Com a nomeação de Carlos Moedas para integrar a Comissão Europeia, ou seja, com a nomeação pelo governo de um seu membro para o cargo, fica mais uma vez demonstrada a absoluta irrelevância das eleições europeias, agora mais uma vez no que toca a eventuais leituras internas dos seus resultados.
Depois da campanha de propaganda protagonizada pelas (sempre iluminadas) mentes federalistas, entusiasmadas a vender a ficção da “eleição do presidente da Comissão” no último momento eleitoral, fica assim confirmada a sabedoria da imensa maioria que deu às últimas eleições a relevância que estas efectivamente merecem.
E ainda bem que assim foi.
A Nomeação do novo Oficial das SS
Quanto menos importância se der às eleições europeias, menos poder se dá ao parlamento europeu e comissão europeia e ainda bem. O caminho deve ser o de reforço do papel do conselho e dos governos em vez dos eurocratas de Bruxelas. Só assim se evita o acentuar da “burrocratização” em que estamos inseridos.
Holy democracy, Batman!