Sou claramente uma criançofóbica.

Eu começo por apresentar o meu protesto pela sucessão vertiginosa de assuntos que envolvem a criançada que têm aparecido nos blogues e jornais, nem dando tempo para uma mãe com compulsão opinativa vir aqui dizer de sua justiça.

Começando pelo mais recente. Daniel Oliveira escreve outro texto exemplar (isto começa a ser preocupante) sobre a mania irresponsável de muitos pais recusarem vacinar os filhos e do ressurgimento de doenças a que isso tem levado (ainda há pouco tempo houve um surto de sarampo em Nova Iorque). De facto este é um assunto que está na fronteira entre aquilo que deve ser a proteção do estado às crianças e o espaço de decisão dos pais no que aos filhos diz respeito e aceito que as opiniões sejam diferentes. Eu estou pela obrigatoriedade da vacinação. Não tanto pelos benefícios coletivos que isso traz, mas pela proteção às crianças. E não vejo que isto belisque o liberalismo; os pais não devem poder tomar decisões que sejam altamente lesivas para os seus filhos, como é claramente o caso da recusa da vacinação. Por muito elitistas que sejam, não deve ser permitido aos pais pôr deliberadamente em risco a saúde dos filhos.

Agora a polémica que opôs o João Miguel Tavares à Pipoca Mais Doce, com contributo da Inês Teotónio Pereira. E estou do lado da Pipoca. Mas claro que os hoteis devem poder não aceitar crianças, segundo a sua política comercial. Tal como devem poder aceitar só casais (há muitos hoteis por esse mundo fora que estão especializados em férias românticas e não aceitam pessoas sozinhas, nem trios, nem, lá está, crianças, só mesmo casais). E o mesmo digo para restaurantes. Imaginem um restaurante que se especializa em despedidas de solteira e só aceita grupos de mulheres para lá tomarem as suas refeições. Também não pode? Tem de aceitar homens e crianças? Tal como há hoteis que se especializam em férias (ou fins de semana) para pessoas com mais de 15 anos e, por isso, não aceitam crianças, também os há – e em muito maior número – que se destinam ao imenso mercado das famílias. Não estamos propriamente num cenário em que os pobres pais não conseguem encontrar um hotel que acolha os seus rebentos. Temos mesmo de começar com conversa de discriminação à conta disto? E porque paramos nos hoteis? Ou nos restaurantes? Porque não aplicar esta mania não-discriminatória a tudo? Por exemplo um spa. Tendo as vantagens das massagens para bebés sido bastante difundidas nos últimos anos, fica claro que um spa não se pode destinar apenas a tratamentos de bem-estar para adultos; é obrigatório que faça massagens a crianças. Um spa geralmente tem um ambiente relaxado e silencioso que combina mal com o barulho dos bebés? Pois temos pena, discriminar os bebés é que não pode ser. E as residências para idosos que têm aparecido pelo país? Presumo que qualquer lar de terceira idade deva ser obrigado a aceitar um rapaz de 40 anos de boa saúde que lá queira passar uma temporada, não? E uma loja de roupa? Porque diabo uma loja de roupa de crianças pode existir nas versões atuais? Ficamos quedos perante esta discriminação de adultos? E os cabeleireiros para adultos onde nāo há quem saiba cortar o cabelo a crianças irrequietas? É fechar. E aquelas fotógrafas que se especializam em grávidas e discriminam as restantes mulheres? Inaceitável.  Mais uma – esta tem muito potencial fraturante -, e as lojas de roupa feminina que só têm números para mulheres magras?

O passo lógico a seguir a isto tudo? Registar na constituição como direito fundamental a dormida em hoteis, idas aos spas e aos restaurantes e por aí fora.  E fazer um pronunciamento de inconstitucionalidade para as orientaçōes comerciais das empresas que se destinam a nichos de mercado. Em Portugal, uma empresa ou serve toda a gente ou vá para países amigos da discriminaçāo comercial (e do bom senso).

