“Portugal é o país que mais defende a ‘troika’ entre os resgatados”

Ronaldo Vs Mourinho

Hollande em 2014 compreendeu que apostar no social implica ter políticas que tornem o modelo sustentável. E em Portugal?

Há uns meses atrás, em Agosto, Mourinho desprezou Ronaldo. Questionado sobre a sua reação, Ronaldo respondeu com o velho adágio “Não cuspo no prato em que como“. Pessoalmente, sempre acreditei nessa máxima. Acredito que uma empresa que critique os seus clientes, um funcionário que critique o seu gestor ou um governo que critique os seus credores na praça pública não só demonstra uma falha de carácter como, a prazo, compromete o pão sobre a sua mesa.

(Ler o meu artigo de hoje no Diário Económico completo)

9 pensamentos sobre ““Portugal é o país que mais defende a ‘troika’ entre os resgatados”

  1. Rinka

    A Troika não nos alimentou…pôs-nos a morrer de fome
    E essa do “viver acima das posses” já ninguém que tenhas mais de 2 dedos de testa acredita

  2. lucklucky

    E temos os rinka demonstrar a sua ignorância e votade de não aprender sobre o país onde vive.

    Pode mandar a troika embora, depois diga onde vai buscar 5% do PIB … caso não saiba 10% dos gastos do estado = mais de 1 mês de ordenados e pensões é dinheiro emprestado pela troika.

  3. rmg

    Eu até acredito que o Rinka não viva acima das posses .
    Mas o país como um todo viveu durante anos ainda que viva cada vez menos .

    E que tal se o Rinka olhasse aí para os seus vizinhos e a malta da sua rua , nem é preciso ír mais longe , pensasse um pouco se eles ganhavam para ter aquele carro ou para írem tantas vezes ao restaurante (pus no pretérito) …

  4. Rinka

    Falar no vazio. Mostre estatísticas que prove que os Portugueses (e não os bancos e as máquinas partidárias e a elas ligadas) é que viveram acima das posses

  5. Manuel Ferrão (“Rinka”),
    As estatísticas são sobejamente conhecidas por todos aqueles que discutem estes assuntos. Nomeadamente o conjunto, para os anos 1986 – 2008, de:
    – Evolução do nível de Rendimento (total ou disponível, pois evoluem no mesmo sentido)
    – Evolução (negativa) da taxa de poupança (com o rendimento a crescer)
    – Evolução (positiva) do endividamento das famílias

    Se nas casas dos seus amigos, entre a entrada na UE e o início da “austeridade”, não viu surgirem carros novos acima do que as pessoas podiam, férias e electrodomésticos comprados a crédito, e empreitadas nas casas e nas vias públicas próximas que não eram investimento mas mera despesa (pois nunca o novo edificado geraria qualquer retorno que desse para sequer pagar uma parte do juro)… então deverá viver no interior profundo. E mesmo aí…

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