Portugal esclavagista

algemas_escravosDurante séculos Portugal foi o principal promotor das migrações (forçadas) de escravos do continente africano para o americano. Hoje, ao Estado português não lhe basta “escravizar” o próprio povo mas também, desde o governo de José Sócrates, ajuda a fazê-lo a outros. Na RTP (inclui video):

Os médicos cubanos chamados a trabalhar em Portugal recebem um terço daquilo que é pago a qualquer clínico português que exerça as mesmas funções no Serviço Nacional de Saúde. Mas cada um custa quatro mil euros mensais ao Estado português, 80% do dinheiro segue diretamente para o regime de Havana.

 

Talvez para socialistas, de todos os tipos/partidos, a imoralidade da subjugação do seu semelhante à vontade do Estado seja um conceito fácil de aceitar quando se fala de “bem comum”. O facto de, séculos atrás, uma grande maioria da população achar normal o tratamento de seres humanos como mercadoria não tornou tal prática menos condenável. Assim como, nos dia de hoje, não podemos olhar para o lado quando uma maioria decide (por via democrática!) autoescravizar-se, arrastando consigo quem dela discorda e anseia pela liberdade que, ao contrário de qualquer tipo de escravatura (total ou em part-time), deve ser absoluta.

27 pensamentos sobre “Portugal esclavagista

  1. Luís Lavoura

    Eu conceberia o título deste post num blogue socialista, mas aqui…
    Vejamos, não é este negócio totalmente voluntário, da parte de todas as partes envolvidas? Os médicos cubanos não estão, creio eu, a trabalhar obrigados…
    Há também que ter em conta que os médicos cubanos tiveram a sua formação académica paga pelo Estado cubano. Podemos dizer que os contribuintes cubanos emprestaram aos médicos dinheiro para eles se formarem. Não é justo que agora esses médicos sejam forçados a devolver, com juros, aquilo que os contribuintes cubanos lhes emprestaram?

    (Ademais, deve haver um erro numérico. Se 80% dos 4000 euros segue para Havana, só sobram 800 euros para os médicos. Duvido que alguém possa viver em Portugal, pagando aluguer de casa, com tão pouco.)

  2. Miguel Noronha

    Estou a ver. Pela mesma lógica deverá defender que os 80% do vencimento dos emigrantes portugueses reverta para os cofres do estado.

    É sempre bom saber estas coisas.

  3. Joaquim Amado Lopes

    O BZ já devia saber (não recebeu o memo?) que termos negativos só se podem aplicar a Governos de direita.
    O Governo democrático (LOL) e humano (LOL) de Cuba é comunista (argh) portanto, como o Luís Lavoura muito bem explica (pois), nada do que faça pode ser comparado a escravatura (QED).

  4. ruicarmo

    Acho o Luís Lavoura pouco audaz em termos liberais-sociais. Para equilibrar as contas e retribuir todo o carinho proveniente do estado, 120% do salário de cada emigrante seria um bom começo.

  5. Luís Lavoura,

    Não há erro numérico. Pode começar a propor que os funcionários públicos portugueses retornem 80% do seu ordenado ao Estado. E que no mínimo ganhem USD 25,00 po mês.

    A sua defesa de Cuba é enternecedora para os cubanos. Os mesmos que estão a criar a Zona Económica Especial de Mariel para obter investimento dos malvados países capitalistas.

    Fidel Castro disse que o modelo econômico de Cuba não funciona mais, escreveu um jornalista dos EUA na quarta-feira, após realizar entrevistas com o ex-presidente cubano na semana passada.

    Jeffrey Goldberg, articulista da revista Atlantic Monthly, contou num blog que perguntou a Fidel, de 84 anos, se ainda vale apenas tentar exportar o modelo comunista cubano para outros países. “O modelo cubano não funciona mais nem para nós”, teria respondido Fidel.

    O comentário parece refletir a concordância de Fidel – já manifestada numa coluna em abril na imprensa estatal cubana – com as modestas reformas econômicas que vêm sendo promovidas por seu irmão caçula Raúl, atual presidente de Cuba.

