O Milagre Chileno

Como eu disse aqui, a Liberdade Económica tem consequências. Atente-se ao milagre Chileno:

Simply stated, economic reform has been hugely beneficial to poor and middle-class people in Chile. Something to remember as we try to rein in the welfare state in America.

Let’s look at some more data. A couple of years ago, I shared this chart showing how Chile had out-paced Argentina and Venezuela. In other words, Chile’s performance is ultra-impressive, whether examined in isolation or in comparison with other nations in the region.

The reason for all this success is that Chile didn’t just reform its pension system. As you can see from this Economic Freedom of the World data, Chile has made improvements in virtually all areas of public policy.

The nationwide school choice system, for instance, is another example of very beneficial reform.

It’s not quite Hong Kong or Singapore, but Chile is definitely a huge success story.

*The Pinochet government that took power in the 1970s may have been pro-economic liberty, but it also was authoritarian. Fortunately, Chile made a successful and peaceful transition to democracy in the late 1980s and has generally continued on a pro-free market path.

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O que é que aconteceu ali no final dos anos ’80?
Ah, já me lembro: foi instalada uma democracia liberal baseada nos princípios da Liberdade Económica.
Comparativamente com paraísos socialistas no mesmo continente, há alguma diferença…

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27 pensamentos sobre “O Milagre Chileno

  1. Nuno

    O Chile levanta um problema interessante/trágico.
    Será que só pelo autoritarismo este percurso poderia ter sido iniciado? Talvez, embora eu creia que não. Há tempos li um artigo (não me lembro onde) onde se dizia que o liberalismo pode ser alcançado por exaustão e irrelevância do Socialismo: resumidamente, à medida que o Estado abarca mais e mais domínios, mais ineficiente se torna e por conseguinte mais evitado e irrelevante se torna para os cidadãos. É claro que para os norte-coreanos isto não deve ser satisfatório (ou talvez “eles amem o Big Brother”, não sei).
    E será que em democracia é possível preservar um enquadramento relativamente mais liberal? Para já estão a resistir bem mas a barragem ao rio do Estatismo costuma ser esboroada uma pedrinha de cada vez, como se vê na Europa e nos EUA.

  2. Rui Cepêda

    Depois do descalabro a que o encapotado comunista Allende conduziu o Chile, as forças Armadas tomaram o poder. O Comandante General Pinochet assumiu a chefia do Estado e chamou Milton Friedman para como consultor dirigir a reorganização da devastada economia, entretanto caída para último lugar na América do Sul. Em poucos anos a dita economia tornou-se liderante no Continente.
    O General, cumprida a missão retirou-se devolvendo o poder ao povo para que se realizassem eleições, as quais viriam a ser ganhas pela democracia cristã.
    Não sei de nenhum comunista que tivesse abandonado o poder de livre vontade, ou sequer que tivesse devolvido o que quer que fosse. Friedman também ajudou os Presidentes Nixon e Reagan além de Margareth Teatcher. Tudo gente do piorio e a quem nada se deve.

  3. jaquestowaki

    Nuno,
    Boa pergunta. Considere então dois países que envergaram por caminhos relativamente liberais com saldos francamente positivos sem ter que passar pelo autoritarismo, talvez porque estavam a arrancar do nada: Estónia e Botswana. O Botswana sendo um país africano é particularmente animador! Este vídeo é longo mas vale mesmo a pena ver (contraste de Botswana com o seu vizinho, Zimbabwe): http://www.youtube.com/watch?v=7071wstBp1k

    Quanto à Europa, a Suécia também oferece uma perspectiva animadora da capacidade de se mudar de rumo quando o país começa a afundar: http://www.youtube.com/watch?v=vG51uCrYxVM

    E por aquilo que tenho lido, parece que a Dinamarca prepara-se para dar os primeiros passos no sentido do seu vizinho…

    Where there is life, there is hope!

