Previsões macroeconómicas 2013-14

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Não será caso para “embandeirar em arco” mas é interessante verificar este resumo das previsões macroeconómicas de várias instituições. Tenhamos em consideração que, em regra, as do governo tendem a ser menos conservadoras e quanto mais recentes melhor será a informação incorporada.

6 pensamentos sobre “Previsões macroeconómicas 2013-14

  1. Luís Lavoura

    Seria ridículo embandeirar em arco quando, a seguir a dois anos de recessão em que a economia terá caído uns 5%, a única coisa que se consegue é um crescimento de 0,8%, coisa absolutamente marginal.
    Ainda pior quando se prevê que esse crescimento, a existir, se venha a dever essencialmente à procura interna – a mesma que nos levou aos problemas anteriores.

  2. José Silva vaz

    Viva o milagre econômico! Convém no entanto alumiar o milagre e os milagreiros não com as previsões mas com os números que contrastarão com as previsões….Até lá oremos aos vários santinhos e façamos uma revisão ao cálculo percentual ….

  3. tina

    “Seria ridículo embandeirar em arco quando, a seguir a dois anos de recessão em que a economia terá caído uns 5%, a única coisa que se consegue é um crescimento de 0,8%, coisa absolutamente marginal”

    Não é ridículo, pelo contrário, é extraordinário que apesar de Sócrates ter duplicado a dívida de Portugal para aplicar em “investimento público”, a economia não cresceu nada, e está agora a crescer sob condições de austeridade!…

    Prova que as políticas keynisiansas não funcionam, mais uma treta socialista desmascarada por factos.

  4. Rui Cepêda

    Se fazer previsões já não é fácil, prever o resultado das previsões, não é para qualquer um…

    Com a ligeira queda das exportações a manter-se, e a queda do consumo interno a que não escaparemos, dificilmente evitaremos uma recaída. Seria lamentável. Os Alemães estão a exagerar. Por este andar o Prof. Freitas arrisca uma apoplexia.

  5. Francisco Colaço

    Luís Lavoura,

    Creio que o crescimento do PIB nos últimos anos do desgoverno Sócrates (os anos em que o Atlas estrebuchou) foi excepcional. Crescíamos tanto que passámos todos a andar de Porsche e a manter o Lamborghini e o Aston-Martin nas garagens para as ocasiões festivas.

  6. Pingback: Previsões macroeconómicas 2013-14 (2) | O Insurgente

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