Função Pública no seu habitual

Baseado em informação recolhida no Facebook:

Para que possam programar atempadamente as vossas viagens/migrações pendulares aqui fica o registo das paralisações previstas nas semanas mais próximas:

  1. CTT: 25 de Outubro
  2. Metro de Lisboa: 31 de Outubro
  3. CP: 1ª semana de Novembro, dias a definir
    (sublinhe-se: salário médio superior a 400% da média nacional)
  4. Transtejo: 3 a 9 de Novembro, 3 horas/dia (versão li
    ght, portanto)
  5. Soflusa. 3 a 9 de Novembro, 3 horas/dia (versão light, outra vez)
  6. Transportes colectivos do Barreiro: 6 de Novembro
  7. Refer: 6 de Novembro
  8. Carris: 7 de Novembro (só das 9:30 às 15:30, para plenário… em horário laboral)
  9. F.P.: 8 de Novembro
  10. Manif geral do sector dos transportes: 9 de Novembro

Eu já nem sei para que existe o sector estatal de transportes públicos. Alguém pode depender deles para fazer a sua vida? Este sector deve ser privatizado e depressa!

12 pensamentos sobre “Função Pública no seu habitual

  1. JN

    Sou funcionário público há 20 anos e nunca fiz uma greve… agradeço que pare com generalizações se não quer parecer com os arqui-inimigos da extrema esquerd…

  2. rmg

    Caro JN
    As excepções só confirmam a regra , de nenhum modo a infirmam .
    Mas há-de reconhecer que o Ricardo tem toda a razão no que lhe diz .

  3. JN

    Caro Ricardo,

    Acha que aos media lhe interessa uma opinião dessas? Viu como o Camilo Lourenço quase era linchado no último Pós e Contras?
    Quem empola estes acontecimentos é a comunicação social e não são os funcionário públicos. Basta sintonizar agora mesmo na RTP/SIC/TVI/CMTV…

    No meu serviço, das greves que tenho memória, que eu saiba ninguém fez greve… Você sabe disso, basta consultar as taxas de adesão às greves, principalmente no que toca à administração central.

    Em França os agricultores se quiserem param o país e não são funcionários públicos. Os transportadores privados na era socrátes, salvo erro em 2008, praticamente paralisaram o país. Pelo menos na minha localidade metade dos postos de combustível e lojas ficaram sem produtos.

  4. Surprese

    JN,
    Sou descendente de FP reformada, percebo o que diz, e não lhe invejo a situação.

    Tenho pena que tenham sido dominados pelos sindicalistas mais radicais (na sua grande maioria), como a FENPROF, que não obstante representarem quadros qualificados (professores), apresentam reinvidicações primárias que ninguém entende (trabalhar menos e ganhar mais).

    O STE é um exemplo do que poderia ter sido a FP, conseguindo os seus objectivos sem criar rancor para com o resto da população. Lutar por modernização dos serviços, melhores qualificações do pessoal e carreiras com mobilidade, é algo que todos entendemos.

    O mal da FP foi ser invadida por pessoal pouco qualificado, cujos objectivos imediatos não estão alinhados com o serviço público, mas sim com a obtenção de rendas vitalícias que lhes permitam resolver a vidinha.

    Uma das causas tem cerca de 20 anos, quando os governos do bloco central assassinaram de vez aquela imagem da FP à inglesa que ainda tivemos, ao permitir que os quadros directivos passassem a ser nomeados politicamente, de facto acabando com as carreiras profissionais.

    Uma desgraça politica e administrativa, da qual dificilmente nos livraremos.

  5. Se os sindicatos:
    1. Só tivessem umas poucas dezenas de funcionários, todos pagos por quotas
    2. Lutassem ao lado da população pela melhoria dos serviços, a sua modernização e melhor organização
    3. Ajudassem os seus associados em processos judiciais, apoio social, troca de boas práticas e outros apoios a associados
    … então eu apoiaria a existência de sindicatos.

    Acreditem que compreendo a dor de quem é FP e se vê representado por pessoas como o “professor” Mário.

  6. Tiro ao Alvo

    Atenção, estas empresas podiam ser todas privadas. E, se assim fosse, os funcionários públicos não eram confundidos com estes interesseiros, apenas preocupados com as suas barrigas, nada se importando com o sofrimento alheio. Uns malandros. Não todos, evidentemente, mas os seus representantes sindicais são-no. E a maioria deixa-se ir…

  7. José Carvalho

    Aqui está o Motivo pelo qual o País está como está. Trabalhadores contra Trabalhadores e trabalhadores contra quem os representa e defende, leia-se Sindicatos. Só falta dizerem que a culpa é de quem trabalha e que o Governo e a esmagadora maioria dos Patrões têm razão. Foi assim que se chegou onde se chegou, e assim iremos continuar até que a sociedade portuguesa abra os olhos. A realidade do País espelha a mediocridade da sua sociedade.

  8. Rui Cepêda

    Rebobinando a cassete intersindical
    O facto de há muitos anos a CGTP não ter tido ocasião para manifestar as respectivas convicções íntimas, que as condições políticas vividas desaconselharam, não significa de modo nenhum que as intenções tenham mudado. Ao contrário das condições políticas…

    Daqui resulta ser no mínimo imprevidente, a ideia que se está a generalizar, segundo a qual, a intersindical seja exemplar na organização e controle das manifestações que organiza. Tem sido assim nos anos mais próximos, mas convirá ao “partido”, que tal se mantenha no futuro próximo ?.

    A não ser que já se tenha esquecido o cerco à Assembleia, que pela mesma organização foi protagonizado, quando estando reunida a Constituinte, foram os deputados impedidos de sair sendo obrigados a lá passar a noite. Quando finalmente puderam sair, não faltaram os insultos e mesmo agressões. Excepção feita é claro aos deputados comunistas, que todos sorridentes confraternizavam com os alarves arruaceiros sindicais.

    Está marcada para 1 de Novembro uma manifestação em frente da Assembleia da República, convocada pela…intersindical. Antes e depois estão marcadas greves em tudo quanto é sector dos transportes. O tesouro sindical. A linguagem e as atitudes desta canalha, estão a subir de tom e são já abertamente ameaçadoras…

    O kamarada Arsénico não foi lá posto por acaso.
    Não foi só para dar tempo ao “intelectual” kamarada Carvalho da Silva se preparar para as eleições Presidenciais. Este substituto básico, é um todo – o – terreno provocador e fanático. A gravata é só para disfarçar.

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