    Goldberg disse que Julia Sweig, especialista em Cuba na entidade norte-americana Conselho de Relações Exteriores, que o acompanhou a Havana, acredita que as palavras de Fidel reflitam uma admissão de que “o Estado tem um papel grande demais na vida econômica do país”.

    Tal sentimento ajudaria Raúl, no poder desde 2008, contra membros do Partido Comunista que são contrários às tentativas de enfraquecer o domínio econômico estatal, disse Sweig a Goldberg.

    Leia agora este artigo na Veja antes de falar de Cuba e dos Cubanos. Esecialmente a parte que fala da qualidade do ensino médico em Cuba, avaliado nem mais nem menos do que por um médico cubano.

    Não defenda o que os cubanos já deixaram de defender.

  6. EMS

    O governo Cubano é esclavagista por colocar pessoal médico em outsourcing e cobrar uma comissão por isso.
    Se for a “Kelly Services”, a “Randstad” ou qualquer outra empresa de outsourcing a fazer o mesmo. O esclavagismo transforma-se miraculosamente num negócio perfeitamente legítimo.

    PS: Não sou apreciador de nenhuma das versões desse tipo de “negócio”.

  7. EMS,

    Médicos vigiados por paramilitares? Com as famílias em casa como reféns?

    A Randstadt não faz disso. Procure na revista Veja os verbetes «medicina cubana» e «curandeirismo».

    Por outro lado, quer acabar com a Randstadt? Permita o livre despedimento e Portugal e o trabalho temporário-definitivo ou temporário-experimental para fintar a lei estúpida que temos desaparece. Restará apenas o verdadeiro trabalho temporário, o trabalho em time-share ou em projectos, para o qual a existência de agências de colocação faz todo o sentido.

  8. ricardo

    Em Portugal também o Estado fica com a maior parte do rendimento de muita gente (até há quem pague 80% de IRS e SS)
    Por cá o Estado também pratica com sucesso a escravatura … mas é para nosso bem.

  9. ricardo

    O Estado português paga muito melhor aos cubanos que aos portugueses.
    Aos cubanos paga a totalidade, enquanto que aos portugueses, não só lhes paga menos, como ainda lhes cobra impostos imorais.

  10. EMS

    Colaço, não leio a revista “Veja” exactamente pelas mesmas razões porque nunca lí a “Vida Sovietica”.
    E continuo a gostar tanto do regime Cubano como da Randstadt e sus hermanitas.

  11. EMS,

    Há 47 diferenças entre a Randstadt e Cuba. AK-47. Ou 74. As mais novas espingardas de assalto cubanas já são a AK-74.

    A polícia tem a AK-47. Deve ser com ela que mandam as famílias dos médicos que desertam para a prisão.

  12. lucklucky

    O mais triste aqui é o post do EMS.

    Para o EMS o uso da violência do Estado Comunista por isso Totalitário é equivalente a uma empresa com inumeras concorrentes que oferece um serviço.

    É isto o típico argumentuário dos socialistas “democráticos” , Coitados nunca se livraram do poder mental que os Comunistas têm sobre eles.

  13. A. R

    “Há também que ter em conta que os médicos cubanos tiveram a sua formação académica paga pelo Estado cubano.” Mais uma bacorada do lavoura. O ensino em Cuba, como país comunista e apoiado por comunistas, o ensino é gratuito e sendo gratuito nada devem ao estado cubano. Pois quem dá e volta a tirar ao inferno vai parar. Este lavoura é paleolítico

  14. Jack6m

    O que o Lavoura está a dizer é que os pais devem apresentar aos filhos a factura do que gastam para os criar, e devem mantê-los aprisionados até que paguem. E isto no bicho do “social”. O que faria se não fosse.

    Não se percebe porque não reclamam que os emigrantes sejam obrigados a pedir autorização ao estado português para emigrar e que seja obrigatório ser o estado a negociar as condições … com a devida ‘comissão’.

    Nem Salazar foi tão longe (evidentemente).

  15. A. R

    Decerto a PC-GTP vai tomar conta do caso contra esta exploração capitalista e o bastonário da ordem dos médicos dar uma conferência de imprensa semanal

  16. Anonimo

    Toda a gente incomodada por um estado e neste caso o cubano, talvez por isso, “exigir “ o ressarcimento pelo investimento da sociedade através do estado na formação de médicos.