  4. A. R

    Pinochet autoritário? É preciso ter lata. Autoritário, homofóbico, racista e desrespeitador da constituição (governando com uma constituição que já não estava em vigor) foi o fantoche de Cuba, da Coreia do Norte e da URSS chamado Allende

  5. Jónatas

    Como sempre, os liberais não olham a meios para atingir os seus fins. Se uma economia liberal é imposta por um ditador, não há problema nenhum um decidir por muitos. Se uma economia fosse por outro caminho, já eram poucos a decidirem por muitos e isso é contra o liberalismo.

    Quanto mais vos leio, mais estas contradições do vosso discurso são visíveis a olho nu.

  6. Luís Lavoura

    A economia chilena continua a ser dominada totalmente pelo preço do cobre, que é 2/3 das exportações do país. Dificilmente se pode considerar muito desenvolvida uma economia que depende assim da exportação de apenas uma commodity.

  7. Comunista

    “Pinochet autoritário? É preciso ter lata. Autoritário, homofóbico, racista e desrespeitador da constituição (governando com uma constituição que já não estava em vigor) foi o fantoche de Cuba, da Coreia do Norte e da URSS chamado Allende”

    É bom repetir isto para se perceber bem como se faz história à direita – faz-se transformando-a em estória.

    Qualquer estoriador sabe que foi Allende e não Pinochet que agiu ilegalmente suspendendo a Constituição com um golpe de Estado.

  8. Nuno

    jaquestowaki, bons pontos.
    Rui Cepêda, o Milton Friedman não foi consultor do Pinochet, limitou-se a dar um par de conferências em universidades chilenas. O máximo que fez com Pinochet foi escrever-lhe uma carta.

  9. Comunista

    Vejo que há mais estoriadores por aqui. É uma festa.~

    Falam de descalabro do Chile quando foi a direita que teve que cancelar o regime eleitoral em vigor para chegar ao poder. Se o Chile estivesse em descalabro não seria preciso um golpe militar num regime eleitoral.

    A direita diz que é pela liberdade mas é uma treta – a direita reconhece apenas a liberdade do grande capital, o resto pode ser esmagado:

    Revelations that President Richard Nixon had ordered the CIA to “make the economy scream” in Chile to “prevent Allende from coming to power or to unseat him,” prompted a major scandal in the mid-1970s, and a major investigation by the U.S. Senate. Since the coup, however, few U.S. documents relating to Chile have been actually declassified- -until recently. Through Freedom of Information Act requests, and other avenues of declassification, the National Security Archive has been able to compile a collection of declassified records that shed light on events in Chile between 1970 and 1976.

    These documents include:

    Cables written by U.S. Ambassador Edward Korry after Allende’s election, detailing conversations with President Eduardo Frei on how to block the president-elect from being inaugurated. The cables contain detailed descriptions and opinions on the various political forces in Chile, including the Chilean military, the Christian Democrat Party, and the U.S. business community.

    CIA memoranda and reports on “Project FUBELT”–the codename for covert operations to promote a military coup and undermine Allende’s government. The documents, including minutes of meetings between Henry Kissinger and CIA officials, CIA cables to its Santiago station, and summaries of covert action in 1970, provide a clear paper trail to the decisions and operations against Allende’s government

    National Security Council strategy papers which record efforts to “destabilize” Chile economically, and isolate Allende’s government diplomatically, between 1970 and 1973.
    State Department and NSC memoranda and cables after the coup, providing evidence of human rights atrocities under the new military regime led by General Pinochet.

    FBI documents on Operation Condor–the state-sponsored terrorism of the Chilean secret police, DINA. The documents, including summaries of prison letters written by DINA agent Michael Townley, provide evidence on the carbombing assassination of Orlando Letelier and Ronni Moffitt in Washington D.C., and the murder of Chilean General Carlos Prats and his wife in Buenos Aires, among other operations.

    http://www.gwu.edu/~nsarchiv/NSAEBB/NSAEBB8/nsaebb8i.htm

    “Propaganda in Support of Pinochet Regime. After the coup in September 1973, CIA suspended new covert action funding but continued some ongoing propaganda projects, including support for news media committed to creating a positive image for the military Junta. Chilean individuals who had collaborated with the CIA but were not acting at CIA direction assisted in the preparation of the “White Book,” a document intended to justify overthrowing Allende. It contained an allegation that leftists had a secret “Plan Z” to murder the high command in the months before the coup, which CIA believed was probably disinformation by the Junta.”

