De facto, é surpreendente que tenhamos tido o resultado que cozinhamos

‘There are now thought to be more British-born members of Isis than there are Muslims in the British Army, leading lots of people to ask how they could hate us so much. After all, we did everything right: we imported low-skilled migrants from among the most clannish and socially conservative societies on earth to do badly-paid industrial jobs that were disappearing, ensuring their children grew up in unemployment; then we taught those children that our culture was decadent and worthless and our history tarnished with the blood of their ancestors; then we encouraged them to retreat into their religion through financial subsidies to the most openly sectarian and reactionary members of their community. What did we do wrong?’

43 pensamentos sobre “De facto, é surpreendente que tenhamos tido o resultado que cozinhamos

  1. k.

    Bulshit.
    Há 3 milhões de muçulmanos a viver em inglaterra. Membros do parlamento, Ministros (mulheres, já)

    Pintarem toda uma comunidade como “uma cambada de fundamentalistas” é em si, fundamentalista e rejeito isso.
    Trabalho com muçulmanos (e muçulmanas), vivo ao pé de muçulmanos, há muçulmanos no infantario da minha filha. São gente como nós, e é pintarem estas pessoas como “bixos” que as afasta de nós.

    PS: Um link que talvez ache interessante, até para discussões passadas.

    http://uk.reuters.com/article/2014/08/21/uk-britain-muslim-veils-idUKKBN0GL0X720140821?feedType=RSS&feedName=topNews

  2. Carlos Duarte

    “After all, we did everything right: we imported low-skilled migrants from among the most clannish and socially conservative societies on earth to do badly-paid industrial jobs that were disappearing, ensuring their children grew up in unemployment;”

    Engraçado… e quem acabou com esses “empregos industrais”? Dou uma dica: tinha um pai merceeiro.

  3. Será que o mesmo se aplica à França? Dá-me a ideia que os muçulmanos franceses são menos dados a jihadismo (preferido antes o bom velho vandalismo urbano), mas pode ser apenas diferença no género de assuntos a que a comunicação social respetiva dá atenção.

  4. ruicarmo

    Sem dúvida. Mohammed Merah, é um bom rapaz. O maroto lá se esqueceu naquela manhã de ser vândalo urbano. Mão deixa de ser um doce, o moço. Os cada vez mais habituais enxertos de porrada em judeus também se podem considerar como variantes do bom velho vandalismo urbano. As vítimas passam a ser elevadas à condição de mobiliário urbano e tudo fica resolvido.

  5. Maria João Marques

    Miguel Madeira, não tenho resposta certa a isso, mas parece-me que a GB, com a sua maior tolerância ao fenómeno islamista, tem sido o porto seguro de todos os extremismos islâmicos que existem na Europa. Os islâmicos na Europa têm sido muito eficazes em usar a tolerância europeia contra a própria Europa. E os tolos aplaudem. E incluo nestes todos pessoas como o Miguel que não hesitam em sacrificar a liberdade e os direitos humanos das mulheres muçulmanas na Europa em nome de uma teórica liberdade de escolherem a burca.

    Ó meninos, mostrem por favor a existência de células vivas nos vossos cérebros. Portanto a Thatcher tinha a obrigação de manter certos empregos (e nem vou discutir as culpas da senhora nisto) para que os filhos dos imigrantes islâmicos, agora, não amuem e decidam matar-nos, é isso? A culpa dos mujahiddin europeus é das políticas económicas da thatcher, é isso? Agora os políticos têm obrigação de implementar políticas de emprego para os candidatos futuros a esses empregos de outro país que não o que se governa, que ninguém ainda sabe quem são, nem quantos? Irra que há gente burra.

  6. k.

    “Maria João Marques em Agosto 21, 2014 às 15:35 disse:”

    Portanto a maneira de nos protegermos de interpretações radicais de uma religião é perseguir e banir os membros dessa religião?
    Muito “liberal” da sua parte, mas sou completamente contra – conheço muitos muçulmanos, gosto deles e não os desejo ver perseguidos.

    Relativamente à Tatcher, bem no texto que colocou, está escrito o seguinte:

    “After all, we did everything right: we imported low-skilled migrants from /…)to do badly-paid industrial jobs that were disappearing, ensuring their children grew up in unemployment;”

    Bem, se o autor do texto que você colocou se queixa disso com o uso a uma boa dose de ironia.. então também deve ser dos “burros” que você fala. Porque o cita, então?

  7. Carlos Pacheco

    No canto da boca dos “liberais” psicóticos já escorre a baba na vontade incontrolável de partir em nova cruzada: tomar Istanbul e, depois de Bagdad, o céu é o limite. Todas estas cruzadas têm dado resultados tão bons! Pum, cai a estátua do Sadam e os “liberais” cantam de alegria. Pum, viva o Sadam, morte aos iranianos. Pum, o Assad é muito mau. Pum, lá se foi o líbio. Pum-pum, cada tiro mata um. Sempre com o dinheiro do contribuinte, está claro; mas, neste ponto, o “liberalismo” fica sempre na gaveta.

