E a alternativa é?

O secretário-geral do PS, António José Seguro, confirmou esta sexta-feira a intenção socialista de antecipar a discussão e votação do Orçamento do Estado para 2014 e comentou pela primeira vez o documento, sustentando apenas que se trata de «um plano de empobrecimento» que impõe mais impostos, mais cortes aos portugueses para não cumprir as metas definidas

E o que propõe Seguro? Menos impostos e mais despesa para (também) não cumprir as metas definidas? E tem algum filantropo disponível para sustentar tal empreendimento?

19 pensamentos sobre “E a alternativa é?

  1. vitinho

    A questão que devia ser colocada ao Seguro tantas quanto o Soares fala é precisamente essa.
    Qual a alternativa que propoe? neste caso quem criou o problema nao tem o resolver? como vai pagar os salarios da FP se a Troika deixar de mandar o cheque?

    Pois, o jornalismo em Portugal tem escola inglesa.. conduz tudo do lado errado!

    Nem a Pide, meus caros, nem a Pide.

  2. JP

    Se eu tivesse saído definitivamente do país, como devia ter feito há muito, era capaz de estar algures a desejar ver o senhor Seguro a governar o mais rapidamente possível, porque o espectáculo de circo promete ser ainda mais espectacular que o pântano de Guterres.

  3. Eu ja estou como o JP, so’ que a diferenca e’ que eu sai do pais e estou desejoso de ver o Sr. Seguro como primeiro-ministro e afundar esse rectangulo a beira-mar plantado de vez. Quero ver o regresso ao Escudo com a consequente desvalorizacao brutal (vao ser palettes, himalaias de notas a sair da impressora), e quero ver-me a passar ferias igualmente brutais em Portugal gastando meia duzia de patacos. Venha la o Sr. Seguro!

  4. Luís Lavoura

    Se calhar a alternativa dele é a mesma que a de Passos Celho quando chumbou o PEC 4: fazer cair o governo para ir para lá ele (e fazer ainda pior).

  5. Celeste Fernandes

    Pois eu tenho uma alternativa: taxar fortunas, lucros das maiores empresas e dos bancos. Uma opçao tão legitima como taxar subsidios ou reformas de valores ridiculos como foi feito.

  6. Celeste Fernandes

    E, jà agora, negociar um perdão parcial de divida, redução de juris e extensão de prazo de pagamento. Simples

  7. paam

    A oposição já pede a fiscalização do orçamento pelo Tribunal Constitucional. No entanto, segundo a própria contituição, Artigo 107.º

    (Fiscalização)

    A execução do Orçamento será fiscalizada pelo Tribunal de Contas e pela Assembleia da República, que, precedendo parecer daquele tribunal, apreciará e aprovará a Conta Geral do Estado, incluindo a da segurança social.

  8. Miguel Noronha

    “Pois eu tenho uma alternativa: taxar fortunas, lucros das maiores empresas e dos bancos. Uma opçao tão legitima como taxar subsidios ou reformas de valores ridiculos como foi feito.”
    Portanto se a despesa é demasiado elevada a lógica é aumentar os impostos?
    Lucros dos bancos? Sabe quanto foram os lucros dos bancos?

    “E, jà agora, negociar um perdão parcial de divida, redução de juris e extensão de prazo de pagamento. Simples”
    Se negociar uma coisa dessas fosse assim tão simples porque é que ainda não tentamos isso. E aliás até já conseguimos uma extensão dos pagamentos.

  9. paam

    Celeste,

    Taxar fortunas? Ainda acha que alguém tem fortunas em Portugal? Até o nosso Paulo Portas, Vice Primeiro-Ministro, tem as suas poupanças no Deutsche bank.

    Taxar os lucros das grandes empresas? Só 26% das empresas em Portugal paga IRC. Adivinha quais? As grandes empresas.

    Quanto a negociar um perdão parcial de dívida. Tem noção que uma boa parte da nossa divida foi comprada por bancos portugueses? Recorda-se do que aconteceu no Chipre? Aqui sucederia o mesmo se não pior.

    Não é assim tão simples.

  10. Lucklucky

    “Pois eu tenho uma alternativa: taxar fortunas, lucros das maiores empresas e dos bancos. Uma opçao tão legitima como taxar subsidios ou reformas de valores ridiculos como foi feito.”

    Ou seja uma oportunista a punir os melhores.
    As fortunas, os lucros das maiores empresas e dos bancos – tirando os casos de política soci@lista para empresas e bancos não são dos outros são de quem legitimamente o ganhou.

  11. Miguel Noronha

    “Quanto a negociar um perdão parcial de dívida. Tem noção que uma boa parte da nossa divida foi comprada por bancos portugueses? Recorda-se do que aconteceu no Chipre? Aqui sucederia o mesmo se não pior.”

    Não há problema. Teriamos apenas que nacionalziar os bancos e sequestrar os depósitos bancários durante alguns anitos, Só teriamos de arranjar mais algumas dezenas de milhares de milhões de euros.

  12. vitinho

    “Pois eu tenho uma alternativa: taxar fortunas, lucros das maiores empresas e dos bancos. Uma opçao tão legitima como taxar subsidios ou reformas de valores ridiculos como foi feito.”

    Sim, é simples.. a primeira rouba a quem tem por direito, excepto os casos antes citados, o que nao é tao legitimo como distribuir o pouco que se colhe por todos..

    E para os que dizem as pensoes ja foram pagas e tal bla bla é um roubo, proponho que apenas seja devolvido o dinheiro descontado nos anos de trabalho, acrescidos de juros e atualizados pelo IPC..

    Quem ja tivesse recebido em excesso, pagava a diferença, os outros recebiam..

    Pois, a FP já nao achava 1,23 por ano de trabalho tao pouco.. e os ladroes fascistas sao os do poleiro..pois pois..

  13. Manuel Costa Guimarães

    “E, jà agora, negociar um perdão parcial de divida, redução de juris e extensão de prazo de pagamento. Simples”

    Concordo com uma parte: Redução de juris… do TC.

  14. tina

    “Ou seja uma oportunista a punir os melhores.”

    Exatamente. É por isso que o socialismo não funciona nem nunca funcionará: aposta em castigar os fortes.

  15. Lucklucky

    Tina o mais forte neste caso é o soci@lismo. Se não não conseguia taxar. Por isso é que há uma data de soci@listas – de cardeais a ex.Presidentes – com desejos de ameaças de violência. É para taxar mais. Seja cá seja aos Europeus.

  16. tina

    Lucklucky, isso é o moribundo socialismo a gritar pela vida mas ninguém lhe dá ouvidos. Pelo contrário, até o espezinham com força, pois já conhecem a vil criatura que ele é.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.