    (Por aqui vê-se onde os estoriadores tem as suas fontes e como a estória é confundida por história através dos recursos de valiosos e poderosos serviços de propaganda. O que é cómico nisto é que muitos veiculam propaganda sem o saberem, pensam que são livres pensadores quando são carneiros perfeitamente manietados.)

    https://www.cia.gov/library/reports/general-reports-1/chile/

  10. Liberalismo 101, lição 1, Chile:
    Derrubar um governo legitimamente eleito através de um golpe de estado militar. Assassinar o presidente eleito por meio de voto democrático e universal. Rasgar a constituição. Instaurar uma ditadura militar durante quase 20 anos. Perseguir, prender e assassinar todos os que tiverem outras ideias. Deixar o poder depois de ter a certeza que a população não conhece outra verdade nem questiona a fé instituída. Nem os factos históricos. No final, resumir tudo a um gráfico em que se medem dólares.
    A diferença entre isto e o assassinato dos Romanof, reside apenas no facto dos Romanof não terem sido eleitos.
    Adoro quando me obrigam a ser “livre”.

  11. Francisco Colaço

    Comunista,

    O Salvador Allende foi tratado a percussão de frigideira pelas mulheres do Chile. Não notou as mesmas frigideiras a serem usadas na Argentina, contra a gaja que lá está, ainda no ano passado? E no Brasil, contra a gaja que lá está, ainda este ano?

    A frigideira é o símbolo latino-americano de resistência ao socialismo, incapaz de colocar dentro delas algo que seja para se comer.

    Por exemplo: quem era o maior plantador de trigo dos anos 70? A URSS. E, não obstante, importava trigo dos Estados Unidos. Até a Cuba de Batista, ainda sob uma ditadura execrável (Batista foi candidato do PCC em 1940, já agora!) tinha autossuficiência económica. Veio Castro e a linha de produção da morte e da miséria entrou em regime acelerado. Se não julga que sim, digo-lhe que os cubanos dizem jocosamente em portas fechadas que os três maiores fracassos de Cuba são o pequeno-almoço, o almoço e o jantar.

    Outro exemplo: a produção de trigo no Alentejo caiu drasticamente após as nacionalizações forçadas.

    Os resultados do comunismo não me dão azo a que admire os comunistas. Caso o comunismo fosse implantado em Portugal, muitos comunistas que conheço e que contra mim vociferam e se esgalham, veriam quanta razão eu tenho. Como excelentes pessoas que são, iriam acabar por se humilhar e me pedir desculpa, após verem o que o comunismo faz quando a palavra oca dá origem a um governo estulto.

  12. Epic Fail

    O problema, Francisco Colaço, é que não estamos a falar de qual o sistema é o melhor. O que está aqui a ser posto em causa é a narrativa liberal a respeito do Chile e do suposto milagre liberal do Chile. Quer responder a isso ou prefere falar dos falhanços do Programa Espacial Soviético, por exemplo?

  13. Fincapé

    Nas vésperas do golpe, Pinochet jurava fidelidade a Allend. Depois, impôs uma ditadura feroz, com tortura, assassinatos, desaparecimentos e outros crimes “menores” para um canteiro do campo liberal.
    Friedman e os seus súbditos da terra do Al Capone foram dar uma ajuda na implementação do seu “modelo de liberal”.
    Mais tarde, Pinochet andou “cheio de coragem” a fazer-se mais doente do que estava. As razões humanitárias que ele desprezou, juntamente com os seus amigos liberais, foram-no safando.
    Claro que era um modelo que interessava bastante aos EUA, como de resto outros modelos de “liberalismo”. Uma “ditadura liberal” que protegia ferozmente os seus interesses não era de recusar.
    Há quem goste? Claro! E quem garanta que aquilo era um liberalismo porreirinho? Claro! E são os mesmos que acham outras ditaduras muito mazinhas? Claro!
    Aliás, o que nos safa é que com o “liberalismo” tudo é muito “claro”. Claro!