  8. Carlos Duarte

    Cara MJM,

    Não, a Tatcher não tinha obrigação de nada disso – no mínimo tinha a obrigação de tentar manter a coesão social no Reino Unido, que falhou miseravelmente, mas essa é outra história. Por outro lado, e olhando para a comunidade asiática no Reino Unido (e usando a acepção britânica do termo) esta não é formalmente “imigrante”. Imigrante é alguém que muda de país. Ora essas pessoas não mudaram de país, mudaram de região. A grande maioria era (e é) cidadã do Império Britânico (agora Reino Unido). Apenas migraram (sem “i”) do subcontinente indiano para as Ilhas Britânicas. Tinham e têm tanto direito como os senhores do chapéu de coco e do Pimm’s.

    Portanto, e para responder à segunda parte do seu post, os políticos (europeus) não têm obrigação de implementar políticas de emprego (eu nem sei bem o que é isso – sei o que são políticas de desemprego, v.d. Tatcharismo) para filhos de imigrantes, mas têm a obrigação de implementar as referidas políticas (novamente, a existir) para os seus cidadãos, independentemente se são filhos de imigrantes ou não (e no caso inglês, nem são).

    Já agora, e porque não posso deixar em claro, tenho por norma gosto em ler o que escreve – concordando ou não – e tenho-a por uma pessoa inteligente que gosta de pensar pela própria cabeça. Como tal, fica-lhe francamente mal os epítetos com que fez o favor de brindar alguns comentadores. Dá ideia de desespero e arrasta a discussão para a sarjeta, onde ela não pertence.

  9. Carlos Duarte

    miguelmadeira,

    Sim, a maioria sim, mas eram cidadãos britânicos ou com dupla nacionalidade. Em termos práticos (de cidadania) eram migrantes ou expatriados.

  10. lucklucky

    A ignorância de Carlos Duarte e K. para todos verem.

    Quem acabou com a industria britânica foram as nacionalizações junto com a canalhice dos sindicatos, a politização da industria e os maus produtos que saiam das fábricas.

    Quer um excelente exemplo para perceber porque é que a industria inglesa teve um triste destino? olhe para os Estaleiros de Viana do Castelo e o que resta da industria do 25 de Abril.

    Menos de 30 anos depois da Segunda Guerra Mundial a Alemanha destruída já era mais rica que a Inglaterra.

    “no mínimo tinha a obrigação de tentar manter a coesão social no Reino Unido”
    O mínimo é que você tinha obrigação de informar-se.

    O meu pai visitou Inglaterra em trabalho em 1979 – quando lhe perguntámos como era – e foi uma das raras vezes em que vi que qualquer coisa tinha morrido dentro dele: “há pessoas a pedir nas ruas ” e depois ficou em silêncio.

  11. lucklucky

    “Pintarem toda uma comunidade como “uma cambada de fundamentalistas” é em si, fundamentalista e rejeito isso.”

    Haha.

    Substitua Muçulmanos por tipos Brancos ,Cristãos com as mesmas ideias sobre o lugar da mulher, as roupas da mulher, a obediência da mulher e quero ver os nomes que lhes chama.
    É de fundamentalista religioso para baixo.

    Pergunte aos seus conhecidos Muçulmanos se aceitariam uma Igreja na Arábia Saudita.
    Pode dar uma ideia de quais são os moderados e quais os que são fundamentalistas.

  12. k.

    “lucklucky em Agosto 21, 2014 às 16:30 disse: ”

    a) Queixe-se ao autor do texto que foi citado no post original, não a mim
    b) Os muçulmanos que eu conheço não se importam com igrejas católicas, nem com ateus como eu. E parece-me que têm o mesmo apreço que eu pela arabia saudita, que é zero.

    Você tem de se acalmar. Se calhar, devia arranjar uma namorada.

  13. Carlos Duarte

    miguelmadeira,

    O Reino Unido, em termos de cidadania, não lidou de forma fantástica com o fim do Império Britânico. Inicialmente abriu as portas (com uma equivalência de cidadania entre nascidos em solo Britânico e nascidos em territórios da Commonwealth) e depois foi apertando, apertando, até ao famoso discurso de Enoch Powell. O que escrevi não é juridicamente exacto: os paquistaneses e indianos eram cidadãos (ou ex-cidadãos) do Império Britânico e não do Reino Unido, sendo que os do Reino Unido também eram cidadãos (ou súbditos) do Império Britânico. No fundo, ia dar tudo ao mesmo, com direito de permanência ilimitada, em quase tudo similar à situação actual na UE, com direitos iguais, etc. Não existindo restrições, a maioria desses cidadãos acabour por dar o passo final de naturalização, tornando-se cidadãos “plenos” do Reino Unido. Mas, e em relação ao comentário da MJM, os tais “jihadistas” são na sua maioria cidadãos britânicos de pleno direito, filhos de cidadãos britânicos de pleno direito.

