Auschwitz

Já foi quase há 70 anos. Agora, mais que nunca, porque as memórias vivas começam a desaparecer, importa que não nos esqueçamos.

De uma forma ou de outra, estas “co-memorações” despertam para a necessidade de saber e de conhecer. Parafraseando Imre Kertész no seu discurso de atribuição do prémio Nobel em 2002: “O problema de Auschwitz não é o de saber se devemos manter a sua memória ou metê-la numa gaveta da História. O verdadeiro problema de Auschwitz é a sua própria existência e, mesmo com a melhor vontade do mundo, ou com a pior, nada podemos fazer para mudar isso”. (excerto final do texto de Esther Mucznick, hoje, no Publico)

Não podemos mudar o que existiu. Mas, enquanto existirmos, somos todos responsáveis pelo que vier existir.

3 pensamentos sobre “Auschwitz

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