Prosperidade a crédito

“O fim das ilusões, o princípio das escolhas” de Helena Garrido (Jornal de Negocios)

Os salários dos funcionários públicos vão ter de ser cortados tal como as pensões de reforma, de forma definitiva. Esta é uma inelutável realidade. Simplesmente porque não há dinheiro. Nem parece que venha a existir tão cedo por via de um crescimento económico dourado. Não estamos a empobrecer simplesmente porque não tínhamos enriquecido.

9 pensamentos sobre “Prosperidade a crédito

  1. Marco

    Corte-se então as mega pensões como a da Pres. da AR que já recebeu mais do dobro do que alguma vez descontou e só aí já à muito dinheiro para dividir por quem realmente descontou e nunca viu valores perto de tal … e ainda falam de esquemas … saques talvez …

  2. Pingback: Prosperidade a crédito (3) | O Insurgente

  3. Se sao os politicos que determinam quem recebe pensoes e que valor essas pessoas recebem, como e’ que o Marco (ou alguem, no seu perfeito juizo) pode sequer pensar que os politicos vao cortar as suas proprias pensoes? Nunca vai acontecer, como e’ evidente!
    O Marco que pense assim: “Se eu tivesse o poder de decidir o valor do meu proprio vencimento ou pensao, quanto e’ que eu pagaria a mim mesmo? Decidiria para mim mesmo uma pensao de 300 ou de 3000 euros? Ora, os politicos, pessoas normais que respondem a incentivos, decidem da mesma maneira!

  4. fernandojmferreira

    Concordo com o Miguel, mas poe-se a questao: Como limitar o poder do agente? A coisa nao vai la com “constituicoes” escritas. As constituicoes escritas mudam-se ou escrevem-se de modo a garantir que nada pode mudar na vida e no poder do agente. Grande bico-d’obra, essa de limitar o agente.

  5. Marco

    Um simples cara ou coroa resolve esses problemas complexos :P. Haja vontade e as coisas fazem-se. Não fossem os interiores partidários totalmente podres e não estavamos onde estamos hoje … e onde estaremos amanhã, seja partido A, B ou C …

  6. Lucklucky, essa entao ainda e’ pior. Como e’ que se muda “a cultura”? Por decreto? E’ que, sem acabarem os incentivos, a cultura nao muda de certeza. Temos entao a tipica “pescadinha-de-rabo-na-boca”: So se limita o agente mudando a cultura, so se muda a cultura acabando com os incentivos, so se acaba com os incentivos, limitando o agente. O bico-d’obra tornou-se ainda maior… 😦

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