  14. Jose

    Se querem falar do assunto, tem um exemplo parecido em casa, com a quantidade de africanos que foram importados como mão de obra barata, para as obras megalomanas em LX, e que agora se encontram em situação idêntica à desses muçulmanos ingleses, mas neste caso em Lisboa. Estes também têm os seus descendentes em situação social idêntica, e que pouco a pouco vão fazendo das suas (leia-se VDG ontem). É dar mais algum tempo a ver quem os segura.

  15. Carlos Duarte

    “Menos de 30 anos depois da Segunda Guerra Mundial a Alemanha destruída já era mais rica que a Inglaterra.”

    Nem precisa de 30 anos, bastam 15. Mas o mais interessante é que desde 1960 a Alemanha tem um PIB per capita consistentemente superior ao Britânico, até aos dias de hoje. Tudo, não dúvido, devido às greves de 1979. São os mercados a antecipar o futuro com quase 20 anos de antecedência.

    Quanto à probreza, o seu pai teve um azar desgraçado. É que em 1979 a pobreza (medida em população com rendimentos inferiores a 50% do rendimento médio) rondava os 8%. Em 1990 era pouco mais de 20%. (http://eprints.lse.ac.uk/3913/1/One_hundred_years_of_poverty.pdf, pág. 124)

    Se olharmos pelo lado do desemprego, de 1947 até 1976 este era estável (com uma ligeira tendência de subida) e rondava os 3%. De 1976 até 1979 subiu significativamente (6-7%) e depois com a Baronesa Tatcher disparou até aos 13% (1982), tendo-se mantido acima dos 10% até 1987. Só recuperou (temporariamente) em 1990 e de forma mais constante de 1993-2008 (depois disparou e está em queda outra vez). (http://www.tradingeconomics.com/united-kingdom/unemployment-rate)

  16. Maria João Marques

    k. , V. às vezes parece que não sabe ler. No texto linkado fala em empregos que desapareceram (presume-se que pela evolução económica; sabe que muitos dos empregos existentes na Idade Média já desapareceram?), não que foram destruídos (pela psicótica da Thatcher ou por outra pessoa). De qualquer forma era o que faltava um pm ter de se preocupar em arranjar emprego para filhos de imigrantes que sabe-se lá se vão existir. Burrice retinta.

    Quanto ao resto:
    1. Imaginem o que quiserem das minhas palavras, que eu não respondo a devaneios alheios.
    2. O clima de tolerância e até impunidade face aos barbarismos que as comunidades muçulmanas fazem na Europa é, sim, senhores, um caldinho que ajuda a florescer todo o tipo de radicalismos.
    3. Evidentemente nem toda a imigração britânica é de ex colónias e claro que não se tratou de imigração feita antes das independências nem, muito menos, se trata de pessoas que já eram cidadãos britânicos.

  17. lucklucky

    “Tudo, não dúvido, devido às greves de 1979. São os mercados a antecipar o futuro com quase 20 anos de antecedência.”

    Desde quando precisa de ir a 79 para ter greves?

    “Quanto à probreza, o seu pai teve um azar desgraçado. É que em 1979 a pobreza (medida em população com rendimentos inferiores a 50% do rendimento médio) rondava os 8%. Em 1990 era pouco mais de 20%.”

    Obrigado por demonstrar que não percebe o que é pobreza. Fala de pobreza e vem com estatísticas de desigualdade.
    Parece ser daqueles que fica calado quando são todos pobres, mas fala quando há alguns pobres que começam a prosperar…
    Nessa altura começamos a ouvir que há “problemas sociais” até aí inexistentes. Foi assim na China, na Alemanha de Leste após a reunificação. Bastou aparecer a diferença e a desigualdade para aparecerem “bolsas de pobreza” . Até lá reinava o silêncio sobre o oceano de pobreza. É como se não existisse. Na China ainda é assim, falam de pobreza nas cidades costeiras que são as mais ricas e estão calados sobre o interior esse verdadeiramente pobre.

    Claro que tem desemprego quando industrias obsoletas, outras mal geridas por décadas e não competitivas dão o grito final. Espera o quê? British Leyland? Vauxall – acabou copiando modelos da Opel Alemã depois de sucessivas asneiras…
    A única coisa que salvou a industria automóvel britânica foi a chegada das fábricas Japonesas.

  18. Carlos Duarte

    Cara MJM,

    Para finalizar, porque não quero fugir ao texto original do The Spectator, o autor do texto tem razão: Não sei se toda, mas na maioria. E a culpa aqui é partilhada por toda a organização social no Reino Unido no pós-guerra.