    Este assunto não deve ser catalogado porque foi um estado, mas sim pensado em abstracto, se for um privado a investir num elemento dos seus quadros que depois é aliciado por outra empresa concorrente ou um clube de futebol pode exigir ressarcimento, mas o estado, a sociedade em relação aos gastos que fez em determinadas profissões que não são uma profissão qualquer não pode.

    Ha profissões que exijem cuidados especiais, como também os enfermeiros, cuidados esses exigidos pela sociedade e pelo melindre da área de actuação com vidas humanas. A sociedade através do estado achou por bem não deixar isso ao deus dara, por isso esse curso sempre resistiu as privadas. As outras profissoes acabados os cursos as pessoas fazem-se a vida, em medicina há além do custo inerente do curso a pós licenciatura, pois nos outros cursos para além daqueles que se formaram pelo estado, podem formar-se a suas expensas em universidades privadas, e nesse caso não devem nada da sua formação a sociedade, a sociedade não exige o rigor que impoe aos medicos após licenciatura, porque ficam com as suas vidas na mão, por isso criou-se um ensino tutelado em que custa ao estado bastante a formação de cada formando

    Em teoria e a nivel de concorrência pura e após licenciatura os cursos são todos iguais para o estado, façam-se a vida e o estado não deve investir nesse ensino tutelado pós licenciatura processado e ensinado na pratica numa instituição médica, durante anos, sujeito a exames e por alguém com experiencia criando-se assim carreiras como sinónimo de aprendizagem, Mas cada um que faça um estagio minimo ou nem isso, como nas outras licenciaturas e depois que se faça a vida e esta pronto para ter um doente nas mãos. No futebol por exemplo e no mundo empresarial, empresas que investem num profissional e o mandam tirar um curso ou adquirir experiencia la fora, aprendendo metodos ou tecnologias mais desenvolvidas e para depois quando esse profissional regressa não ir trabalhar para a concorrência impoe indemnizaçoes contratuais ou os custos de formação, como diz o outro não ha almoços grátis. Só no estado.

    Podia haver também outra solução não trabalhar para um patrão de manhã e a tarde para outro patrão concorrente (exclusividade), resolvia-se o problema, o estado só formava nos hospitais os seus e os privados que tratassem das suas equipas. Isso sim era concorrência, não se joga em dois clubes ao mesmo tempo. Gostava de ver essa aposta, (até pagava um bocadinho) tanto do lado do empresariado como do lado dos candidatos. Quando a Beleza introduziu um resquicio disto foi o fim do mundo de protestos de boca, mas depois quase tudo aderiu, a não ser claro aqueles velhos tubarões que tinham nome formado e posição esses ganhavam mais mundos e fundos cá fora. No fim ficou uma miscelanea.

  17. ArCaria

    “se for um privado a investir num elemento dos seus quadros”

    Treta. Só aceita as condições se quiser. Nenhuma sociedade civilizada no mundo aprisiona os próprios cidadãos pela escolaridade que lhes faculta. Pode até cobrar, mas as condições são estabelecidas à partida e não implica que o pagamento a ter lugar no futuro seja negociado por esse mesmo estado, ficando a pessoa liberdade total de movimentos, escolha de profissão, país onde a exerce e condições de exercício.

    Cuba é um país de estado esclavagista.

  18. Anonimo

    “Treta. Só aceita as condições se quiser. Nenhuma sociedade civilizada no mundo aprisiona os próprios cidadãos pela escolaridade que lhes faculta. Pode até cobrar, mas as condições são estabelecidas à partida Treta. Só aceita as condições se quiser. Nenhuma sociedade civilizada no mundo aprisiona os próprios cidadãos pela escolaridade que lhes faculta. Pode até cobrar, mas as condições são estabelecidas à partida”