25 pensamentos sobre “Sou claramente uma criançofóbica.

  1. R.i.c.c.i.a.r.d.i.

    Maria Joao, uma coisa é cada negócio definir o seu segmento de mercado com a liberdade que quiser, projectando os investimentos nesse sentido, outra coisa é proibir a entrada a pessoas.
    .
    A entrada em espaço público deve ser livre, com aviso à entrada da especialidade em que se segmenta para não acontecer o que me aconteceu a mim e à minha mulher ha uns anos que reservamos um hotel no estrangeiro pela net e ter ido parar, inadvertidamente, a um hotel gay. Perfeitamente gay. Os recepcionistas entenderam o problema e conseguimos mudar de hotel sem custos acrescidos.
    .
    Segmentar sim, proibir não.
    .
    Rb

  2. R.i.c.c.i.a.r.d.i.

    As crianças acompanhadas pelos pais, não podem ser proibidas de entrar em estabelecimentos comuns. A excepção são apenas as especialidades de cada negócios e o bom senso. Proibida a entrada de crianças em casas de alterne parece-me bem. proibir a entrada de crianças em restaurantes normais parece-me mal.
    .
    Rb
    .

  3. “Tendo as vantagens das massagens para bebés sido bastante difundidas nos últimos anos, fica claro que um spa não se pode destinar apenas a tratamentos de bem-estar para adultos.” Este argumento é inane. Porquê? Porque fazer massagens a uma criança é um acto que requer especialização, não é o mesmo que fazer massagens a adultos. Já um hotel, é um hotel, é um hotel, não precisa de ter qualquer instalação especial para crianças, para lá das que já são obrigatórias a pessoas com mobilidade condicionada.
    As crianças fazem barulho? Algumas. Os adultos também. Conheço alguns que se comportam pior que crianças…não é por isso que lhes vedam a entrada em restaurantes e hotéis.
    Um negócio, qualquer que seja, não devia negar a entrada a ninguém, a não ser por motivos de segurança. Os clientes é que deviam poder decidir se querem frequentar estabelecimento A ou não, desde que cumpram com as regras de comportamento aceitáveis, e que qualquer criança consegue acatar. Diria que a isto se chama liberalismo.

  4. Maria João Marques

    Nāo me parece que os hoteis neguem a entrada a crianças, simplesmente nāo lhes prestam o serviço que prestam ao nicho de mercado que escolheram (vender dormidas e alimentaçāo). E ou nāo tem filhos ou é tolinho, porque claramente os hoteis que recebem crianças têm de ter infraestruturas e equipamentos específicos, desde as cadeirinhas, alimentaçāo adequada, camas para bebés,… E eu diria que nāo percebe nada de liberalismo.

    Miguel, acho que está na hora de fazermos uma petiçāo para esclarecer a constitucionalidade deste assunto.

  5. João Bettencourt

    Chamem-me o que quiserem mas eu sou da opinião de que as crianças devem ficar em casa até saberem comportar-se em público.

  6. k.

    Sempre o oito e o oitenta.
    Uma coisa é segmentação, tratar pessoas em condições diferentes de forma diferente. Outra coisa é discriminação, tratar pessoas em condições iguais de forma diferente.

    Numa lógica extrema, qual é o mal de eu abrir um restaurante, e me recusar a servir pessoas “de cor”?

  7. Carlos Duarte

    MJM, os hóteis ou os restaurantes não têm que ter infraestrutura para nada. Não precisam – nem são obrigados – a terem cadeiras de bebés, berços, camas extra, etc. E até estão no direito de avisar as pessoas que NÃO têm esse equipamento e os pais são livres de julgar se é adequado ou não e se não for ou não vão ou vão ao próprio risco.