    E têm culpa os Governos que escancaram as portas à imigração (incluíndo os súbditos britânicos que não era cidadãos do Reino Unido – e que se tornaram, já agora, de foram automática em 1983), os que não souberam implementar reformas necessárias de forma a mitigar o impacto social (e ESSA é a minha crítica à Tatcher – não a quebra do poder dos sindicatos ou o fech de empresas falidas, como a Leyland), os que não souberam e não sabem promover os valores sócio-culturais que nos caracterizam e apostam num multiculturalismo tóxico. Ou seja, em maior ou menor grau o que assistimos agora é – como em tudo, aliás – resultado do que se passou para trás. E seu eu admito uma coisa desta num país como os EUA, que em termos geopolíticos está a sair dos cueiros, não é admíssivel num país como o Reino Unido (ou como a França, para o caso).

  19. Carlos Duarte

    lucklucky,

    Diga-me então qual é a medida de pobreza que pretende. Espero bem que não seja a observação empírica do seu pai, até porque pode ser difícil ir agora buscar dados para trás. A medida de 50% do salário médio não é uma medida de desigualdade. Para o ser o país tinha de estar francamente desiquilibrado em termos de rendimento (com coeficientes de Gini desajustados). Ora apesar de ter existido um aumento da desigualdade após 1980, não é isso que me preocupa. É que para além de aumentar a desigualdade, os segmentos mais pobres da população viram o seu rendimento DIMINUIR. Ou seja, aumentou a pobreza, visto de que forma for.

    Quanto a Vauxhall, ela pertence à GM desde 1925. Mais, a década de 70 foi uma década de crescimento substancial para a Vauxhal… Antes de escrever coisas, um conselho: http://www.gooogle.com

  20. António

    Para entender como chegamos aqui é capaz de ser bom ver como andamos ( o “ocidente cristão”, digamos assim…) há uns 3 séculos a evangelizar, roubar, por e dispor, inclusivamente militarmente, um pouco por todo o mundo, sobretudo no grande corredor islamico que vai do norte de africa ao sudeste asiático…

    Se tudo estivesse a acontecer sem os problemas que so ingleses causaram e deixaram na descolozinação da Palestina, de Kashmira…e sem as intervenções dos EUA, Russia, e amigos no médio oriente em geral…era de facto de espantar. Assim não é.

    Centenas de milhares de indianos (desde muçulmanos, a novos cristãos, a “hindus” vários, etc) lutaram no exercito britanico durante decadas, da Europa ao Sudeste asiático, e inclusive na Índia, para impor a ordem contra os próprios indianos menos pacatos.

    O que os esrado unidenses colheram no Vietnam, e, sobretudo o que os Sovieticos colheram e deixaram no Afeganistão deveria ter servido para mostrar o que ia acontecer pelo Iraque, Siria, e todos os outro spaíses onde o “ocidente” intervem, mais ou menso declaradamente, com bombas, governos fantoches, financiamento a milicias, etc…

    O que está a acontecer com o EI é apenas a continuação do que nasceu no Afeganistão, e que nasceu com apoio directo, financeiro e militar, dos EUA…

    Os islamistas radicais são loucos abjectos e perigosos que devemso combater. Mas eles , a sua raiva, nascem num e de um caos e miséria muito próprios, que nós temos vindo a fomentar…

    Se calhar deviamos deixar de andar lá a meternos. E se não podemos (pelas matérias primas) então que transformemos aquilo em EAU rápidamente, ricos, e organizados, ou, pelo menos que deixemos o Irão quieto, e deixemos de derrubar ditadores que pelo menos eram areligiosos e mantinham aquilo em ordem…

    É complicado. Só não me venham com explicações simplistas e sectários do genero…somos tão bonzinhos e eles uns maus ingratos…isso é falta de inteligencia e cegueira intencional…

  21. Slint

    “Se calhar deviamos deixar de andar lá a meternos”
    Nem é preciso escrever mais nada, e não é se calhar, é sim, devíamos deixar em definitivo. Mas os bancos ganham muito dinheiro com estas guerrinhas…

  22. jacarlos

    porque é que eles nos odeiam ? o canal de TV britânica Chanel Four fez várias reportagens com câmaras ocultas em várias mesquitas de Inglaterra há uns anos atrás e o resultado foi aterrador : lavagem cerebral completa em que é incutido o ódio á cultura ocidental, aos infiéis e às mulheres britanicas sempre com base na religião. O Canal 4 acabou por sofrer represálias e ainda ameaças. Os políticos britanicos aprovaram um lei para impedir futuras filmagens com câmaras escondidas. O resultado está à vista. Propagar o ódio é muito mais fácil do que ensinar a tolerância. O resultado está à vista.

  23. António

    Os ingleses islamicos ( a maioria de segunda geração de emigrantes) odeiam o ocidente (até odeiam mais o ocidente hedonista, materialista, consumista, humanista, etc, que o ocidente cristão) pelo mesmo motivo que os filhos se revoltam contra o pais em geral. Desenraizados, sem problemas de sobrevivencia graves, mas a viver no baixo escalao social, ingleses que sao tratados como estrangeiros, com laços familiares e culturais confusos…prezas fáceis para fanaticos doutrinadores que lhes oferecem uma crença simplificadora e dadora de sentido. Uns filiam-se no Islão, outros em seitas critãs, outros hindus ou budistas, outros cientologos…infelizmente, no momento, o Islão oferece possibilidades e pretextos militares radicais que as outras seitas de momento não oferecem…

    É um problema e de dificil resolução, este dos europeus islamicos de segunda geraçao. E na Alemanha e sobretudo França (e até Espanha) a coisa também é muito complicada.