    É isso mesmo exactamente, só falta definir isso a partida e não ser a sociedade através do estado a ficar sem os seus melhores sendo levados de borla pelos privados que não dispendem um cêntimo na sua formação, ao fim da licenciatura opção pelo privado ou publico. Claro que nenhuma sociedade civilizada aprisiona os seus membros, os privados que investem nessa formação não aprisionam os seus membros ou sim? Exigem é uma reparação pelo investimento feito e que no fundo ficaram sem ele porque foi trabalhar para a concorrência gorando as suas legitimas expectativas, se os privados fazem isto, isso não é aprisionar porque esta definido a partida, mas o estado não pode aprisionar, ora bolas, não aprisiona coisa nenhuma exige uma reparação pelo investimento feito na formação dos seus elementos, se estes quiserem pois os privados ou eles próprios que paguem essa formação a posteriori e ficam com a sua carta de alforria já que falamos em esclavagismo, , não ha aprisionamento coisa nenhuma.

    Outro assunto que também ninguém discute tem a ver por exemplo com as empresas tecnológicas que substituem postos de trabalho por maquinas, devem as maquinas que substituem trabalhadores pagar os mesmos impostos que pagava o cargo se fosse ocupado pelo trabalhador? A duvida é que uma empresa tecnológica que substitua trabalhadores por robots ou outras maquinas deixa de contribuir na mesma proporção para o estado e segurança social aumentando os seus lucros, com isso para além de fazer uma concorrência “desleal” a outras empresas com base de recursos humanos esta a prejudicar o estado e a sociedade, menos impostos menos contribuições para a segurança social, que as outras empresas tem que cumprir e pagar.

  19. Jack6m

    “sociedade através do estado a ficar sem os seus melhores”

    Isso é esclavagismo. Mesmo assim, é problema da “sociedade”, não dos seus melhores.

  20. Anonimo

    “Isso é esclavagismo. Mesmo assim, é problema da “sociedade”, não dos seus melhores.”

    Por ser problema da sociedade é que a sociedade através do estado tem que decidir.

    Então entendo se for a sociedade através do estado a fazer opções e a exigir retorno do investimento feito é esclavagismo . mas se forem os privados a praticarem essas mesmas opções e a exigirem esse mesmo retorno já não é esclavagismo. O esclavagismo é conforme seja o sujeito o estado ou um privado Estou esclarecido.

  21. Renato Souza

    O problema de Cuba é que os cubanos são prisioneiros lá. É claro que é escravidão. Se o sujeito é prisioneiro em uma ilha, desde o momento em que nasce, e lhe é permitido trabalhar fora da ilha com a condição de entregar a maior parte do rendimento ao governo da ilha (os administradores da prisão) é claro que é escravidão.

    E ninguém venha dizer que a pessoa aceitou porque quis. É claro que um prisioneiro aceitará condições vis para poder viver, mesmo que por algum tempo, fora da sua prisão.

    Mas isso me lembra uma questão importantíssima: Todo esquerdista é partidário da livre imigração. Um pais qualquer é considerado obrigado a aceitar imigrantes que queiram vir sem restrição nenhuma. Mas esses mesmos esquerdistas consideram perfeitamente normal um país impedir sua população de sair. Emigrar é crime, todo esquerdista pensa assim. Mais de 100.000 cubanos morreram no mar, tentando escapar da ilha-cárcere, e todos os esquerdistas consideram (e muitos até dizem em voz alta) que é perfeitamente legítimo que um governo faça uma monstruosidade dessas com seu próprio povo. O muro da vergonha, que impedia os alemães de fugirem para a Alemanha Ocidental, não envergonhava os esquerdistas. Toda opressão desses regimes totalitários sobre seus povos, que nem o direito de emigrar tinham, nunca chocou nenhum esquerdista. Deviam provavelmente pensar: “afinal como os governantes poderão chacinar tranquilamente as populações, se estas ficarem a fugir para outros países”?

    Provavelmente, se eu quiser impedir alguém, que eu não convidei, de entrar na minha casa, o esquerdista me considerará um criminoso. Mas se eu quisesse prender dentro de minha casa alguém de minha família, o esquerdista acharia isso perfeitamente normal. Foi essa mentalidade louca dos esquerdistas a causa do maior genocídio das história humana. Talvez 170.000.000 de seres humanos foram trucidados pelas máquinas estatais de seus países, e as reações dos esquerdistas foram várias: O apoio entusiástico ao crime, o apoio oculto, a negação, a difamação dos portadores das notícias, a condenação fria e formal em público. O apoio à escravidão de médicos é apenas a mais recente variação desse apoio geral à maldade estatal em si.

