O Tó-Zero deve estar à beira de um ataque de nervos

negociosEscreve o Jornal de Negócios: «O presidente francês quer reformar o Estado e cortar na despesa para criar folga para baixar a carga fiscal sobre as empresas porque estas são “as únicas capazes de gerar empregos sustentáveis” e o combate ao desemprego é a sua “primeira prioridade”.»

21 pensamentos sobre “O Tó-Zero deve estar à beira de um ataque de nervos

  1. Rogerio Alves

    Pois, pois. Mas estas medidas não fazem parte da natureza socialista, nem sequer o equilíbrio das finanças faz, pelo que acredito mais que o Hollande está a fazer de conta que está a atacar as finanças para evitar subida das yields…

  2. Rui Cepêda

    Ou seja pretende fazer agora, precisamente o contrário do que os socialistas defendem e ele ensaiou experimentar, com os resultados que se conhecem. Que credibilidade é que pode ter esta gente?

  3. tina

    “Também foi ao pote das reformas? E dos salários dos funcionários públicos?”

    Porque não precisa, o peso do Estado deve ser muito inferior e além disso o PIB per capita é muito mais elevado, ou seja, sobra-lhes muito mais dinheiro …por enquanto.

  4. Vitinho

    Afinal e a nossa social democracia socialista ou o socialismo francês uma social democracia? Não existe um gabinete de estudos disponível para analisar a questão?

  5. Vitinho

    Btw, na comunicação social o destaque foi para assuntos de cama. E estas medidas são poupanças do Estado, não e austeridade.

  6. tina

    “E estas medidas são poupanças do Estado, não e austeridade.”

    pois, e eu sou a rainha de Inglaterra.

  7. lucklucky

    Não não. Quando é Esquerda é Rigor,
    Quando é Direita(sentido muiiiito lato) é que é Austeridade.

  8. Anonimo

    Cuidado, com o devido respeito, vejo muita gente neste site com grandes dificuldades em manter-se dentro dos limites da razoabilidade ou diria mesmo realidade. Todos os dias vêm aqui buscar o seu post para a rede social, ridicularizando a esquerda para seu regozijo pessoal e deixando consigo uma certa imagem de desiquilíbrio emocional. Mais uma vez, com o devido respeito, e sem qualquer apontador específico à esquerda ou direita, revejam-se ou não no meu comentário. Penso que toda a vossa originalidade se aplicada de forma mais construtiva poderia de facto ser mais benificial.

  9. Tina,

    Se a memória não me falha o peso do Estado francês quer em valores absolutos quer em valores relativos é superior ao do portuguěs.

  10. Pingback: Hollande, Um Socialista Acelerado | O Insurgente

  11. tina

    Raio, eu acho que não, mas mesmo que fosse, se eles tiverem o dobro do nosso PIB per capita, terão sempre muito mais folga.

    Por exemplo, nós temos 100 per capita e eles 200. Se o peso do estado for 50% em ambos os casos, a nós sobra 50 per capita enquanto a eles sobre 100. É por isso que os países mais ricos podem ter indicadores de despesa ainda mais desfavoráveis, mas estes não serem tão perniciosos à economia como nos países pobres.

  12. Vitinho

    tina em Janeiro 14, 2014 às 21:58 disse:

    “E estas medidas são poupanças do Estado, não e austeridade.”

    pois, e eu sou a rainha de Inglaterra.

    Opá, o ironic mode estava on..

    Realçava para o facto de em Portugal a comunicaçao social chamar austeridade as politicas de poupança do Estado em França, segundo a mesma..

  13. «Se a memória não me falha o peso do Estado francês quer em valores absolutos quer em valores relativos é superior ao do portuguěs.»

    E mesmo assim não os impediu de perceber que o caminho que andam a tomar leva a um precipício. Se a economia se foi aguentando foi à benesse da tomada de dívida. Mas há um ponto em que não se pode tomar mais dívida. E a França percebeu que ou arrepela caminho ou atinge-o.

    Cá no nosso país, em seis anos do asinino Sócrates atingimos esse ponto.

  14. Tina escreveu:
    “Por exemplo, nós temos 100 per capita e eles 200. Se o peso do estado for 50% em ambos os casos, a nós sobra 50 per capita enquanto a eles sobre 100. É por isso que os países mais ricos podem ter indicadores de despesa ainda mais desfavoráveis, mas estes não serem tão perniciosos à economia como nos países pobres.”

    Os indicadores de despesa são sempre medidos em relação ao PIB portanto este raciocínio é irrelevante.
    Se a despesa for em valores absolutos Portugal é o Estado mais poupado da Europa Ocidental com uma despesa percapita de uns €7.000.
    Espanha, o que vem a seguir uns €13.000, Alemanha uns 16 ou 17 mil Euros, Dinamarca mais de vinte mil, etc.

  15. O Raio,

    Mas assumindo cerca de 50% da despesa pública em relação ao PIB para argumento, ao português resta EUR 7,000 por ano , ao espanhol uns EUR 13,000 e aos alemães aí uns 16 mil ou 17 mil euros, de pois de o Estado tirar o que quer.

    Vê a diferença?

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