  24. jacarlos

    o resultado que cozinhamos ? essa questão deve ser colocada directamente aos activistas, imãs e religiosos muçulmanos que impedem a integração total dos mais novos, com radicalismos e textos religiosos incompativeis com os direitos humanos e a democracia e que os levam a tornar-se fundamentalistas e guerreiros religiosos, com um ódio profundo a tudo o que não é muçulmano. As exigências permanentes de comida halal na administração publica, recusa em vender álcool em lojas privadas, recusa em transportar cães em táxis por muçulmanos, campus universitários onde se promove o islão e se insulta e boicota tudo o que é judeu, salas em aeoroportos para muçulmanos rezarem, exigências de intervalos regulares no emprego para rezas, piscinas municipais com aparthaid de género, etc, etc….tudo aceite pela sociedade inglesa para não ofender os pacíficos muçulmanos.O resultado está à vista….

  25. JSP

    Eu sei que isto é polìticamente incorrectíssimo, dá direito a excomjnhão automática e vitupério permanente, mas se os “brits” adoptarem o provado, e comprovado,”Método Russo” , liquidam, literalmente , o problema.
    Por umas duas gerações, pelo menos…

  26. Maria João Marques

    Carlos Duarte, muito mais culpa têm os pms posteriores que, perante o problema do crescente radicalismo islâmico na sociedade britânica (inexistente quando Thatcher saiu do governo), fingiram que nada se passava, que estava tudo ao abrigo da liberdade de expressão, que era normal e não prenuncia nenhum perigo ter loucos a vociferar e a demonizar o país que os acolheu, e um largo etc. Discuta-se a Thatcher quanto se quiser, mas em assuntos em que tal tenha relevância. Aqui, não tem nenhuma.

    Jacarlos, ‘cozinhamos’, nós, no sentido precisamente do exemplo que deu. Os governantes britânicos, em vez de se preocuparem com o ódio ensinado nas mesquitas britânicas, preocuparam-se em dificultar os relatos de tal ódio. E nós, cidadãos, no sentido de permitirmos que os governantes assim decidam.

  27. Eu adoraria culpar a Thatcher por isso, mas realmente tenho a ideia de que a imigração (nomeadamente muçulmana) nem era primordialmente para aquelas zonas industriais e mineiras que entraram em decadência nos tempos dela – ou seja, os anglo-paquistaneses desempregados de Londres não estariam empregados nas minas de carvão num mundo alternativo em que essas minas não tivesse fechado.

    De qualquer forma, talvez nem seja boa ideia ir procurar explicações económicas para isto – parece-me haver fortes indicios que o jihadismo nem sequer é um fenómeno especificamente associado a jovens desempregados de bairros pobres, mas que, pelo contrário, até recruta muito em jovens de classe média com formação universitária (sobre isso alguém até escreveu “o estado islâmico puro é uma abstração, e portanto tende a atrair pessoas habituadas a lidar com abstrações”)

  28. Já agora, um artigo sobre o mesmo assunto (da autoria de um ateu filho de muçulmanos):

    http://www.unz.com/gnxp/european-muslims-a-problem-that-wont-go-away/

    O Reino Unido parece ser mesmo um dos países do mundo em que, proporcionalmente, mais muçulmanos se juntam ao ISIS (cerca de 5% dos combatentes do ISIS são britânicos, enquanto apenas 0,17% do total de muçulmanos do mundo são britânicos).

    Embora o autor não o diga abertamente, dá-me a ideia que ele até deve concordar com a MJM sobre algumas causas do problema.

  29. lucklucky

    “É que para além de aumentar a desigualdade, os segmentos mais pobres da população viram o seu rendimento DIMINUIR. Ou seja, aumentou a pobreza, visto de que forma for.”

    Não viram. Um pobre hoje é bem mais rico que muita classe média há 40 anos atrás.

    A Vauxhall nos anos 70 vendia em toda a Europa, nos anos 80 devido aos maus produtos dos anos 70 passou a vender só em Inglaterra e deixou de projectar carros practicamente. Passou a adoptar os modelos criados pela Opel na Alemanha.

    “É complicado. Só não me venham com explicações simplistas e sectários do genero…somos tão bonzinhos e eles uns maus ingratos…isso é falta de inteligencia e cegueira intencional…”

    Que chorrilho de asneiras. Sim são ingratos, é só ver quanto os Ocidentais ajudaram os Árabes. Para começar o combate dos Árabes contra os Turcos. Depois podemos ir à tecnologia, medicamentos etc.
    Segundo os Muçulmanos fizeram e fazem muito mais mal a outros Muçulmanos desde sempre que nós.
    Terceiro é so olhar para o resto do mundo.

