Para que os piropos não sejam sexistas…

E nao haja apenas piropos de homens para mulheres:

Mulheres mandam piropos a Homens
Pronto. Podemos voltar a questões mais prementes para o país?

Miúdo lê demais e não permite o acesso de outros a Campeão de Leitura

Garoto de 9 anos lê 373 livros em cinco anos e é criticado por diretora de biblioteca:Kid

Um garoto de nove anos, estudante do ensino fundamental em uma cidade do estado de Nova York, foi criticado pela diretora de uma biblioteca pública por… ler demais.

Tyler Weaver, que já foi cinco vezes campeão em um concurso de leituras da biblioteca pública de Hudson Falls, foi alvo de comentários por parte de Marie Grandon, a diretora do estabelecimento. Segundo informações do portal Huffington Post, ela contou a um jornal local que achava ser hora de o menino abdicar de seu trono e dar chance a algum outro.

A biblioteca organiza um concurso anual de leitura, no verão. Nele, as crianças que leram pelo menos dez livros são convidados para uma festa no final da estação. O participante que ler o maior número de livros é o vencedor. Nos últimos cinco anos, Tyler leu um total de 373 livros para o concurso, segundo a publicação local Post-Star.

O jornal procurou a biblioteca para, originalmente, produzir uma reportagem sobre o garoto e seu índice impressionante de leituras. Porém, para a diretora, a dedicação do menino não é motivo para comemorações.

Para Marie, Tyler “contamina” o concurso. Por isso, ela quer mudar as regras, de modo que o vencedor seja sorteado, e não mais conquiste o prêmio pelo total de livros que leu.

Faz sentido: viola o princípio da igualdade no acesso a Campeão de Leituras da biblioteca. Só um Sorteio permitirá que todos os meninos que entrem no sorteio tenham Igualdade no acesso ao título, que há 5 anos é monopolizado pelo maníaco das leituras.

Neste sentido, nos próximos Jogos Olímpicos, Dilma deverá também determinar que o campeão olímpico de cada modalidade deverá ser sorteado. Igualdade para todos já! Pelo fim das vitórias dos privilegiados, unidos lutaremos!

Liliane Marise

Ontem à noite, enquanto fazia zapping, fiquei de queixo caído quando parei para ver a novela da TVI “Destinos Cruzados”. Não é que eu siga a novela, mas fiquei surpreendido por ver uma cara que já tinha visto por aí em outdoors ou revistas de Verão: a Liliane Marise. Pois bem, na minha ingenuidade, pensava que a moça era a nova sensação da música popular portuguesa, mas não…a Liliane Marise é uma personagem da tal novela, brilhantemente interpretada pela actriz Maria João Bastos (e bastou-me ver um episódio…), que independentemente do que disserem ganhou mesmo vida própria fora dos écrans da TV, o que é um notável sucesso (ah grande capitalismo!).

Feita a introdução, deixo-vos então com Liliane Marise, essa grande artista do povo…

Scandinavia’s Weakest Nation Finds Welfare Habits Too Costly

Scandinavia’s Weakest Nation Finds Welfare Habits Too Costly (Bloomberg)

An Aug. 27 report by the Economy Ministry showed that about 250,000 Danes have no economic incentive to give up their unemployment benefits and take a job. That compares with 2.64 million people in full- and part-time jobs, according to Statistics Danmark.

(…)

Corydon argues the modern welfare state needs to acknowledge the power of the bond markets in putting a price tag on public benefits.

Sobre o “Lazy Robert”, podem ler este artigo: “Dry your eyes Denmark”.

Since the 10th of September there has been a lot of hype surrounding a Danish welfare recipient called Robert Nielsen. He appeared on national television on Sunday the 9th of September, explaining that he has been a welfare recipient since 2001. He would not have a “Bad job (e.g. cleaning toilets)” which was the only jobs he thought was made available to him by the job centers. This resulted in that Robert Nielsen for the last two years have not had a job, and he would like that to continue. For the last 11 years he had only had two jobs. As he says in the article in Jyllands Posten (Danish Newspaper):”I must admit, that I’m doing less to find a job than other people, because I don’t need the identity that comes with a job to be happy”. Continue a ler “Scandinavia’s Weakest Nation Finds Welfare Habits Too Costly”

memórias do passado

Nos últimos anos deixei de ver futebol, depois de muitos anos em que o pratiquei e o segui com paixão como adepto do FC Porto e da Selecção Nacional. Em parte porque a família ocupa hoje o meu tempo livre, mas acima de tudo porque eu próprio, na sequência de duas operações aos joelhos, abandonei a sua prática, tendo perdido a paixão. A minha indiferença é hoje tal que já não reconheço os jogadores do futebol português, nem os do FC Porto e cada vez mais nem sequer os da Selecção.

Assim, foi com bastante nostalgia que revi algumas imagens do passado a propósito do derby deste fim de semana entre o Sporting e o Benfica, duas equipas pelas quais nunca senti a menor simpatia, mas que durante o final dos anos 80 e os 90’s me proporcionaram grandes alegrias sempre que perdiam contra o FC Porto. Era, aliás, uma dupla satisfação, dado que em minha casa o meu irmão era adepto do Sporting e o meu pai adepto do Benfica…

Independentemente disso, ao ver aquelas imagens do passado – incluindo alguns grandes jogadores que à época “odiava”, nomeadamente o João V. Pinto, o Isaías, o Balakov e o Figo – fiquei com vontade de regressar aos estádios e ver futebol ao vivo novamente. A oportunidade estará aí ao virar da esquina, pois o meu mais pequenote em breve terá idade para ir comigo ao Dragão. E irá mesmo, não vá ele ser desviado pelos dois avôs benfiquistas! Oxalá o miúdo tenha jeito para a bola, e se tiver eu lá estarei para o apoiar, pois se há coisa que eu “não perdoo” aos meus pais foi terem-me cortado as pernas quando eu até tinha algum jeito para a coisa (sobretudo no futsal). O futebol e os estudos, diziam eles, não eram conciliáveis…enfim, essa ficou-me para a vida.

Ps: Já que estou a escrever sobre futebol, não resisto a contar uma pequena história que se passou comigo há tempos. Foi há coisa de três ou quatro anos, quando me cruzei com o João V. Pinto nos estúdios da RTP, e palavra puxa palavra começámos a falar sobre futebol e sobre o meu clube que então seguia em 2 ou 3º lugar no campeonato. A páginas tantas, com toda a espontaneidade do mundo, e sem qualquer ponta de maldade ou ironia, saiu-me a seguinte tirada: “Sabe, falta garra ao FC Porto, falta gente aguerrida com havia dantes; sabe, faltam tipos como o Paulinho Santos!”. O João Pinto, até então muito cordial comigo, mudou subitamente de feições, ficou com aquele ar de raiva que frequentemente exibia em campo, e por momentos tenho a certeza que contemplou dar-me uma cotovelada no maxilar…mas vá lá, respondeu-me com um sorriso, respondeu-me com fair-play, e eu ala que já se fazia tarde…escapei por pouco!