    Os Spa’s – como lhe foi explicado – da mesma forma não têm (por norma, alguns têm) que ter serviços para crianças e não sendo estas utilizadores, pode-lhes ser vedado o acesso. Nos lares para 3ª idade (e, já agora, nas escolas e afins) existe legislação própria que limita o seu uso. No entanto – e no caso da 3ª idade – a própria legislação admite excepções. Uma loja de roupa pode vender roupa tanto a crianças como adultos. Se a roupa não serve, o problema é do comprador. Os fotógrafos podem especializar-se no que quiserem, não prestam um serviço de carácter público (por isso é que um fotógrafo pode não tirar fotografias de uma festa sua se não lhe apetecer mas NÃO pode impedir que compre alguma coisa – incluíndo tirar a fotografia lá – se tiver uma loja de portas aberta).

    A actividade comercial de portas abertas – portanto, de serviço ao público geral – implica que os comerciantes sirvam TODO o público em geral, salvo algumas restrições (como discotecas ou sex shops) para protecção não dos comerciantes, mas sim dos clientes.

  8. Maria João Marques

    Carlos Duarte, nāo faço ideia do que têm os hoteis de ter ou, sequer, se a recusa de drianças é ou nāo ilegal. Nem isso interessa para a discussāo, porque lá por uma coisa ser legal nāo quer dizer que seja correta ou, até, ética. Se um hotel tem de servir todo o público, entāo também tem de o fazer um spa ou uma loja de roupa ou um cabeleireiro ou todas as outras atividades. Nāo há qualquer diferença entre um spa e um hotel – na verdade os spa até seriam mais ilegais, porque restringem o acesso a adultos, tudo em nome do ambiente calmo; também sāo locais públicos, tal como as lojas e os hoteis. E, além do mais, os hoteis nāo prestam nenhum serviço básico às comunidades. Nāo se tratam de empresas de transportes públicos, por exemplo. Como referi no post, parece que ainda nāo está na constituiçāo o direito universal a passar férias em hoteis.

    K, parece-me que concordo. O caso das crianças parece-me segmentaçāo de mercado, o caso de aceitar só certas raças num restaurante é discriminaçāo.

  9. RF

    Portanto, uma libertária (presumo eu) que é pela obrigatoriedade da vacinação porque “os pais não devem poder tomar decisões que sejam altamente lesivas para os seus filhos”. Portugal sempre a inovar.

  10. Maria João Marques

    Exatamente. Nāo é é inovaçāo nenhuma. Nāo é por ser libertária que penso que os pais podem espancar os seus filhos, proibi-los de irem à escola aprender a ler e a fazer contas, violá-los e aí por diante. Os filhos sāo pessoas, nāo objetos propriedade dos pais, e os pais nāo têm direitos sobre os filhos, têm deveres.

  11. Dervich

    Se “o problema não são as pessoas”, só pode ser a falta de educação ou bom senso.

    Já mandei calar miúdos no cinema (em cima do filme, não da publicidade), mandei calar miúdos e pais deles em restaurantes, mandei calar pais de miúdos que falam entre si na plateia ao assistir a concertos de escola dos seus próprios filhos, mandei calar velhas a berrar ao telemóvel durante 15 minutos dentro de um autocarro e mandei adolescentes silenciar iphones com música em alta voz (!) dentro de autocarros, ilustrando um princípio de vida género “isto agora é tudo nosso”, reforçado pelo uso entre eles da já tão típica e usual linguagem vernácula…

    Em algumas das situações recebi a (agora) expectável indignação dos visados, em todas as situações uma plateia silenciosa e indolente fez questão de ilustrar a desistência da sua cidadania.

    Para além dos exemplos mais óbvios de (alguns) bares e discotecas, não sei o que fazem crianças de menos de 6 anos em cinemas ou em teatros. Será normal que crianças pequenas acompanhem os pais em restaurantes mas já não é normal que estes não se levantem e vão dar uma volta com os miúdos quando estes fazem demasiado barulho.

