France: the sick man in Europe

“The world’s factories roared into life towards the end of 2013 as manufacturing activity delivered its fastest growth in almost three years, fuelling hopes that the global recovery will accelerate this year. Polls of factories from Asia, to Europe and the US revelaed strong growth in activity and employment in December (…) One blip was France, where the PMI fell to a seven-month low of 47”, na capa do FT de hoje.

“O Conselho Constitucional francês deu luz verde para a criação de um imposto que juntamente com as contribuições sociais taxará em 75% os salários anuais superiores a um milhão de euros (…) Um sistema que tolere a taxação de rendimentos lícitos (sejam eles de que dimensão forem) em 75% é tudo menos democrático, livre ou enquadrado nos princípios inscritos nos tratados que pretenderam fazer da Europa um espaço de prosperidade económica”, Francisco Proença de Carvalho no Diário Económico de hoje.

9 pensamentos sobre “France: the sick man in Europe

  1. lucklucky

    Patetice.

    Desde quando não é Democrático taxar 75%? Se a Democracia vota para taxar 75% então é Democrática. Não é é certamente Livre mas a Democracia só teve que ver com a Liberdade quando há uma Republica que limita os seus poderes.
    Como as Republicas estão a morrer nasce a Democracia Totalitária.

  2. Francisco Miguel Colaço

    Quando os homens a quem se pode taxar 75% abandonarem o país, para não serem taxados a 75%, restam os homens que podem ser taxados a 15% ou 10%. E os rendimentos dos homens que eram taxados a 75%.

    E, pior, o empregos que eram criados pelas estruturas feitas pelos homens taxados a 75% e que beneficiavam primordialmente os homens que eram taxados a 10% ou 15%, cujos deixam de poder ser taxados a 10% ou 15% porque perdem os rendimentos correspondentes.

    Se Portugal quer sair desta crise sem aumentar mais impostos, faça o contrário: que todos os rendimentos acima de 1 milhão de euros sejam taxados a 10%. E podemos convidar os franceses que estão taxados a 75% para colocarem aqui o seu domicílio fiscal e serem taxados a 10%.

    10% de muita coisa é mais que 75% de nada. Como a esquerda não sabe fazer contas senão de sumir, o número zero causa-lhes confusão, como causava aos matemáticos medievais.

  3. JS

    A França o doente de uma União Europeia doente.
    Pode esta União Europeia sobreviver com uma França doente?.
    O início do fim de esta União Europeia?. Nas próximas eleições para o “parlamento europeu” os partidos anti esta União Europeia crescerão?.

    “… Which raises a question: What makes the European Union so appealing as a target?
    The answer may (and should) shock complacent left-leaning and center-right Europeans alike. “Europe,” as an idea and a community, has weakened. The European Union’s byzantine governance makes it seem unaccountable. Its leaders — notably José Manuel Barroso of Portugal, the president of the European Commission, the union’s executive body;…”

    “…The European Union must reclaim its reputation as a champion of the people. Its leaders should abandon their embrace of technocratic solutions, their support for the banking sector and their stoic austerity. Unless they deliver more jobs, and more of a sense that citizens are in charge, the far right will only keep growing.”
    Europeans United, in Hating Europe
    By ANDREA MAMMONE

  4. JP

    O verbo “acomodar” acaba de nascer com novo significado económico-político:
    “A nossa posição é muito simples: É necessário parar com a austeridade. Isso significa que se pode acomodar em 0,2% o défice para o próximo ano”, frisou o líder socialista.

    Estou mesmo a ver o que diriam os socialistas se o governo anunciasse que ia “acomodar” o IVA para os 25%.

  5. lucklucky

    A ideia que a França é o único doente da Europa quando muitos dos países estão doentes também não colhe.

    IMF paper warns of ‘savings tax’ and mass write-offs as West’s debt hits 200-year high
    http://www.telegraph.co.uk/finance/financialcrisis/10548104/IMF-paper-warns-of-savings-tax-and-mass-write-offs-as-Wests-debt-hits-200-year-high.html

    Reciclado disto:

    http://www.forbes.com/sites/billfrezza/2013/10/15/the-international-monetary-fund-lays-the-groundwork-for-global-wealth-confiscation/

  6. tina

    Merkel é a mulher de calças e Hollande é o homem de saias. A mulher de calças está a a fazer ressurgir a Europa, enquanto o homem de saias ficou pelo caminho, preocupado com a sua imagem e outros pequenos devaneios.

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