A Diferença Do Ajustamento No Sector Público E No Sector Privado

Apesar do BCP ter recebido ajuda do Estado (assim como Portugal recebeu ajuda da troika), pode-se comparar o ajuste de um com o do outro:

Onde estão a constituição, o tribunal constitucional e a “insurgência” da comunicação social, dos sindicatos e dos partidos políticos neste caso?

5 pensamentos sobre “A Diferença Do Ajustamento No Sector Público E No Sector Privado

  1. Carlos Pacheco

    Merecendo todos os trabalhadores o mesmo respeito, fechar uma agência bancária não é a mesma coisa que fechar um hospital ou um tribunal. Pede-se um pouco de menos demagogia aqui para a mesa do canto, faz favor.

  2. dervich

    Onde estão presos os grandes artistas (Jardim, Teixeira Pinto, Pinhel, etc) que se abotoaram com fugas aos impostos em off shores, distorceram o mercado com operações ilegais em bolsa, receberam “prémios de gestão” obscenos, “acordaram” rescisões milionárias, etc, etc? Realmente, é preciso uma lata do caraças!…

  3. O que me espanta é que uma empresa privada receba ajuda do Estado, quando o próprio Estado tem dificuldade em ajudar-se a si próprio. Ainda por cima, uma empresa cuja especialidade e negócio é fazer dinheiro. E, como disse o António Borges, de um sector que é responsável pela crise actual.
    Se um Zé Qualquer andar a viver de subsídios e de ajudas do Estado é um mandrião, um explorador e um xupista, se for um banco é legítimo, desde que pelo meio despeça 1200 Zés Quaisquer que vão andar a viver à conta do Estado.
    Que lógica da batata…

  4. Fil

    Tento perceber a lógica do autor deste post: Mas querem ver que os trabalhadores do Estado não sofreram cortes em subsídios e no próprio salário? Querem ver que não sofreram a extinção de isenções e horas extraordinárias? Querem ver que o poder de compra destes trabalhadores não desceu a níveis entre 20 a 30% em muitos casos? E já agora, o que o próprio presidente do BCP veio dizer entretanto, é que pretende evitar os tais 1.200 despedimentos através da redução salarial. Não é isto que se passou e passa no Estado, exactamente? Reduções e cortes salariais, já para não falar de congelamento total de carreiras e progressões? Por outro lado, o autor conhece porventura a origem e os responsáveis desta crise? Aceita um conselho? Eu trabalhei muitos anos quer no privado, quer no público, vi bom e mau em quaisquer desses sectores. Continue por esse caminho de acicatar os ânimos entre privado e público e fará exactamente o que estes governantes pretendem: O que houver de pior em condição de trabalho em qualquer dos sectores, será sempre o que tentarão implementar, a fasquia será sempre a mais baixa, e um dia toca-lhe à porta meu caro.

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