  14. Jónatas

    Uma ditadura é uma ditadura, seja liberal ou comunista, tenha bons ou maus resultados económicos, Francisco. É isso que não se percebe neste post, o exultar de uma ditadura apenas porque seguiu os cânones liberais em determinada altura.

    Sem se aperceberem, os Insurgentes estão aqui a cometer o mesmo erro que tanto criticam ao Bernardino Soares em relação à Coreia do Norte.

  15. Nuno

    “Uma ditadura é uma ditadura, seja liberal ou comunista, tenha bons ou maus resultados económicos, Francisco. É isso que não se percebe neste post, o exultar de uma ditadura apenas porque seguiu os cânones liberais em determinada altura.”

    De acordo Jónatas. E se ler o post verá que não é nada disso que se passa. Do que se fala é de liberalismo económico e dos seus efeitos no acelerar do bem-estar.

    Isso mesmo vê-se nesta frase do artigo

    “*The Pinochet government that took power in the 1970s may have been pro-economic liberty, but it also was authoritarian. Fortunately, Chile made a successful and peaceful transition to democracy in the late 1980s and has generally continued on a pro-free market path.”

    e nesta do Ricardo Campelo Magalhães

    “…O que é que aconteceu ali no final dos anos ’80?
    Ah, já me lembro: foi instalada uma democracia liberal baseada nos princípios da Liberdade Económica.”

  16. Francisco Colaço

    «Sem se aperceberem, os Insurgentes estão aqui a cometer o mesmo erro que tanto criticam ao Bernardino Soares em relação à Coreia do Norte.»

    Que, como o Jónatas sabe, tem excelentes resultados económicos para mostrar o valor do comunismo. Santa paciência!

    «O que está aqui a ser posto em causa é a narrativa liberal a respeito do Chile e do suposto milagre liberal do Chile.»

    Suposto? Não sabe o Epic Fail ler um gráfico? O que vejo é que o resultado do estatismo é sempre miséria. O resultado do liberalismo económico dentro de um quadro legislativo estável é sempre riqueza. Mesmo, e nisto estamos de acordo, que esse quadro seja atingido através de uma ditadura execrável e tirana, que nunca deveria ter existido.

    Mas leia As Aventuras de Miguel Littín no Chile, de um escritor da extrema-direita liberal chamado García Marquéz, e das impressões que o protagonista teve quando chegou ao Aeroporto em Santiago (e de como teve de dar a volta ao Chile inteiro para afinal encontrar quem considerasse Allende el presidente suyo).

    «Claro que era um modelo que interessava bastante aos EUA, como de resto outros modelos de “liberalismo”. Uma “ditadura liberal” que protegia ferozmente os seus interesses não era de recusar.»

    O jogo jogou-se como se jogava na época e se jogará sempre. Na política internacional não há moral, há interesses. Por vezes desinteresses. Quem disse isto não era americano, era francês.

  17. Francisco Colaço

    De qualquer forma, é no fim dos anos 80 que o gráfico volta a subir. Democracia liberal + liberalismo económico parece ser a fórmula económica para a prosperidade. O Chile tem vinte anos a ir na direcção certa, e Portugal desde 1995 vai na errada.

    O que os nossos socialistas nos querem dar é, por conseguinte, a miséria e a grilheta. E deram-nos: a grilheta da dívida e a miséria da apatia económica.