    Pela ordem de ideias da Esquerdista da culpa do Homem Branco nesse caso o Judeus deviam estar a atacar a Europa começando pela Alemanha, Rússia, Polónia etc.
    Afinal milhões morreram há 70 anos.
    E atacar Irão, Iraque, Marrocos, Tunisia , Libía etc pela expulsão de Judeus.

    A Rússia pode entrar em guerra interminável com a Alemanha. E já agora com a Frnaça Napoleónica.

    Todos os povos foram injustiçados e têm queixas legitímas alguma vez na sua história.
    Portugal tem legitimidade para declarar Guerra a Angola. Moçambique, Espanha etc…afinal temos 500000 de refugiados de África…mais os filhos não é?

    Usando a teoria da vitimização/indignação/injustiça Esquerdista todo o mundo pode e deve estar em guerra com todo o mundo.
    É claro que esta industria só interessa accionar quando convém à Esquerda.

    Há povos com inteligência e ou sorte que seguem em frente. Há os manobrados pela Esquerda que ficam para sempre nessa lógica.

    Que não haja enganos o Islamismo só tem o sucesso que tem porque encontra um campo fértil cavado pela esquerda, a sua lógica está toda nos media.

  30. “Que não haja enganos o Islamismo só tem o sucesso que tem porque encontra um campo fértil cavado pela esquerda, a sua lógica está toda nos media.”

    Sim, claro, faz todo o sentido – a força que o islamismo politico tem no Irão, no Afganistão, no Iraque, na Síria, no Egito, no Paquistão, etc., etc.,etc. é devido à propaganda da esquerda e dos media (naqueles souks árabes de certeza que há uma espécie de tradutores a lerem em árabe para a audiência os artigos do Público e de The Guardian, e depois vão todos votar em massa no braço local da Irmandade Muçulmana)

    [Ok, vou admitir que o lucklucky se está a referir apenas ao sucesso dos grupos islamitas na Europa…]

  31. lucklucky

    Não admita. não me estou a referir à Europa.
    A intimidação que ganha apoio no Ocidente – e reconhecimento jornais Ocidentais – dá vantagem na política no Médio Oriente.

    O caminho para o que temos hoje no Islão foi aberto pelos grupos extremistas da Fatah, FPLP, etc. e a associação desses métodos com o jornalismo numa lógica de simbiose.
    Esse terror foi recompensado pela Europa e Estados Unidos com poder político, monetário,
    após o reconhecimento feito pelos Média.
    Isto deu o Incentivo para estratégias futuras de poder baseadas na mesma receita.
    Quando uma mesquita no Iraque ou uma praça sofre um atentado é a lógica que vem da influência da Esquerda Marxista e a estratégia Comunista para o poder. Intimidação em primeiro lugar. Terror.

    Se na Europa esta mesma recompensa tivesse sido dada ás Brigadas Vermelhas, Bader Mainhoff etc. hoje teríamos outros grupos a seguirem as pisadas.

    Se 1000 moderados muçulmanos fazem um protesto isso não é notícia no Ocidente, se um bombista mata 10 – bem agora é mais 100 devido à natural perda de impacto – é.

    Quantos moderados árabes, quantos diferentes povos do médio oriente têm voz nos média ocidentais? Não têm.
    O jornalista Europeu naturalmente de esquerda só dá reconhecimento à voz da violência. Os não violentos não têm voz. Dezenas de povos oprimidos não têm voz. Os Yazidis antes de o serem pela IS já o tinham sido em muitas outras ocasiões.

    .

  32. “Não admita. não me estou a referir à Europa.”

    Há, pronto, então mantenho que escrevi: Sim, claro, faz todo o sentido – a força que o islamismo politico tem no Irão, no Afganistão, no Iraque, na Síria, no Egito, no Paquistão, etc., etc.,etc. é devido à propaganda da esquerda e dos media (naqueles souks árabes de certeza que há uma espécie de tradutores a lerem em árabe para a audiência os artigos do Público e de The Guardian, e depois vão todos votar em massa no braço local da Irmandade Muçulmana).

    Portanto, a sua tese é que os fundamentalistas islâmicos por eles próprios não se teriam lembrado de fazer atentados e coisas do género, mas como viram que os atentados da FPLP, da Fatah e afins suscitaram simpatia no ocidente, decidiram seguir o método; é uma possibilidade, mas duvido muito que a principal preocupação dos grupos islamitas seja a forma como o ocidente vai reagir a eles (tanto os que acham que a culpa das guerras civis do médio oriente é do imperialismo como os que acham que é culpa da esquerda marxista deveriam ponderar, por um instante, a possibilidade – só a possibilidade – de nem tudo girar à nossa volta; quando o que poderíamos chamar o “Estado Islâmico do Najd e Hejaz” derrubou o rei do Hejaz nos anos 1920, penso que nem o imperialismo nem a esquerda marxista terão tido muita a ver com isso).