    Esquerdismo é uma doença grave. Doença do caráter.

  22. Anonimo

    “E ninguém venha dizer que a pessoa aceitou porque quis. É claro que um prisioneiro aceitará condições vis para poder viver, mesmo que por algum tempo, fora da sua prisão……… Provavelmente, se eu quiser impedir alguém, que eu não convidei, de entrar na minha casa, o esquerdista me considerará um criminoso.”

    Ah sim vossa senhoria faz assim tantos investimentos na sua casa em relação as suas visitas???

    Vossa senhoria deve estar a englobar aqui o mundo empresarial privado ocidental que exige sempre retornos do investimento feito quer em recursos humanos quer em capital. Ou seja parafraseando a velha máxima não ha almoços grátis, a não ser no estado claro esta, onde se podem sentar a vontade a mesa do orçamento, onde ninguém impede ninguém de se sentar, nem ninguém considera criminoso. O Estado pode investir e deve no progresso e bem estar social, mas depois se os privados mamam desse investimento a borla sem pagar nada desse investimento publico, pois isso é normalíssimo nas nossas sociedades, ainda não mudou a visão de que a sociedade através do estado tem que se defender dos investimentos que faz em bens e serviços públicos e não deixar estes depois serem capturados pelos privados explorados por estes que sem nenhum investimento passam a lucrar a partir do investimento que a sociedade fez por meio do estado, mas também não admira quando o próprio estado esta capturado pelos privados que colocam la os seus agentes. O estado tem que ser forte e tem que ter quem o defenda.

    Os antolhos continuam em cuba e não são capazes de pensamentos abstratos. Se for o estado pratica escravidão, mas se for um privado pode fazer tudo, não pagar salários, inclusive descapitalizar empresas, deslocalizar empresas quando se perdem benefícios fiscais e se vai ter que começar a pagar os impostos, neste caso também a sociedade ( o estado) não obriga a pagar as benesses concedidas durante esse tempo, pois isso é escravidão. Paradigmas cubanos diria eu..

  23. Renato Souza

    Anônimo

    Nada do que você disse é sobre mim. Só falou sobre você mesmo. O resumo do seu pensamento é: Estão certos os regimes socialistas em escravizar sua própria população. Para defender uma monstruosidade dessas, você teve de dizer diabrites sobre quem quer que discorde dessa tese louca.

    Você fala de “investimentos feitos pelo estado”. Suponho que nos países europeus, nos EUA, no Canadá, no Japão, na Coreia do Sul, em Taiwan, em Cingapura, na Austrália, na Nova Zelândia, o estado, pobrezinho, esteja sendo roubado pelas empresas, e que por tal motivo a população está extremamente empobrecida. Em Cuba e na Coreia do Norte sim, é que o povo vive extremamente bem. Seja feliz, vá viver lá.

  24. Anonimo

    “Você fala de “investimentos feitos pelo estado”. Suponho que nos países europeus, nos EUA, no Canadá, no Japão, na Coreia do Sul, em Taiwan, em Cingapura, na Austrália, na Nova Zelândia, o estado, pobrezinho, esteja sendo roubado pelas empresas, e que por tal motivo a população está extremamente empobrecida. Em Cuba e na Coreia do Norte sim, é que o povo vive extremamente bem. Seja feliz, vá viver lá.”

    Falo e continuo a falar.

    Ainda bem o senhor também falou nisso, recentemente é só ler as noticias, foram apanhados e já antes tinham sido apanhados em lisboa e em matosinhos mas agora foi noutro hospital, médicos de um hospital publico que no horário de trabalho nesse hospital estavam dados como trabalhando ai nessa altura, no entanto estavam operando em hospitais e clinicas privadas nesse mesmo horário, como diz o outro, estavam tratando da sua vidinha, Como vê os antolhos continuam onde o senhor os queira colocar. Nos seus olhos ficam a matar eu não o mando ir viver para lado nenhum, só espero que a sua visão não fique mais baça.

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