A inversão

“Na semana passada, já aqui tinha deixado o aviso que hoje reforço: a curva de rendimentos da dívida soberana portuguesa está em vias de ficar invertida (…) enquanto os partidos brincam à política, e o Presidente da República se detém nos cerimoniais da mediação entre partidos, o resto do mundo não espera. E assim, hoje mesmo, reconhecido que está o custo implícito da crise política em Portugal junto dos mercados internacionais, conheceremos também o custo explícito da mesma. A razão é simples: para hoje, está previsto que o Instituto de Gestão do Crédito Público emita dívida de curto prazo, até 1500 milhões de euros, através da emissão de bilhetes do Tesouro a cinco e a doze meses. Ou seja, ficaremos a saber – concretizando-se a emissão – qual o acréscimo no pagamento de juros que, daqui a cinco e a doze meses, terá resultado da paródia política.”, no meu artigo de hoje no Diário Económico.

Ao final da manhã teremos, pois, mais dados…

3 pensamentos sobre “A inversão

  1. Luís Lavoura

    Parece que o leilão correu bem. A 12 meses, o juro cresceu apenas cerca de 15 pontos-base. E foi inferior ao juro contratualizado por Espanha ontem.

  2. Ricardo Arroja

    Sim, Luís, podia ter sido pior. No entanto, face ao último leilão a 12 meses a yield aumentou 0.5%, e foi tb a yield mais alta do ano…mas, ok, podia ter sido pior.

  3. Pingback: a inversão (2) | O Insurgente

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.