  33. João

    De facto, tolerância religiosa é melhor que uma guerra religiosa. Contudo, a tolerância não deixa de ter os seus problemas. O nosso medo de provocar o ódio religioso deixou-nos incapazes de criticar ideias absurdas e patentemente ridículas, e cada vez mais disfuncionais, emanadas dos dogmas e escrituras religiosos.

    Não há visão do mundo mais arrogante e repreensível que a de uma pessoa afectada pelo dogma religioso, pela fé.

    ” – O criador do universo tem um especial interesse em mim. Eu tenho a sua aprovação e ele ama-me e, por isso, serei recompensado depois da morte. As minhas crenças actuais são retiradas e derivam das escrituras e permanecem, e permanecerão, a melhor declaração de verdade até ao final dos tempos. Quem discordar passará uma eternidade no inferno.-”

    Falando especificamente da questão do islão. Nós caminhamos, sinuosamente, para um genuíno embate de civilizações andamos a iludirmo-nos a nos próprios com eufemismos.
    Falamos do islão, como já li em diversos posts aqui, como se fosse uma religião de paz que, aparentemente, foi sequestrada por uma minoria de fanáticos extremistas religiosos. Se há, actualmente, uma religião que não é pacífica ou advoga valores de paz é o islão.

    Se bem que os liberais, na sua maioria, desconfiam dos fundamentalistas, também é verdade que, ingenuamente ou não, imaginam que todas as religiões na sua essência e no seu núcleo dogmático ensinam a mesma coisa igualmente bem. Está é uma das ilusões nascidas do politicamente correcto.

  34. João

    Excerto tirado de uma notícia sobre uma conferência islâmica, na Noruega, cujo o gema era ” conferência de paz” . Se tiverem paciência para ler esta pérola escrita por um muçulmano dito “moderado” .

    Este é o documento admirável no pior sentido. Os organizadores deste evento acreditam, e com boa razão, que as visões ditas ” extremistas” não só não são raras no islão como são de facto mainstream, incluindo os muçulmanos que vivem em países ocidentais. Mas a melhor pérola está para vir quando afirmam que ao negar esta característica extrema do islão os media ocidentais sofrem de ….Islamophobia.

    A serpente do obscurantismo começa a devorar a sua própria cauda. Aparentemente, é um sinal de racismo imaginar, como muitos neste post imaginam, que só uma pequena minoria são extremistas. Que só uma pequena minoria aceita a subjugação das mulheres e a pena de morte para apóstatas. ” como se atrevem a chamar-nos de extremistas quando somos a maioria” ” não somos extremistas, isto é o islão!” Diz um membro da conferência. Se calhar já é tempo de deixarmos de negar a realidade do caracter muito pouco recomendável do islão.

    Inicio do excerto:
    ” When Muslim organizations invite Shaykhs who speak openly about the values of Islam, the Islamophobic western media starts murdering the character of that organization and the invited speaker. The question these Islamophobic journalists need to reflect upon is; are these so called ‘‘radical’’ views that they criticize endorsed only by these few individuals being invited around the globe, or does the common Muslims believe in them. If the common Muslims believe in these values that means that more or less all Muslims are radical and that Islam is a radical religion. Since this is not the case, as Islam is a peaceful religion and so are the masses of common Muslims, these Shaykhs cannot be radical. Rather it is Islamophobia from the ignorant western media who is more concerned about making money by alienating Islam by presenting Muslims in this way. Islam Net, an organization in Norway, invited 9 speakers to Peace Conference Scandinavia 2013. These speakers would most likely be labelled as ‘‘extremists’’ if the media were to write about the conference. But how come this conference was the largest Islamic Scandinavian International event that has taken place in Norway with about 4000 people attending? Were the majority of those who attended in opposition to what the speakers were preaching? If so, how come they paid to enter? Let’s forget about that for a moment, let’s imagine that we don’t really knew what all these people thought about for example segregation of men and women, or stoning to death of those who commit adultery. The Chairman of Islam Net, Fahad Ullah Qureshi asked the audience, and the answer was clear. The attendees were common Sunni Muslims. They did not consider themselves as radicals or extremists. They believed that segregation was the right thing to do, both men and women agreed upon this. They even supported stoning or whatever punishment Islam or prophet Muhammad (peace be upon him) commanded for adultery or any other crime. They even believed that these practises should be implemented around the world. Now what does that tell us? Either all Muslims and Islam is radical, or the media is Islamophobic and racist in their presentation of Islam. Islam is not radical, nor is Muslims in general radical. That means that the media is the reason for the hatred against Muslims, which is spreading among the non-Muslims in western countries.”

