram dizimadas no sul do Sudão, quando 1800 palestinos morreram de fome ou foram assassinados pelo regime de Assad, quando centenas de pessoas no Paquistão foram mortas em ataques terroristas, quando 10.000 iraquianos foram mortos pelos terroristas, ou quando nas aldeias da Nigéria os habitantes foram chacinados. Os senhores só protestam por Gaza. Os senhores não são pelos Direitos Humanos; são simplesmente ANTI-ISRAEL.

    Hilel Neuer, Director Executivo da UN WATCH, 15 de Julho de 2014

  20. M. S.

    Sr. Pinto:
    Diz o roto ao nu, poque não te vestes tu?
    E o senhor protesta contra essas vilências todas que referiu mas arranja mil justificações para não protestar contra a violação reiterada ao longo de mais de 60 anos do Direito Internacional (além de todo o tipo de atrocidades, algumas delas que fariam inveja ao Hitler na sua tentativa de eliminar os judeus).
    Como vê, é preciso ter cuidado quando se aponta o dedo aos outros, às vezes os dedos dobram-se e voltam-se para nós, têm articulações os safados dos dedos.

  21. Mário Pinto

    A sua atabalhoada resposta indica-me que estou no bom caminho.
    Bem haja por ler os meus “insultos”.

  22. Pinto

    Sr. Mário Pinto, já vi que só fala por falar.

    1) Israel não ataca. Defende-se. Defende-se dos milhares de roquetes com que é prendado e do ódio dos seus vizinhos. Ok, para si não é legítima defesa. Se Hitler fosse vivo para ele também não seria. Mas para Israel é e Israel não está à espera da anuência seja de quem for para se proteger (tal como nenhum país o faz).
    Nenhum Estado espera pela ONU para se proteger. Não há nenhuma entidade supranacional que estabeleça normas com força obrigatória. Embora lhe possa parecer que sim (por algumas afirmações que faz), as relações entre os Estados soberanos não se regem da mesma forma que entre pessoas ou empresas dentro de um Estado.

    2) O ódio aos judeus é velho e cíclico. A história tem vindo a mostrar que quem o estimula fica na pior parte da fotografia com o passar dos anos. Eu costumo dizer que é a justiça divina. O sr. Mário não diz nada porque não está a perceber nada.
    Mas pelo menos vá lendo a resolução n.º 181. E entretanto continue a destilar ódio aos judeus que isso nos tempos que correm é chique.

  23. M. S.

    Sr. Pinto:
    Não fui eu que critiquei o Sr. Mário Pinto, acusando-o de protestar selectivamente contra Israel e de se esquecer de todas as situações que merecem igualmente o nosso protesto.
    Foi o senhor que o fez, servindo-se da citação de um texto de Hilel Neuer.
    Eu repudiou todas as situações que referiu, mas incluo o genocídio de Israel sobre os palestinianos. Com os métodos semelhantes aos de que foram vítimas pelos nazis (na violência e desrespeito pelas vidas humanas, não nas câmaras de gás, as técnicas mudam).
    Rejeito com a mesma veemência o Holocausto da II G. G. como este que perpectuam contra os palestinianos, que conviviam em paz com apenas 80 mil judeus na Palestina até 1948.
    Mas criado o Estado de Israel pela Comunidade Internacional, há que respeitá-lo. Tem não só direito à existência como à segurança.
    Mas os palestinianos têm direito ao seu Estado, definido na mesma altura, mas que hoje só têm 17% desse território, o queo torna inviável.
    E entre os que foram expulsos para a diáspora e os seus descendentes são já 3 a 4 milhões, e que não podem regressar.
    Mas os judeus, polacos, russos, ucranianos, tenham a origem que tiverem, com o sem ligação a Israel, tendo apenas a religião judia, têm direito ao regresso e a terra na terra dos outros.
    Quanto a violações dos tratados internacionais e dos acordos de paz não há inocentes, quanto a crimes, idem.
    Ainda quanto a coisas escuras, o Hamas foi financiado em tempos pelos Serviços Secretos israelitas para combater a OLP e dividir os palestinianos, deixando assim reinar os israelitas: apenas para manter o sonho do Grande Israel bíblico.
    E se os italianos, herdeiros históricos do núcleo original dos Romanos (na Península Itálica) viessem reivindicar a Península Ibérica alegando direitos históricos?
    Portugal nessa altura não existia, nem portugueses ou espanhóis.
    Qual a sua reacção?
    Dispa-se de preconceitos ideológicos, o fanatismo ideológico é a pior doença oftalmológica.

  24. Pinto

    M.S.
    Não fui eu que critiquei o Sr. Mário Pinto, acusando-o de protestar selectivamente contra Israel

    Pois não. Fui eu.

    mas incluo o genocídio de Israel sobre os palestinianos

    Qual genocídio? Esse discurso radical não traz nada a uma discussão. Isso é anti-semitismo puro e duro. Ponto.

