Pelo diálogo construtivo

“(…) o relatório da OIT, a exemplo do guião para a reforma do Estado, também é constituído por 112 páginas. Com uma diferença: enquanto o documento da OIT foi genericamente bem concebido – com substância, pontos de situação, gráficos, tabelas, estudos de caso, e um tamanho de letra decente; o da reforma do Estado, pelo contrário, foi genericamente mal amanhado. Mas no trabalho da OIT, o que mais surpreende é o facto de nele se preconizarem propostas que os nossos sindicatos não defendem.”, no meu artigo de hoje no Diário Económico.

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