  18. Francisco Colaço

    Nuno,

    «Há tempos li um artigo (não me lembro onde) onde se dizia que o liberalismo pode ser alcançado por exaustão e irrelevância do Socialismo: resumidamente, à medida que o Estado abarca mais e mais domínios, mais ineficiente se torna e por conseguinte mais evitado e irrelevante se torna para os cidadãos.»

    Isso teria de assumir que os cidadãos teriam poder de escolha no seu regime político de governação. Dentro do socialismo, isso é uma premissa perigosa — e em maneiras muito mais do que uma.

  19. Epic Fail

    “desde 1995 vai na errada”

    Só para dar um, 1, exemplo: em que ano foi aprovada a Lei de Progressões Automáticas na Carreira para Funcionários Públicos? Se calhar o descalabro começou uns aninhos antes… Tente 1139…

  20. Jónatas

    “Esto no es una dictadura, es una dictablanda.”
    “I was only an aspiring dictator. I was never a real dictator.”
    Augusto Pinochet.

    Não, Augusto, não foste nunca um ditador. Foste responsável por um “quadro legislativo estável”. Sempre a aprender aqui no Insurgente.

  21. Jónatas

    Acho estranho que para o Francisco possam ser violados todos os direitos humanos e sociais de concidadãos seus desde que haja crescimento económico. Para o Francisco, não há problema que hajam perseguições políticas de quem discorde da política oficial do Governo desde que o rendimento per capita seja alto. O Francisco não vê problema nenhum de não haver democracia se o PIB crescer.

    São valores que estão tão distantes de mim que nem sei bem o que lhe dizer. Mas percebo cada vez melhor porque é que os liberais nunca vão a eleições.

  22. Comunista

    O estoriador Francisco que estuda pelos manuais que a CIA disponibiliza aos carneir…digo, aos homens livres, esquece de mencionar que uma semana antes do golpe de Estado 800.000 pessoas saíram para a rua em apoio de Allende.

  23. Rui Cepêda

    A liberdade económica tem consequências, obviamente. Mas não é menos verdade que na falta dela, têm de ser criadas as condições mínimas, para que possa sequer existir.
    Foi o que fizeram os militares no Chile. Perante a crescente “comunização” do regime de Allende, que fez tábua rasa da Constituição, e obedecendo ao apelo quer do Supremo Tribunal, quer do Parlamento Chilenos, para que interviessem, dado estarem a ser desrespeitadas pelo Governo as leis em vigor. Acresce que a inflação já ultrapassava os cem por cento.

    Naturalmente Milton Friedman não estaria interessado em ser conotado com uma ditadura de direita, do que de resto se não livrou. De qualquer modo ajudou e bem a salvar o País da miséria. De resto alguns discípulos seus foram ministros de Pinochet e foram os seus ensinamentos que foram postos em prática. E isso é o que interessa.

    Não vejo como um estatista possa pôr em práctica uma política liberal.
    Também acho injusta a comparação com os ditadores referidos. Nem oito nem oitenta…

    Na leitura que faço do gráfico é em 1975 que se inicia a viragem, a qual prossegue, com uma ligeira “ressaca” em princípios de oitenta.

  24. Francisco Colaço

    Jónatas,

    «Para o Francisco, não há problema que hajam perseguições políticas de quem discorde da política oficial do Governo desde que o rendimento per capita seja alto. O Francisco não vê problema nenhum de não haver democracia se o PIB crescer.»

    Prove isso. Raios me partam!, quando deixa de haver argumentos por pura falta de articulação, a escarralhada ataca o homem!

    Jónatas, seja decente, ou pelo menos aprenda a ler. Veja o que disse adiante: democracia liberal + liberalismo económico é a verdadeira fórmula para o crescimento. Os correligionários do Jónatas não acreditam nem numa nem noutra. Sim, e nisso incluo o PCP, o BE e metade do PS (a dita «ala esquerda», que não se importava de estatizar e de proibir a livre expressão, como o José Sócrates e o seu «veja vá o que quer fazer da sua vidinha!» a uma jornalista).

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