    Também não é normal que um hotel não aceite crianças (embora, em caso de aviso prévio, julgue que deveria ter o direito de o fazer) embora, para minimizar problemas, fosse natural que tentasse agrupar famílias com crianças num sector e restantes clientes noutro sector. Contudo, nesta situação, não se pode pedir a um pai/mãe que ponha um adesivo na boca do miúdo ou vá para a rua apanhar uma molha de madrugada.

    Acima de tudo, penso que esta questão tem a ver com o que comecei por referir, o problema que as pessoas têm actualmente com a falta de educação e bom senso…e com uma enorme desistência da sua cidadania e do respeito pelos seus direitos e por si próprias.

  12. Dervich

    ” E ou nāo tem filhos ou é tolinho, porque claramente os hoteis que recebem crianças têm de ter infraestruturas e equipamentos específicos, desde as cadeirinhas, alimentaçāo adequada, camas para bebés”

    Não, um hotel não precisa de nada disso para receber crianças, os pais é que devem ter esses acessórios com eles. Por norma, se a criança tiver menos de 12 anos, o hotel poderá fornecer (não é obrigado) uma 3ª cama para um quarto duplo, por um pequeno suplemento extra do preço. Se essa cama não fôr disponibilizada, ou ficam num quarto triplo ou…vão para outro lado.

  13. Maria João Marques

    ‘os pais é que devem ter esses acessórios com eles.’ V. é tolinho ou nunca foi a um hotel que aceita crianças. Ou, pelo menos, ao mesmos hoteis onde vou com os meus filhos, nāo vai.

  14. Dervich

    ” V. é tolinho ou nunca foi a um hotel que aceita crianças”

    Hotéis obrigados a ter comida para crianças (papas?) e cadeirinhas para pôr nas mesas??!…

    Eu não vou a um hotel de 5 ***** há 11 anos e não vou a hotel nenhum há ano e meio, mas não sabia que o mundo tinha mudado tanto desde que a troika chegou e eu deixei de ir a hotéis!…

    Você tem mesmo por hábito chamar “tolinhos” a todos os que apanha pela frente?!…Fique sabendo que é um hábito que não lhe fica muito bem.

  15. Maria João Marques

    Nāo Dervich, só mesmo aos tolinhos e, sobretudo, aos que nāo entendem o que lêem. Nāo faço ideia, nem me interessa, nem é isso que se discute, se os hoteis sāo legalmente obrigados a terem isto e aquilo. Estou a dizer que os hoteis vocacionados para receber crianças as têm. Talvez nāo tenha percebido, mas o meu post era sobre o certo e o errado de um hotel aceitar ou nāo crianças, nāo era sobre questões legais. Bom fim de semana.

  16. Dervich

    “os hoteis que recebem crianças têm de ter infraestruturas e equipamentos específicos”

    muito diferente de

    “hoteis vocacionados para receber crianças as têm (infraestruturas)”

    Eu entendo muito bem o que leio, você é que (pelos vistos) não expressa em texto aquilo que quer dizer.

    Mas bom fds.

  17. Maria João Marques

    Ó dervich, têm DE ter para prestar um bom serviço, nāo têm de ter devido à lei. Que diabo, é assim tāo difícil de entender? Olhe, estou no cabeleireiro – xpto, 29 estrelas, etc. – portanto vai ter de continuar a desentender as coisas sozinho.

  18. Renato

    A questão das vacinas pode ser resumida ao seguinte:
    Um serviço monopolizado pelo estado que se é obrigado a usar.
    Essa combinação entre monopólio estatal e obrigatoriedade costuma ser fonte de problemas pavorosos, desde que existe estado. Você não é só obrigado a vacinar os seus filhos, você é obrigado a aceitar a vacina que o estado comprou da empresa X. Mesmo que existam denúncias públicas contra aquela vacina, mesmo que uma das cientistas que trabalhou no desenvolvimento daquela vacina a considere insegura, mesmo que hajam denúncias sobre coisas escabrosas no contrato entre a empresa e o governo. Em outros ramos não é assim. Há inúmeros itens de segurança obrigatórios nos carros, mas se eu achar que o carro da empresa X é uma m… compro o carro da empresa W.