    Israel é o exército do mundo que mais tem feito para poupar vidas civis nos seus ataques (dito por um oficial do exército inglês que já esteve em vários teatros de guerra e recentemente acompanhou as manobras militares israelitas). As “vítimas desse holocausto” têm fugido sistematicamente do Hamas para Israel quando são perseguidos por homossexualidade ou por outros motivos que “os seus” consideram merecedores de pena capital. As “vítimas desse holocausto” têm apresentado recursos relativamente ao trajecto do muro e têm ganho muitas delas, tendo o Supremo Tribunal de Israel obrigado muitas vezes o Governo a alterar a construção para não prejudicar o cultivo dos árabes.

    Vir com a conversa do genocídio não é querer trocar ideias. É querer vincar bem o ódio aos judeus.

    E não se pendure na História para quererem deslegitimar a soberania de Israel (se vai por aí então posso-lhe adiantar que a permanência de judeus naquela terra foi ininterrupta e que antes da II Guerra Mundial aquele território formalmente era inglês, na prática era um deserto quase inabitado … portanto deixemo-nos dessas tretas). É que se faz esse exercício com o Código Civil e Penal em cima das pernas então nenhum país é legítimo – a começar pelo nosso. Essa lenga-lenga da História só serve para andar a justificar as aberrações e a intolerância do Hamas. Mas não há justificação possível. Israel, como qualquer outro Estado, tem o direito de se defender.

  25. M. S.

    Sr. Pinto:
    Lengas-lengas sem sentido é o chorrilho de banalidades que o senhor acaba de debitar.
    O incómodo é tal com a evidência da criminosa realidade que não consegue encontrar um argumentozito válido.
    Ao menos um.
    O muro cujo percurso o STI tem mandado corrigir é na fronteira internacionalmente reconhecida?
    Ou indiscriminadamente no território internacionalmente destinado aos palestinianos?
    Qual a justificação para a ocupação de 83% do território internacionalmente destinado aos palestinianos?
    A reconstituição do Grande Israel bíblico por parte dos adicais judeus.
    Os só há radicais palestinianos?
    O mal tem sido o processo estar nas mãos de 2 grupos de radicais, de um e outro lado, mas com uma desproporção de apoios internacionais aos judeus.
    Sabe quem foi Yitzhak Rabin e o que lhe aconteceu?
    Foi assassinado pelo Hamas, não foi?
    E quanto a distorcer o que eu disse, leia tudo.
    Se não souber ler, vá para um curso de alfabetização.

  26. Pinto

    M.S.
    Qual a justificação para a ocupação de 83% do território internacionalmente destinado aos palestinianos?

    Destinado onde?

  27. M. S.

    Senhor Pinto:
    Mas que ignorância que o senhor revela.
    E depois ainda tem a desfaçatez de vir mostrar essa ignorância publicamente.
    O Plano de Partilha da Palestina (mais exatamente daquilo que restava da Palestina, pois uma parte já havia sido separada para constituir a Transjordânia, em 1922) foi um plano aprovado em 29 de Novembro de 1947 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, através da sua Resolução 181.
    Em Maio de 1947, a ONU, a pedido do Reino Unido, criou o UNSCOP (United Nations Special Committee on Palestine), para elaborar o plano de repartição da área do Mandato Britânico da Palestina. Este plano consistia na repartição da parte ocidental do território em dois Estados – um judeu e outro árabe -, ficando as áreas de Jerusalém e Belém sob controlo internacional. 53% do território seria atribuído aos 700 mil judeus e 47% ao 1 milhão e 400 mil árabes (sendo desses 900 mil que imigraram durante o inicio do seculo XX e 500 mil que viviam no local. Antes desse acontecimento, judeus provenientes da Europa Ocidental e do Norte da África também já haviam imigrado para a Palestina, juntando-se a outros poucos milhares de judeus que viviam historicamente ali, por isso essa proporção de terras).
    Percebe agora quando e quem destinou 53% do território para uns e 47% para outros?
    Desses 47% os Palestinianos actualmente só têm 17%, pois Israel tem construído inúmeros colonatos.
    Percebeu agora ou quer que lhe faça um desenho?

  28. Pinto

    A sério que estava na Resolução 181? É que, se bem me lembro, a resolução foi rejeitada pelos palestinianos islâmicos e o Estado judaico invadido no dia a seguir. Engraçado quererem que Israel voltasse para os limites consignados numa resolução que foi liminarmente rejeitada pelos palestinianos islâmicos.

    Qual o objectivo de recuarem para esses limites se quando aí se cingiam foram atacados? Terem menos margem territorial (importante nas manobras militares) para se defenderem dos futuros ataques?

    Outra dúvida:
    Acaso algum país solicitou autorização ou permissão à ONU ou a outro organismo para se defender ou definir o seu território? Acaso a França devolveu Alsácia-Lorena aos alemães quando estes tomaram a iniciativa de a invadir? Ao contrário de todos os outros países, Israel está a ocupar território que não faz parte de nenhum Estado soberano. E se não existe um Estado palestiniano foi porque os palestinianos islâmicos não o quiseram. Já rejeitaram essa ideia 11 vezes. Os islâmicos querem unicamente que o Estado judaico deixe de existir porque, para eles aquele território – tal como a Península Ibérica – é pertença dos islâmicos.

    Não se ponha em biquinhos de pés para com os judeus porque se Israel desaparecesse Portugal e Espanha vinham a seguir: http://www.memri.org/clip/en/0/0/0/0/0/0/4331.htm

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