Portugal Em 51º no Ranking de Competitividade Global do WEF

Portugal caiu dois lugares no índice de competitividade do World Economic Forum 2013-2014 para a 51º posição entre 148 países analisados.

WEF_2013_2014Sobre o país, o relatório diz que “Portugal continues to fall in the rankings, coming in at 51st place, two places down since last year. An unstable macroeconomic environment (124th), similar to other Southern European economies; a certain loss of trust in politicians (77th) and in government efficiency (116th); and, above all, increasing difficulties in accessing financing—either through the equity market (108th) or loans (121st)—have contributed to this drop. Despite this slight decline, the country is striving to regain productivity and competitiveness by increasing liberalization of the markets and labor market reforms. These are expected to bear fruit in the medium term, helping the country bridge the competitiveness divide with other European economies. In this effort, Portugal will be able to leverage its world-class transport infrastructure (19th) and its well-prepared labor force thanks to high levels of university education (26th), although it must be said that the quality of this education (58th) is not always in line with the productive needs of the country. In addition to the recently undertaken reforms, the country should not neglect strengthening its innovation potential through efficient investments in science, technology, and other intangible assets, such as advanced management techniques. These factors will be crucial in allowing the Portuguese economy to move toward higher-value added activities.”

10 pensamentos sobre “Portugal Em 51º no Ranking de Competitividade Global do WEF

  1. andre

    Não aparece aqui a lista toda mas era engraçado comparar esta lista com a lista dos países mais livres economicamente e passar hoje como noticia de abertura de jornal.

    Fazendo uma comparação rapida ate o meu filho tira boas conclusões

  2. Engraçado que Portugal pontua melhor onde houve investimento do Estado – infraestruturas, educação, etc. Precisamente aquilo que desapareceu nos últimos 3 anos, quando caímos vários lugares neste ranking…

  3. Fincapé

    Não acredito na tabela: Suíça, em primeiro; Finlândia, em terceiro; Suécia, em sexto; Holanda, em oitavo; Noruega, em décimo primeiro.
    Curioso até os EUA do “socialista” Obama virem em quinto.
    Deve haver aqui algum erro. 😉

  4. Caro Sérgio Lavos, está completamente equivocado. Se abrir o pdf do relatório na página 334, verifica que a pontuação de Portugal nos últimos 3 relatórios é exactamente a mesma (4.4 no máximo de 7). Temos perdido posições porque temos sido ultrapassados por países que melhoraram as suas pontuações, não por perdermos as nossas.

    O que saliento como perigoso e preocupante é serem salientados como principais entraves às empresas (“The most problematic factors for doing business” – no fundo da mesma página 334) a Instabilidade de Políticas e os Regulamentos Fiscais, que em Portugal são alterados anualmente (quando não o são mais frequentemente). Por isso é que inúmeras empresas têm “fugido” para a Holanda e países que tal, porque cá não sabem com o que contar a curto/médio prazo. Uma lição básica para qualquer gestor é a de que “se deve preferir a certeza e a estabilidade à incerteza do desconhecido”, daí que grande parte da gestão se prenda com a mitigação das incertezas (base para a utilização de Fowards, Futuros ou outros derivados financeiros, e aparentemente para a escolha da sede fiscal).

  5. Toni

    Suiça, muito longe de ser liberal, em 1º?
    Singapura, uma ditadura, em 2º?
    Finlandia, um país da social democracia, em 3º?
    Alemanha, um país mais estatizado que Portugal, em 4º?
    EUA, do Obama, ultra endividados, em 5º?
    Suécia, o “Estrado social” por excelencia, em 6º?

    Onde estão os paraísos liberais? Ou são tão utópicos como os comunistas?

  6. ««Engraçado que Portugal pontua melhor onde houve investimento do Estado – infraestruturas, educação, etc. Precisamente aquilo que desapareceu nos últimos 3 anos, quando caímos vários lugares neste ranking…»»
    .
    Uma economia é limitada pelos seus pontos de estrangulamento e não por deixar de acrescentar qualidade àquilo que já é excelente. É como no futebol, se o guarda-redes é frangueiro não adianta investir milhões em avançados.

    Ver: http://en.wikipedia.org/wiki/Bottleneck

  7. João Carvalho: concordo que muito tem de ser feito para Portugal ter estabilidade fiscal. A burocracia é outro dos principais problemas para atrair investimento estrangeiro. Houve um programa, não sei se já ouviu falar, que se chamava Simplex, elogiado pela OCDE e por este tipo de rankings, que ajudou a que Portugal, durante alguns anos, tivesse melhores resultados. Com este Governo, ficaram algumas práticas, mas a maioria desapareceu. Nos próximos anos, vamos continuar a cair neste ranking. Mesmo com a extraordinária baixa de IRC…

  8. Portugal atingiu a excelência na Educação? Deve ser por isso que continuamos a ter dos mais baixos números de licenciados da OCDE, assim como das percentagens mais baixas de pessoas com a escolaridade obrigatória. E com a emigração actual – sobretudo, de pessoas com mais qualificações – também iremos cair neste indicador. Mais dois anos de austeridade, e nem aquilo que nos distinguia dos outros – mão-de-obra qualificada – nos irá salvar.

  9. Luís Lavoura

    É uma excelente tabela: o país com maior crescimento económico do mundo – a Mongólia – aparece num dos útlimos lugares!

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