Numa tentativa de desmentir que o problema estrutural na despesa pública reside no excessivo peso do “estado social”, o Nuno Serra faz aqui uma leitura bastante enviesada repartição do OE.
Conforme referem os dois primeiros comentários a maior parte da dotação do Ministério das Finanças destina-se a pagar de despesas de pessoal (cujo pagamento é centralizado no MF) e transferências para a CGA (pensões). Importa ainda saber que sendo a segurança social um organismo autónomo a maior parte das suas receitas não consta do OE pelo que o real peso das pensões não é aquele que NS lhe pretende atribuir.