E o que propõe Seguro? Menos impostos e mais despesa para (também) não cumprir as metas definidas? E tem algum filantropo disponível para sustentar tal empreendimento?
E o que propõe Seguro? Menos impostos e mais despesa para (também) não cumprir as metas definidas? E tem algum filantropo disponível para sustentar tal empreendimento?
A questão que devia ser colocada ao Seguro tantas quanto o Soares fala é precisamente essa.
Qual a alternativa que propoe? neste caso quem criou o problema nao tem o resolver? como vai pagar os salarios da FP se a Troika deixar de mandar o cheque?
Pois, o jornalismo em Portugal tem escola inglesa.. conduz tudo do lado errado!
Nem a Pide, meus caros, nem a Pide.
Dos melhores orçamentos possíveis.
É pena não ter sido o primeiro.. é mesmo uma pena.
Se eu tivesse saído definitivamente do país, como devia ter feito há muito, era capaz de estar algures a desejar ver o senhor Seguro a governar o mais rapidamente possível, porque o espectáculo de circo promete ser ainda mais espectacular que o pântano de Guterres.
Ele está cada vez mais parecido com o Mr.Bean.
Eu ja estou como o JP, so’ que a diferenca e’ que eu sai do pais e estou desejoso de ver o Sr. Seguro como primeiro-ministro e afundar esse rectangulo a beira-mar plantado de vez. Quero ver o regresso ao Escudo com a consequente desvalorizacao brutal (vao ser palettes, himalaias de notas a sair da impressora), e quero ver-me a passar ferias igualmente brutais em Portugal gastando meia duzia de patacos. Venha la o Sr. Seguro!
Se calhar a alternativa dele é a mesma que a de Passos Celho quando chumbou o PEC 4: fazer cair o governo para ir para lá ele (e fazer ainda pior).
Pois eu tenho uma alternativa: taxar fortunas, lucros das maiores empresas e dos bancos. Uma opçao tão legitima como taxar subsidios ou reformas de valores ridiculos como foi feito.
E, jà agora, negociar um perdão parcial de divida, redução de juris e extensão de prazo de pagamento. Simples
A oposição já pede a fiscalização do orçamento pelo Tribunal Constitucional. No entanto, segundo a própria contituição, Artigo 107.º
(Fiscalização)
A execução do Orçamento será fiscalizada pelo Tribunal de Contas e pela Assembleia da República, que, precedendo parecer daquele tribunal, apreciará e aprovará a Conta Geral do Estado, incluindo a da segurança social.
Em Julho, aquando da crise política, foi o único momento em que o vi concretizar algo.
Também foi nesse momento (tal foi a demagogia do discurso) que conclui, que o próprio Seguro sabe que nunca chegará a PM. Obviamente, por questões internas do pêeeeeéeessseeeee….
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/07/salvacao-nacional-eleicoes-antecipadas.html
“Pois eu tenho uma alternativa: taxar fortunas, lucros das maiores empresas e dos bancos. Uma opçao tão legitima como taxar subsidios ou reformas de valores ridiculos como foi feito.”
Portanto se a despesa é demasiado elevada a lógica é aumentar os impostos?
Lucros dos bancos? Sabe quanto foram os lucros dos bancos?
“E, jà agora, negociar um perdão parcial de divida, redução de juris e extensão de prazo de pagamento. Simples”
Se negociar uma coisa dessas fosse assim tão simples porque é que ainda não tentamos isso. E aliás até já conseguimos uma extensão dos pagamentos.
Celeste,
Taxar fortunas? Ainda acha que alguém tem fortunas em Portugal? Até o nosso Paulo Portas, Vice Primeiro-Ministro, tem as suas poupanças no Deutsche bank.
Taxar os lucros das grandes empresas? Só 26% das empresas em Portugal paga IRC. Adivinha quais? As grandes empresas.
Quanto a negociar um perdão parcial de dívida. Tem noção que uma boa parte da nossa divida foi comprada por bancos portugueses? Recorda-se do que aconteceu no Chipre? Aqui sucederia o mesmo se não pior.
Não é assim tão simples.
“Pois eu tenho uma alternativa: taxar fortunas, lucros das maiores empresas e dos bancos. Uma opçao tão legitima como taxar subsidios ou reformas de valores ridiculos como foi feito.”
Ou seja uma oportunista a punir os melhores.
As fortunas, os lucros das maiores empresas e dos bancos – tirando os casos de política soci@lista para empresas e bancos não são dos outros são de quem legitimamente o ganhou.
“Quanto a negociar um perdão parcial de dívida. Tem noção que uma boa parte da nossa divida foi comprada por bancos portugueses? Recorda-se do que aconteceu no Chipre? Aqui sucederia o mesmo se não pior.”
Não há problema. Teriamos apenas que nacionalziar os bancos e sequestrar os depósitos bancários durante alguns anitos, Só teriamos de arranjar mais algumas dezenas de milhares de milhões de euros.
“Pois eu tenho uma alternativa: taxar fortunas, lucros das maiores empresas e dos bancos. Uma opçao tão legitima como taxar subsidios ou reformas de valores ridiculos como foi feito.”
Sim, é simples.. a primeira rouba a quem tem por direito, excepto os casos antes citados, o que nao é tao legitimo como distribuir o pouco que se colhe por todos..
E para os que dizem as pensoes ja foram pagas e tal bla bla é um roubo, proponho que apenas seja devolvido o dinheiro descontado nos anos de trabalho, acrescidos de juros e atualizados pelo IPC..
Quem ja tivesse recebido em excesso, pagava a diferença, os outros recebiam..
Pois, a FP já nao achava 1,23 por ano de trabalho tao pouco.. e os ladroes fascistas sao os do poleiro..pois pois..
“E, jà agora, negociar um perdão parcial de divida, redução de juris e extensão de prazo de pagamento. Simples”
Concordo com uma parte: Redução de juris… do TC.
“Ou seja uma oportunista a punir os melhores.”
Exatamente. É por isso que o socialismo não funciona nem nunca funcionará: aposta em castigar os fortes.
Tina o mais forte neste caso é o soci@lismo. Se não não conseguia taxar. Por isso é que há uma data de soci@listas – de cardeais a ex.Presidentes – com desejos de ameaças de violência. É para taxar mais. Seja cá seja aos Europeus.
Lucklucky, isso é o moribundo socialismo a gritar pela vida mas ninguém lhe dá ouvidos. Pelo contrário, até o espezinham com força, pois já conhecem a vil criatura que ele é.