    Big farma é uma grandíssima M…

  19. Renato

    Quanto ao assunto mais geral:
    Até tempos relativamente recentes, ninguém era obrigado a aceitar cliente nenhum. Hoje o padrão é ser obrigado a aceitar clientes sem escolher. Estava certo como foi por quase toda história, e está MUITO errado como é hoje.
    O local de moradia ou pousada de uma pessoa é considerado inviolável, e ninguém pode estar lá a não ser por permissão. A pessoa que lá vive tem a posse legal, ou a permissão de quem tem a posse legal, ou um contrato com quem tem a posse legal. Isso lhe dá tranquilidade de que ninguém pode estar lá sem a sua permissão. O governo não tem o direito de lhe obrigar a convidar tais e tais pessoas para uma festa na sua casa, nem poderá alegar que você “discriminou” (como conseguiram transforma essa palavra em algo negativo!) injustamente alguém por não tê-lo convidado. Nesse assunto ainda se mantém uma réstia de sanidade mental. O direito de viver em tranquilidade em sua própria casa não foi inventado pelo estado, foi apenas reconhecido pelo estado, e é algo que existe anteriormente ao estado.

    Até um século atrás ou bem menos, dependendo do lugar, o mesmo se aplicava a todos os locais de produção de riquezas. O dono do local, ou a pessoa a quem o dono permitiu utilizar, ao a quem alugou, tem todo o direito de só permitir ali quem ele quiser, seja para o trabalho, seja para comprar serviços e produtos. O dono não era obrigado a fazer negócios com ninguém, ou não seria dono real, mas apenas um representante do estado (o dono de fato). Hoje não é assim, e é fácil entender como chegamos aonde chegamos. Tem sido martelado o tempo todo que o proprietário privado dos meios de produção é um bandoleiro, está cometendo um crime contra a humanidade pelo simples fato de ter meios de produção, é um parasita que tira seu ganho da injustiça e do roubo. É claro que os políticos sabem que ele não é parasita coisa nenhuma, sabem que se tirassem os meios de produção dos empresários e os tornassem estatais, logo estaríamos passando fome e a miséria seria imensa. Mas esse discurso febril serve aos interesses dos poderosos. Eles “permitem” que os empresários continuem formalmente donos dos meios de produção, mas se arrogam no direito de tomarem o que quiserem na forma de impostos, de impuserem as normas que quiserem, por simples capricho, de obrigarem os empresários a contratarem esse ou aquele na “luta contra a discriminação”, de obrigarem os empresários a venderem a todos e a permitirem a entrada de todos (“veja, povo, como os governantes são bonzinhos e os empresários malvados”). Hitler dizia que não precisava socializar os meios de produção, pois já havia socializado os empresários. Hoje, quase todos os governos do mundo aprenderem essa lição com Hitler. Como na Alemanha nazista, os empresários devem aceitar a humilhação de serem considerados meros peões do estado, para que possam não serem banidos do mercado. Inverteu-se a verdade histórica, a produção de bens, que é a primeira atividade do homem (afinal sempre precisou, no mínimo, se alimentar) passou a ser uma concessão do estado. Filosoficamente falando, nossos governantes já são nazistas…

  20. JPinho

    o problema é que decidir se vacinamos ou não os nossos filhos não só os afecta a eles, mas também afecta os filhos dos outros, até mesmo os que já estão vacinados. por essa razão, este tipo de decisões não está na fronteira que refere, porque claramente extravaza para o espaço de decisão/liberdade dos outros pais.

  21. k.

    “Maria João Marques em Abril 4, 2014 às 23:08 disse: ”

    Sim, concordo consigo – mas tendo em conta o meu estatuto de “idiota útil”, não sei se você ficará satisfeita com isso.

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