  35. lucklucky

    “Portanto, a sua tese é que os fundamentalistas islâmicos por eles próprios não se teriam lembrado de fazer atentados e coisas do género, mas como viram que os atentados da FPLP, da Fatah e afins suscitaram simpatia no ocidente, decidiram seguir o método”

    Claro que fariam. Mas não teriam tanta força.
    A questão não são os atentados é o poder que é reconhecido a quem faz atentados, a quem mata indiscriminadamente.
    A simpatia é só um aspecto dos ganhos. É o poder que se ganha ao ser reconhecido como representante de.
    A Fatah foi reconhecida como representante de todo o povo Palestinano.

    A partir daí só alguém com mais violência os pode desalojar.

    Quando a AlQaeda fez os atentados de 911 gente como Mário Soares e outros aconselharam e entrar em negociações com a AlQaeda.

    O que é que isto iria fazer: transformaria AlQaeda representante dos Muçulmanos.

    ——————————————————-
    Quem os Jornais Ocidentais e a extrema Esquerda tem apoiado no Médio Oriente são grupos e ideologias violentas.

    Desde os Nacionais Socialistas do Baath – uma espécie de Partido Fascista – e outros braços do Pan Arabismo mais ou menos ligados até a grupos terroristas com a ideologia apenas de lutarem contra o Ocidente(Israel-EUA). É esta gente que tem sido apoiada no Ocidente.

    Não é o àrabe social liberal, o árabe socialista moderado, o árabe pacifista, o árabe anti militarista, o árabe democrata, o árabe anti-racista.

    No Médio Oriente a Esquerda e os Media apoiam precisamente quem destroí esta gente.

  36. Renato Souza

    Vamos por partes:

    1. Thatcher não destruiu a Ingleterra, pelo contrário SALVOU a Inglaterra. Não fosse por ela, a Inglaterra seria uma outra Argentina. Os empregos finalizados não se sustentavam, só levaria a uma dívida pública muito maior. Encerrados esses empregos, surgiram outros que se sustentam.

    2. Quem conhece economia sabe qua a imigração ou falta dela não é determinante para o bem estar econômico de um país. Por um lado a imigração leva a um aumento de população, que dilui um pouco o capital em relação à mão de obra. Mas o aumento de população é também um aumento de capital humano. Penso que só nos casos em que a imigração é muito rápida, ela gera reais problemas, mas resolvíveis a médio prazo se a economia for pujante. Não sei se este é o caso da Inglaterra.

    3. A simples ideia de ter dado a todos os cidadãos do antigo Império Britânico o direto de migrarem livremente para a Inglaterra me pareceu estúpida. Não sei quem decidiu isso mas foi uma decisão estúpida. Por dois motivos:
    A. O menos importante: Como eu disse migrações muito rápidas geram certas dificuldades econômicas passageiras.
    B. Migrantes e imigrantes trazem consigo sua maneira de pensar. E a maneira de pensar da população de um país é a principal causa de sua pobreza, violência, e todo tipo de problemas. Ora, as população emigrantes vem justamente de locais com condições de vida piores, e essas más condições vem justamente da visão de mundo dessas populações.

    4. É sempre a mesma ladainha: “a maioria dos imigrantes são pessoas pacíficas e trabalhadoras, logo, não podem ter um impacto negativo sobre a criminalidade e violência”. Que estupidez! Como alguém pode ser tão ignorante?! Uma população imigrante pode ser, na sua maioria composta de pessoas honestas e trabalhadoras, e mesmo assim ter um impacto terrível na criminalidade. Basta que os índices de criminalidade entre esses migrantes sejam bem maiores que entre a população nativa. Veja o exemplo da Suécia. A maioria dos imigrantes não estupra, mas a proporção de estupradores entre eles é muito maior que entre a população nativa. Logo, sendo a imigração muito grande, esta teve um impacto forte sobre as taxas de estupro. A única forma de uma população imigrante não ter um impacto ruim sobre a taxa de algum determinado tipo de crime é se tal crime não for mais comum entre a população imigrante do que sobre a nativa.

    5. Fazendo um adendo sobre esse último ponto, as políticas de tolerância “politicamente corretas” são o verdadeiro grande mal na questão da imigração. Vejamos um exemplo: A Nigéria apresenta uma das maiores taxas de estupro do mundo (se não a maior). Agora, imagine que um grande número de nigerianos migre para um outro país, com baixíssimas taxas de estupro. O resultado imediato será um aumento das taxas de estupro nas cidades de maior imigração dessa população imigrante. O segundo resultado será uma representação desproporcional de imigrantes nigerianos entre os presos por estupro. Depois de alguns anos, as taxas de estupros tendem a voltar aos níveis históricos. Mas a atuação política das esquerdas impede que isso aconteça. Os esquerdistas necessariamente interpretarão a passageira desproporção estatística de presos por estupro entre as populações nativas e imigrantes como resultado do “racismo” dos policiais. Ora, a polícia não pode inventar falsos estupros por parte da população nativa para “corrigir” a discrepância estatística. A única forma de “corrigir” essa discrepância será ser MENOS EFICIENTE na prisão de estupradores imigrantes. Dizendo claramente: LENIÊNCIA. Qual o resultado? As taxas de estupro não caem.

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