Esta sobrou de ontem

Pires de Lima quer empreendedorismo como disciplina de ensino obrigatório

E que tal se o ministro da burocracia economia começasse por eliminar os milhares de regulamentos, taxas, autorizações e licenciamentos que só servem para criar entraves ao negócio das empresas e ocupam de forma improdutiva muito dos seus recursos? Faria mais pelo “empreendedorismo” que uma “disciplina de ensino obrigatório”.

10 pensamentos sobre “Esta sobrou de ontem

  1. Miguel,
    É preciso incutir nas crianças o espírito de sacrifício necessário para aguentarem, ou melhor, aceitarem a visão esclarecida dos governos. É preciso que aprendam a sacrificar-se em prol do bem comum. Até parece que ainda não percebeste.

  2. Mais um iluminado. Como é que ninguém se tinha lembrado disto?!
    Proponho a criação das disciplinas obrigatórias de: crescimento económico, investimento e criação de emprego, como pagar salários elevados, etc.

  3. José Silva vaz

    Julgo que o ministro Lima não poria de parte a seguinte ideia: o Estado subsidiava um grupo de trabalho a constituir para que este desenvolvesse uma espécie de soro do empreedodorismo que seria ministrado a todos os nascituros. para as outras crianças o dito soro seria aplicado nas escolas valendo-se o estado de empresas privadas que os amigos e malta das juventudes partidárias constituiriam assegurando o estado quer através de subsídios adequados que tais empresas entrariam para o quadro do milagre econômico em curso. Estou também em crer que o ministro Maduro não deixaria de apoiar tais empreendimentos no quadro do Qren. Para corporizar melhor a ideia podiam socorrer-se do ex ministro Relvas que tão boas provas deu em empreendimentos do gênero. Lembram-se dos aeródromos? Aterrem e dêem um portuguesissimo pontapé no traseiro destes farsantes que querem fazer empreendedores
    Tirem o estado da frente que os tugas vão lá

  4. Rui

    depende muito da forma como for implementada a ideia, mas caso seja bem implementada, esta ideia pode fazer muito pelo “liberalismo/libertarianismo” em portugal. Penso que faria muito bem aos míudos aprenderem desde cedo como funciona o sistema fiscal, a segurança social, quais os encargos e orbigações assumidas quando se contrata um funcionário, quais as obrigações que advêm de ser sócio de uma empresa, etc.

    (obviamente que não faço ideia se é isto que pretendem ensinar nessa cadeira, talvez seja mais daquele BS habitual, mas de qualquer forma não me parece à partida uma má ideia…)

  5. José Silva vaz

    Cá está mais um dos que acham que…Então como é que se vai ensinar aos miúdos aquilo que mais de 90% da população não sabe nem consegue perceber dada a complexidade propositadamente induzida nos sistemas pelos políticos em uso ou a aguardá-lo…. Segurança Social? Qual e como será já que tudo está também em permanente mudança…responsabilidades enquanto sócios ou accionistas é um bocadinho mais fácil sobretudo nas grandes sociedades…i.e. Responsabilidades nenhumas…vide BPN, BCP, CGD etc…
    Volto a repetir .tirem o lixo administrativo da frente que os Tugas vão lá.

  6. José Silva vaz

    Convém não confundir empreendedorismo com domínio do circuito burocrático administrativo que nós tem rodeado. É por isso que em Portugal só as grandes empresas empreendem já que só elas conseguem dominar os circuitos a completar para concretizar qualquer projecto..
    Simplificar é a chave !,,

  7. Pingback: Ideias para novas Cadeiras | Ricardo Campelo de Magalhães

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