Fez-se história: exclusivo O Insurgente

A conversa de Paulo Fonseca com quem o escolheu. Sabe-se que questões sobre a fruta, o chocolatinho e as meias de leite não foram abordadas. Aproveito a oportunidade para reforçar o apoio, solidariedade e estima pela estrutura portista, na pessoa de Paulo Fonseca.

Adenda: O comunicado de Pinto da Costa sobre a questão de trânsito que está a incomodar os portistas e a estrutura que dirige o clube.

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10 pensamentos sobre “Fez-se história: exclusivo O Insurgente

  1. Brytto

    Só quando vir esta gente cair definitivamente é que acredito que alguma coisa está realmente a mudar no futebol português, até lá, vão espernear ainda muito, pois como se sabe, este tipo de ditadura clubistica ( para não lhe chamar outra coisa pelo respeito que em merecem os adeptos portistas), única no panorama europeu (nem Tapie ou Berlusconi resistiram), não deixa o poder de ânimo leve, são demasiados os interesses e vícios instalados…

  2. Manuel Costa Guimarães

    Caro Brytto,

    …”única no panorama europeu”? Já olhou bem para o Vieira e seus compinchas?

  3. olegproença

    Tenham lá calma. Aquilo de ontem foi um azar sem exemplo. Nada que um Pedro Proença ou um Olarápio não resolvam. Ainda há muito campeonato para repor a situação.

  4. Brytto

    Caro Manuel Guimarães

    Estamos a falar de coisas diferentes. Num caso, um presidente que está desde os anos 80 do séc passado, conhece mais algum caso assim na Europa ou mesmo no mundo em clubes com relevância nacional? Noutro caso, um presidente que está há cerca de 10 anos ou um pouco mais (11 penso) e onde tem havido quase sempre oposição e debate ( eu sei que a tradição democrática no Benfica é anterior à revolução e isso faz toda a diferença) e não votações tipo albanesas quando o simulacro de eleições acontece no Dragão.
    Para mim falta cultura democrática no Porto, revelador até de um certo provincianismo ( há uma certa veneração e até mistificação de Pinto da Costa típicas de outros tempos) o resto é conversa, nem as famosas conquistas que segundo o seus apaniguados tudo justificam são na verdade justificação suficiente para a perpetuação de um presidente e acima de tudo ausência de oposição interna, veja-se por exemplo o Benfica que nos anos gloriosos 60 dominou o futebol português e europeu (5 finais e 2 conquistas europeias) teve 4 ou 5 presidentes acho que isso diz tudo sobre a cultura democrática de um clube.

  5. Manuel Costa Guimarães

    Quanto ao Presidente JNPC, está ad eternum no FCP e assim ficará, pois já se confunde com o clube, com tudo de bom e de mau que isso acarreta.
    Quanto ao outro caso, só pode ser brincadeira quando fala em oposição e debate. Ao contrário do FCP, o LFV alterou os estatutos para as eleições para que Veigas e companhia não pudessem ir a eleições. Outro facto deveras estranho, cinge-se com a subida meteórica do LFV no ranking de indivíduos mais ricos de Portugal, veja-se lá, nos últimos 10 anos. Debate com quem? Com o pivot da ica TV?
    Quanto à cultura democrática, vamos lá ver uma coisa: estamos a falar de clubes de futebol! Clubes de futebol são empresas que, por acaso, vão a eleições. Se nos últimos 30 anos o FCP só ganha, os sócios vão querer mudar de estrutura porquê? Se e quando o FCP precisar de mudar, os sócios lá estarão para decidir.
    Quanto ao Presidente não ter oposição interna, é mesmo de quem não sabe nada do FCP.

    “nem as famosas conquistas que segundo o seus apaniguados tudo justificam”
    Esqueceu-se do café com leite, fruta, etc.

  6. Brytto

    Ora vejamos:
    – Oposição, só se for na clandestinidade pois não sei quais são os rostos dessa suposta oposição. Terão receio de represálias?
    – Nas últimas eleições apresentou-se um tal de Rui Rangel que por acaso até é bastante mediático, foi a votos e é o rosto bem visível da oposição interna e ainda bem, acrescento eu. Nas penúltimas, um Bruno de Carvalho, nós também temos um por sinal parece da mesma estirpe, que teve um resultado a condizer!…Antes ainda, um Jaime Antunes e outro Guerra Madaleno. Há pois oposição visível e sem receio de se apresentar a votos.
    – A alteração de estatutos foi proposta por Viera mas aprovada em assembleia geral, e em minha opinião, no bom sentido. Temos que blindar o clube a pára-quedistas.
    – Se enriqueceu, não sei, não tenho provas a esse respeito, mas não creio. O negócio da construção civil era um autêntico maná nos anos gloriosos do endividamento.
    – Essa moda de agora tudo ser uma empresa é um autêntico exagero. Mas mesmo assim, passando por cima dos meios que foram usados para atingir esses fins gloriosos (obviamente, sempre discutíveis), o sucesso não é motivo para as direcções se eternizarem no poder, lembrei-lhe o Benfica dos anos 60, lembro-lhe agora o Barcelona de Pepe Guardiola cuja presidência também se alterou apesar dos sucessos enormes alcançados. No final resume-se tudo a uma questão de cultura democrática que de facto não existe no Porto.
    -Para terminar remeto-o simpaticamente para este link http://vedetadabola.blogspot.pt/2008/04/vinte-anos-de-mentira-de-a-z.html
    Embora já um pouco datado, ignore os primeiros parágrafos e vá directo para as alíneas e vai ver como se alicerçou os tãos apregoados sucessos portistas.

  7. JMS

    Caro Manuel Costa Guimarães,

    Jorge Nuno Pinto da Costa não poderá, nunca, deixar a presidência do FCP.

    No dia que isso em isso acontecer “será feita a habitual justiça”

    🙂

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